28
dez
08

Novo endereço… a mesma autora/blog… a mesma linha de raciocínio com novas experiências!

Há 2 semanas deixei de atualizar diariamente o meu espaço BLOGDATI aqui na plataforma do Word Press, pois comecei a transferí-lo para meu próprio domínio e suporte de um novo espaço para blogs modernos, criativos e femininos, o Caixa de Pandora.com.br

Aos poucos irei retirar os textos e imagens já publicados aqui no blogdati.wordpress.com e eles poderão ser lidos, relidos e comentados apenas no novo endereço, que é blogdati.com

Por favor, redirecione sua busca e continue acompanhando meus textos e as experiências vividas por mim e minha pequena família no Rio de Janeiro, no nosso dia-a-dia, nas nossas viagens de férias e especialmente em nossas descobertas de vida, sempre carregadas de opinião.

Fico feliz por sua participação e interesse. Um grande abraço, Tiffany

18
dez
08

Bebês crescendo, andando e falando…

Li na Crescer, hoje a tarde, sobre essa fase do décimo para o décimo primeiro mês de vida dos nossos bebês:

garotinho de pé em foto da Revista Crescer on line 10 a 11 meses

 O desejo de ficar em pé é incontrolável. Para isso, o bebê precisa de três pontos de  apoio – duas pernas e um braço, dois braços e uma perna ou dois pés e o apoio do  tórax em algum lugar. Ao ficar em pé, a dimensão de mundo da criança se amplia.  Os  olhos de um bebê que engatinha ficam a 22 centímetros do chão. Em pé, a  distância  aumenta para, no mínimo, 50 centímetros, ou a altura dele. Muitos pais  colocam o  filho no andador. “Está errado. A criança poderá ter quedas mais  freqüentes ao andar  porque não fortaleceu como deveria a musculatura da perna”,  avisa Lembo.

 O CJ está exatamente assim… atento a tudo que as novas perspectivas da campo de  visão oferecem. Ele vê o mundo com mais alegria porque, obviamente, agora em pé  enxerga muito mais coisas. Ainda não anda sozinho, mas desde os oito meses  pra cá  está  evoluindo muito bem no quesito passinhos. Agora está dando  passos firmes  enquanto se  apóia nos móveis e assim que sente certa segurança, se  solta… logo  depois, cai! Mas,  está no caminho certo. Em breve, além de sujar o joelhinho das roupas, vai se sujar inteiro, porque, tenho certeza, quando começar a “andar solto” não haverá quem o segure… Aí vamos ver se o OMO limpa mesmo, porque essa mãe aqui vai deixar a criança se sujar à vontade, hehehe.

Nosso pequeno também está falador. Desde os 8 meses tem dito “mamã” pra mim e “dá,dá” quando quer mamar, apenas isso. Mas, recentemente, a linguagem dos bebês tomou conta de nossos dias e rende “conversas animadas” entre o CJ e seus brinquedos, assim como entre ele e os pais, ah… e claro, entre ele e alguns personagens de televisão porque conversar com o desenho favorito ou com alguma atriz de novela, está virando passatempo pra nós.

Mas, enfim, sobre a fala, quando dei uma espiandinha rápida do site da Crescer, eles traziam uma curta materinha dizendo assim:

Como o bebê aprende a falar? 
Ouvindo conversas, tentando imitar os sons, praticando e dando significado a cada palavra. Por isso, não é aconselhável conversar de forma infantilizada com a criança, pois ela ficará sem referência do que é correto. Também não é o caso de corrigi-la a cada tropeço. Basta repetir o que foi dito do jeito certo. 

De que forma evolui a fala? 
Entre 2 e 4 meses, o bebê pronuncia sons guturais. Lá pelo oitavo mês, é capaz de dizer sílabas simples, que só exigem a movimentação dos lábios, como “ma” e “pa”. Com cerca de 10 meses, essas sílabas se tornam mais elaboradas e ganham significado: papá é a comida, por exemplo. Por volta de 1 ano e meio, surgem pequenas frases com duas ou até três palavras. Aos 3 anos, a criança consegue manter uma conversação. Seu vocabulário pode alcançar cerca de 900 palavras. 

Que estímulos são bons? 
O principal é conversar muito com o bebê desde o nascimento. Ler livros para as crianças também é muito importante. As historinhas, além do estímulo que representam à imaginação, aumentam o vocabulário e a curiosidade sobre a linguagem. Cantar é outro bom estímulo. Leva a criança a perceber as sílabas, o ritmo e a entonação das palavras. 

E se a criança demora a falar? 
Se ela não diz nenhuma palavra até os 2 anos, talvez exista algo errado. Um especialista poderá analisar se o problema é apenas físico ou se indica falhas na audição ou nos processos cognitivos do cérebro. Quanto mais rápido for feito o diagnóstico, menores serão os prejuízos para a comunicação.

18
dez
08

11 meses de vida intensa

 

CJ com mamãe Ti e papai Ju Nosso pequeno CJ completou 11 meses hoje. Inacreditável, estamos a  apenas 30 dias do tão sonhado “1 aninho”. Meu Deus, parece que foi  ontem que estava levando-o em meu ventre, reclamando dos inchaços  da gestação e do calor insuportável da cidade do Rio em alto verão…  hoje, começo a dar razão às mães que dizem para aproveitarmos o filho  enquanto bebê, pois realmente eles crescem muito depressa…

 Ainda há pouco, meu marido e eu estávamos nos divertindo, na  companhia do CJ, rindo da esperteza do pequeno, de como ele aprende  fácil a fazer brincadeiras como “sumiu/achou”  e “empurrar a cesta de  brinquedos pela sala” nos provocando para brincar quando, por algum momento, sente-se menos do que o “centro das atenções” da casa e, por isso, decide que uma atitude deve ser tomada. Ah, esse meninão. 

CJ na Lagoa com papai JuDeitado, dormindo, no colinho quando acalentado, ele nos parece o mesmo bebê que tiramos da maternidade 11 meses atrás. Mas, acordado, ativo brincando e sempre com um sorriso estampado no rosto, ele já se mostra um garotão. Grande, com 78 cm e pesando pouco mais de 10 quilos, ele realmente parece um gurizão, forte, alegre, é uma satisfação vê-lo crescendo, se desenvolvendo, feliz.

Aliás, é maravilhoso poder acompanhar isso e ainda saber que essa pessoinha maravilhosa é parte da gente, um pedaço da nossa vida.

Deus abeçôe. Filhotinho, feliz miversário de 11 meses! Beijos da mamãe.

Obs: nas fotos, ele com o papai e a mamãe na Urca, semana passada. E mais abaixo, com o papai na visita à arvore da Lagoa, também semana passada, brincando de morder o pé como passatempo enquanto os adultos admiravam a árvore.

18
dez
08

A apoteose de Madonna

Fãs da popstar Madonna surpreenderam não só a artista, mas uns aos outros, mobilizando-se de  distâncias incalculáveis Brasil afora, cometendo loucuras, provocando risos e comoção entre  perfomances da cantora e sacrifícios variados (como dormir acampados em barracas nas calçadas do  Maracanã) para estar o mais próximo possível, acompanhando o primeiro show de Madonna no Brasil desde 1993 e, por que não, para muitos fãs, acompanhando ambos os shows da turnê Sticky & Sweet realizados neste domingo e segunda-feira passados, no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Fãs de diferentes idades, origem geográfica, formação, interesses e posição social enfrentaram igualmente a chuva fina que cai incessantemente no Rio de Janeiro, desde sábado e, junto a ela o friozinho desconfortável de pés e roupas molhadas e isso não tirou a alegria e o entusiasmo de quem esperava “ver” e sentir a vibração da Diva do Pop há mais de uma década.

madonna-beija-na-boca 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Na apresentação para 70 mil pessoas, no    domingo, que iniciou pontualmente às 20h e  teve direito a tombo da estrela no cantinho do  palco enquanto cantava “She’s not me” e beijo na  boca, quem lotou o Maracanã pôde ouvir  algumas das mais famosas músicas e curtir em  polvorosa os novos sucessos da cantora.

 Madonna on you tube

 “O show começa com uma animação de  doces em 3D (o nome “Sticky & sweet” é  uma referência a um pirulito, doce e  grudento) e duas faixas do disco novo,  “Candy shop” e “Beat goes on”. Madonna  surge em um trono, desce para o palco e  pega carona em um Rolls Royce que  desliza para um palco menor, no meio da pista. Megaprodução para deixar qualquer um de boca aberta pela primeira de muitas vezes ao longo das duas horas de espetáculo.

“Into the groove” e “Borderline”, ambas do início da carreira de Madonna, e “Music”, mais recente, são os destaques. “Spanish lesson”, na seqüência, inicia a homenagem de Madonna aos ritmos hispânicos. Um dançarino de flamenco rouba a cena. “Miles away” e “La isla bonita” contam com um grupo de música cigana. 

Os telões, espalhados pelo fundo do palco e em cima do palco central, não param, com homenagens a Barack Obama, mensagens de paz, videoclipes de todas as fases da cantora e as participações virtuais de Kanye West, Pharrell Williams e Britney Spears. 

Timbaland e Justin Timberlake também aparecem, na abertura do último bloco, o mais empolgante da turnê que começou em agosto, no País de Gales e chegou, em Buenos Aires, a 53 apresentações. “Like a prayer”, “Ray of light”, “Hung up” e “Give it to me” são a quadra matadora que precede o fim súbito, avisado pelo Game Over estampado no telão”. (descrição G1)

 

Já na apresentação de segunda-feira, apesar do atraso de 1h40, Madonna não decepcionou, agitou e fez dançar os mais de 50 mil fãs que a prestigiaram e mais, encerrou a noite homenageando o país que sempre a recebe de modo tão caloroso, vestindo a camisa da Seleção Brasileira de Futebol ao som de “Give it to me”… desta vez democrática ao contrário da última passagem pelo país quando usou a camisa do Flamengo, fazendo a alegria de uns e a inveja de outros. 

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A presença em massa do público gay foi ponto marcante de ambas as apresentações, assim como o clima de nostalgia entre aqueles que levaram seus filhos ao show e relembram tempos de adolescência e juventude embaladas pelos hits mais famosos de Madonna. Outro ponto marcante foi o vigor físico e boa forma da cantora, que obviamente se deve a muito exercício físico, condicionamento e disciplina alimentar, mas que parece para ela ser assim, fácil de se manter… Madonna é exuberante, definitivamente e mesmo não sendo um rosto angelical de traços delicados, bate muitas outras celebridades justamente pelo vigor e por ostentar este corpão aos 50 anos de idade.

016142501-tnh00 Madonna, apesar do excesso de seguranças e zêlo, comprovados pela pequena aparição para fãs nas  janelas do Hotel Copacabana Palace e nenhum atendimento à imprensa, fez a festa de alguns Vips no  Rio de Janeiro, após o show desta segunda-feira, quando participou de noitada organizada por sua  equipe, na boate do Hotel Fasano, na praia de Ipanema, zona sul do Rio. Entre os Vips: o ex-ministro Gilberto Gil e sua senhora Flora Gil, Ronaldo Corinthiano Fenômeno e sua grávida Bia Antony, os galãs Rodrigo Santoro, Reinaldo Gianechini, Bruno Gagliasso e os globais apresentadores de TV Angélica e Luciano Huck.

Dizem que, nesta pequena aparição publica na cidade, Madonna provou que curte mesmo uma pista de dança, foi atenciosa com seus fãs/nossas celebridades e permaneceu mais de 3h no local, saindo menos discreta do que entrou. Talvez agora, em vistas d descanso possível para os próximos três dias antes das apresentações em São Paulo, Madonna esteja começando a relaxar em ares brasileiros.

18
dez
08

Que vergonha, povo catarinense! Quem diria…

Quem poderia esperar tamanha mesquinhez, tamanha leviandade e aproveitamento?!

Será que os poucos cidadãos catarinenses que andam abusando da solidariedade de tantos brasileiros e por consequencia, sujando o nome de seus conterrâneos, ao roubar os ítens de doação destinados às vítimas das chuvas e enchentes de SC, no Vale do Itajaí, tem noção das proporções de suas atitudes? Por causa desses pequenos furtos, sim, porque eles são ladrões mesmo e da pior espécie, já que roubam dos pobres, dos necessitados, dos que estão clamando por solidariedade porque tudo perderam nas enchentes das últimas semanas… por causa dessa gente, certamente muitas pessoas vão generelizar e deixar de ajudar. Eu mesma, que enviei dinheiro, pequenos móveis, roupas e calçados, não tenho mais vontade de colaborar. Triste, não?!

Que vergonha! Maior que o desgosto em ver as imagens transmitidas ontem, por reportagens do Jornal Nacional, da Rede Globo, quando ”supostos voluntários” ajudavam a separar e recolher para si os donativos em galpões de SC, foi pensar que há muita gente igual a estes pequenos de coração e espírito flagrados pela emissora e nós, brasileiros solidários, nem imaginávamos!

Reportagem do JN sobre furto de donativos em SC
 
Por conta desse vexame nacional que deveria ocasionar prisões, processos civis e outras punições severas para servir como exemplo, o Governo de Santa Catarina incia hoje um novo sistema de distribuição das doações enviadas até agora.

Vamos acompanhar e ver se as novas medidas surtirão efeito!

12
dez
08

Famílias Despedaçadas

Me recordo que logo que mudei para o Rio de Janeiro, em 2006, comecei a perceber como era (é ainda) frequente o número de pais e mães que, através da imprensa, se fazem ouvir, clamando por justiça e solidariedade sempre que o tema é a morte de seus filhos. Nunca antes eu tinha me deparado com tantos números de mortes por balas perdidas, ações equivocadas das polícias (civil e militar), por acidentes domésticos, violência urbana e afins. Nunca tinha me dado conta da quantidade de crianças que morrem diariamente. Por razões profissionais e por consciência social de cidadã sabia e me mantinha atenta aos índices de violência doméstica, sem morte, ainda que horríveis tanto quanto…

E agora, especialmente depois da maternidade, me choco ao constatar que a vida hoje não é mais valorizada, muito menos priorizada, ao contrário, tem sido banalizada de tal forma, em atividades sociais, no cinema, às vezes na teledramaturgia e sempre nos conflitos sociais entre “bandidos” e “mocinhos” que me pergunto aonde vamos parar?

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Quando o menino João Hélio veio a óbito depois da história horrível e trágica que o envolveu junto com mãe e irmã, tive certeza que a cidade do Rio de Janeiro era inapropriada para se ter filhos.  Pode ser… quem sabe?! O fato é que, independente das condições que motivaram essa tragédia, muitas famílias já tinham e outras estão tendo suas crianças (como eu) e só o que pedem é segurança,  paz, qualidade de vida e justiça a quem perdeu os seus. No caso do João Hélio, como narrei num post aqui mesmo, a perplexidade da sociedade foi maior pela crueldade com que os assaltantes abordaram a família e levaram o carro com o pequeno junto. Há 5 meses atrás, no entanto, com a mesma perplexidade, nossa sociedade voltou a se indagar sobre onde estamos vivendo, quando a família do pequeno João Roberto,  morto após o carro da família ter sido alvejado por tiros que partiram da polícia, foi vítima de quem deveria nos proteger e  faz o oposto.

Ontem, mesmo sendo uma desconhecida qualquer que acompanha este segundo caso que mencionei, fiquei triste de verdade por saber da sentença da justiça no processo/julgamento de acusação da família de João Roberto contra um dos policiais (são 2, o outro ainda aguarda julgamento) envolvidos no crime.  

Os pais e o irmão caçula, testemunha e vítima do crime assim como a mãe, perderam um filho/irmão, assassinado pela Polícia do Rio de Janeiro, ainda que essa não fosse a intenção dos  PM’s envolvidos.

O Cabo William de Paula foi absolvido por 4 votos a 3. 
Ele foi condenado a um ano de prestação de serviços por lesão corporal.

Os pais do menino clamam por mais seriedade na condução de processos como este e em especial, no trabalho dos jurados, cidadãos comuns chamados a participar da avaliação das provas e decisão sobre o resultado final. No programa da Ana Maria Braga, hoje cedo, contaram mais sobre o julgamento e novamente expuseram a dor, o sofrimento e a revolta com que se deram o julgamento e a sentença branda.

A nós, resta refletir: se um caso de assassinato como este não recebe a justiça adequada e esperada, com imagens de tv servindo de provas, o que podem esperar e devem sentir os pais de crianças mortas – diariamente – por balas perdidas de tiros disparados entre polícia e bandidos, nas ruas e morros da cidade maravilhosa?

As FAMÍLIAS FICAM DESPEDAÇADAS e se vêem obrigadas a reaprender a viver sem aquela pessoinha… Há coisa mais injusta?

11
dez
08

Mais sobre os blogueiros no Caminho das Índias

 

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Como relatei no primeiro post sobre o encontro, foi algo especial ter tido a chance de conhecer tanta gente boa, diferente e ainda ser testemunha desse momento ímpar na história da teledramartugia brasileira, quando a autora sempre inovadora, Glória Perez, traz para uma nova realidade, uma nova forma de comunicação e relacionamento, o tema blogueiros, blogs, blogosfera.

Excelente!

O que mais está sendo dito sobre esse encontro? Você pode acessar e conhecer mais detalhes em:

  1. Juliana Paes grava primeiras cenas brasileiras de Caminho das Índias, no Portal M de Mulher, da Abril. Esse com direito a galeria de fotos da Renata Deos.
  2. Diário de Bordo #BitesGlobo em post mais atualizado de Sam Shiraishi, no blog  A vida como a vida quer.
  3. Relato do Encontro com blogueiros, traduzindo a impressão da equipe da autora Glória Perez, por Giovana Manfredi, direto do blog oficial da Novela Caminho das Índias.
  4. Cobertura oficial no Blog Poltrona.
  5. Encontro de blogueiros na Globo, por Wagner Fontoura, direto do Boombust.
  6. Café com Glória – visita de blogueiros ao Projac, por Cyn Cardoso, direto do seu Blog Silent Devotion.
  7. Café com Gloria: a blogosfera brasileira na TV, escrito por Veridiana Serpa, no Blog 30 & Alguns.

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Fotos, fotos, fotos!!! Para quem quiser ver mais sobre esse encontro, acompanhar nossas caras e bocas de “deslumbramento” – ou seria encantamento – com a visita a Central Globo de Produção, estúdios e galpões onde a coisa toda funciona, atentos aos links:

  1. Flickr Veridiana Serpa
  2. Flickr do grupo Café.com Gloria – Bites
  3. Flickr Galeria aqui do Blog da Ti

Ah, importante, créditos aos participantes (com fonte na Bites):

Participaram desse encontro: Alexandre InagakiAna Cláudia BessaAntonio TabetCaio NovaesCynthia CardosoDeive PazosEdney Souza;Felipe Neto;Fernanda Furquin;Guilherme ValadaresGuilherme ZaidenHelton Kuhnen;Juliano SpyerLiliane FerrariLuiz JeronimoLuiz YassudaLuiza GomesMarina Santa HelenaManoel FernandesMax ReinertRachel JuraskiRafael Ziggy;Renata Deos;Rene de Paula Jr.Ricardo Ca’BiancaRodrigo FernandesRosana Hermann,Samantha ShiraishiSilvio Tanaka;Thiago BorbollaTiago Dória;Tiffany Stica;Urso Branco;Wagner Fontoura ; Zeni Bastos e Veriana Serpa;

10
dez
08

Relatos da visita ao Projac / Caminhos da Índia

Nesta terça-feira, 09 de dezembro, fiz parte dum encontro único, que como já havia comentando em outro post, foi promovido a partir de convite da Rede Globo de Televisão, na pessoa da autora Glória Perez , junto à Revista Bites, empresa de mídia digital e social, na pessoa de Manoel Fernandes para  proporcionar o encontro e bate-papo da autora com 50 blogueiros de todo o país.

Como já havia comentado aqui no blogdati e dito pessoalmente a quem merecia ouvir, considero o convite e a oportunidade de estar lá entre esses outros 49 blogueiros algo único e especial na minha vida. Tantos profissionais interessantíssimos, alguns famosos por suas participações constantes e ativas em prol da “qualidade” e disseminação dos blogs no universo da internet, de modo geral, todos pessoas curiosas, com origens e formações diferentes, com pontos de vista distintos, pessoas engajadas, determinadas e cada qual com seus projetos de vida e trabalho, mas com o elo forte que deixa algo comum a todos, o fato de sermos blogueiros e comunicadores, produzirmos conhecimento, disseminarmos nossa opinião e, para muitos, as habilidades técnicas de suas profissões, através das mesmas ferramentas, blogs pessoais/ou/coletivos e uma infinita gama de programas de informática e novidades da web2.0

Nosso dia começou cedo… para a maior parte do grupo, que saiu de SP e uns poucos que vieram de Floripa/SC, foi mais cedo do que pra mim que, com calma pude preparar todo o “terreno e artifícios” que meu marido necessitaria para poder passar o dia cuidando no nosso pequeno CJ, de quase 11 meses.

Esta terça, foi como disse especial… e aqui, cabe um sentido mais amplo, pois além de todo o tour pelo projac (que já comento), o bate-papo geral e blá-blá-blá, ainda vivemos essa experiência aqui em casa. Gentilmente meu marido e grande companheiro, faltou ao trabalho para ficar em casa com o CJ e pela primeira vez passaram um típico dia de semana sozinhos. Já pensaram?! Foi realmente a primeira vez e garanto que rolou muita ansiedade… a mamãe aqui deu banho, remédios (pois ele estava com uma virose, é mole?) e deixou almoço pronto para o baby, comida congelada para o papai, casa ajeitada, bolsa do bebê para passeio pronta, sucos, chás tudo nas mamadeiras e várias opções de lanchinho na geladeira… e fui, de taxi, encontrar o grupo no aeroporto, com o coração na boca, confesso. Nossa, como é difícil para uma mamãe carrapato deixar seu filho para trás, ainda que seja na companhia do zeloso pai… nem imaginava… e isso agora já me leva a pensar em como será quando a escola começar… mas, ok, ok, isso é foco para outro momento da vida e outros posts, com certeza.

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Voltando ao grupo e a visita. O primeiro impacto foi melhor do que eu esperava, todos estavam tão animados na chegada ao Rio que só transmitiam “coisas boas”. A ida para o Projac foi tranquila, embora muitíssimo demorada em função da distância entre a zona sul, onde está o aeroporto Santos Dumond e o Projac, que fica em Jacarepaguá/Curicica, zona oeste do Rio (quem tiver tempo, pode ver local e arredores no link/mapa).

E o espaço Projac? Que loucura! Fugiu um pouco das proporções que eu imaginava, algo muito grande, organizado, planejado, com muitos funcionários, subdivisões, escritórios, estúdios, galpões, ruas, restaurantes… sério, é uma cidade! Perguntei aos funcionários Globo e me contaram que há prefeitura e sub-prefeituras para administrar e delegar funções, pois diferente disso a máquina não funcionaria. E precisa mesmo… se me perguntassem hoje, sobre a efetiva ação de planejamento da Globo (acho que ninguém me perguntaria isso de verdade), mas eu tenho a resposta na ponta da língua: saber delegar funções confiando nos profissionais que a Casa tem.

gloria-perezBasicamente o teor do nosso evento que, inicialmente a “organização” chamou de Café com Glória, foi uma apresentação da nova novela das 20horas (que todos sabemos, em verdade é às 21h) seguida de troca de idéias. A novela, Caminhos da Índia que, até terça-feira, estava em seu capítulo 17/18, como disse Glória, está sendo adaptada com cenas na Índia, em 2 ou 3 cidades, mostrando a rica cultura social, familiar e religiosa daquele país e num espaço maior, a vida no Brasil, Rio de Janeiro, trazendo também peculiaridades da vida aqui. A autora fará comparações (mais a título de curiosidade - divulgar aquela cultura - e reflexão sobre) de hábitos e tradições características de famílias indianas com a realidade de Brasil que conhecemos, em especial de cidadãos que nascem ou escolhem viver no Brasil e no Rio de Janeiro. Eu não sou novelista, nem especialista nisso, mas as novelas parecem-me precisar sempre de grupos distintos para manter as histórias correndo em paralelo, como o reduto pobre e o rico, os engraçados e os “malvadões”da história… algo assim… e em Caminhos da Índia haverá, no Rio de Janeiro, mais especificamente na Lapa (eterno bairro da boêmia, bairro turístico, tão aprazível e judiado, mas que eu adoro), um grupo de indianos, com casa, comércio e história para contar. PERAÍ! Por que estou entrando em tantos detalhes? Porque é aqui que entra o envolvimento dos blogueiros com essa novela. Neste reduto que comentei estará incluídoIndra, um jovem indiano que estuda, ajuda a mãe e é autor de um blog. Hum…

 

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Mais detalhes com a autora, mas a princípio é aqui que nós blogueiros vamos colaborar e envetualmente, participar. Numa espécie de laboratório, Glória Perez que já bloga e até mantém perfil/comunidade no orkut, usa conversa instantânea, curte e-mail, navega e se interessa por um videozinho do Youtube, nos propôs “ajudar”a contruir melhor algumas questões peculiares aos blogs e ao universo virtual para dar mais credibilidade e sustentação, neste aspecto, ao seu personagem Indra. Apenas isso.

Eu, que fui achando que nada poderia acrescentar, pois acreditava que a autora já teria em mente um esteriótipo de blogueiro pré-moldado e que apenas apontaria o dedo para dizer “é com esse fulano aqui que meu personagem se parece mais”, fiquei felicíssima de ver como me enganei. Ela se mostrou aberta a muitas sugestões para a personagem, ficou de analisar questões polêmicas levantadas, explicou e relatou idéias, até sugeriu iniciarmos com mais afinco uma “luta pela melhor legislação para o tema”, a exemplo de sucesso que outras novelas de sua autoria ajudaram a promover junto a outras classes, como os ciganos em Explode Coração. E mais, o Indra terá o seu blog na ficção e um ghostwritter manterá uma versão do seu blog na realidade (aqui entre nós) e nós blogueiros estaremos auxiliando aí também, o que me parece mais legal e possível de visualizar. Bacana, não?! 

Enfim, creio que a Gloria pôde confirmar em que terreno está pisando, já que num ambiente do qual ela já faz parte por estar sempre antenada ao que está ocorrendo no mundo e por já blogar há algum tempo e com assiduidade (o que faz muita diferença) ela pôde sentir a partir de “grandes personalidades da blogosfera atual” e mesmo de autores de blog formiguinhas como o meu, se suas idéias para a personagem e para o foco que prentede dar a internet, novas tecnologias, tecnologia da informação, blogosfera e afins estão certas ou não. E claro, de quebra, irão obter muito muito marketing grauito na blogosfera, pois não há como nós – blogueiros convidados – deixarmos de falar sobre esse encontro, o que vimos, o que esperavamos e ainda, com certa pretensão, prever o que está por vir, em nosso meio, quando a novela estreiar e houver – pois fatalmente haveráum boom de blogs sendo iniciados por aí já no início de 2009. 

E como falei, no meu primeiro post sobre esse encontro, antes mesmo de saber que teria chance de fazer parte, se a coisa virar moda, o que é bem possível, já pensou? 

E quando a coisa é feita, dita ou usada pelos atores mais consagrados então?! Nossa, aí a moda ferve!  Isso é comum na nossa sociedade consumista e culturalmente falando, é uma das coisas características do nosso povo brasileiro… acompanhar as novelas, vivenciar juntos a vida dos personagens (muitas vezes confundindo a trama com a realidade dos atores) e sair dando pitaco por aí. Se por um lado é grotesco e tende para a superficialidade e alienação cultural, por outro (e talvez seja o lado mais forte) acaba sendo a única forma de oferecer mais informação, cultura e consciência social na maioria dos lares brasileiros, inclusive naqueles lugares onde quem é intelectual ou crítico demais nunca teve interesse em visitar. 

Que venha uma novela ótima e que a personagem Indra tenha o espaço adequado para sim, divulgar o tema Blogs, para trazer a reflexão sobre a disparidade de educação entre indianos e brasileiros, mostrando falhas recorrentes hoje na nossa sociedade, na estrutura de famílias brasileiras, mas também para mostrar o que há de legal e de comum entre um jovem daqui e um de lá. Por ora, sei que – palavras dos colegas blogueiros – pelo menos quando o tema é site de relacionamento, como orkut, as duas maiores audiências são Brasil e Índia. Aí tem! :)

Posto junto fotos do grupo e da chegada na Central Globo de Produção e em próximos posts, fotos da visita… assim as iamgens irão abrir mais fácil e eu não prolongo ainda mais esse meu texto aqui. Quem me leu, obrigado por compartilhar desse momento comigo. Abraços, Ti  

 

08
dez
08

Banco Real discute consumo e sustentabilidade

Através da Samantha do Blog A vida como a vida quer, fiquei sabendo desta discussão sobre sustentabilidade e consumo consciente, que ocorrerá amanhã, horinha do almoço. Tá em cima da hora, mas vale a pena programar-se para entrar nessa discussão. Acesse o link. Abraços.

Espaço Real de Práticas em Sustentabilidade. www.bancoreal.com.br/sustentabilidade

Olá, Acontece nesta terça-feira (09/12), das12h30 às 13h30, o videochat sobre consumo consiente, com Helio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu.

Aproveitando a chegada do Natal, o especialista irá discutir como os consumidores podem influenciar o mercado e as empresas para que acelerem a jornada em direção à sustentabilidade e trará dicas sobre como fazer uma comemoração mais sustentável. Você poderá enviar suas perguntas e interagir com o palestrante via chat.

www.bancoreal.com.br/sustentabilidade e clique no banner do Videochat. Participe! Equipe do Espaço Real de Práticas em Sustentabilidade Banco Real

08
dez
08

Salve o novo Campeão!

Quero falar sobre um tema nacional que afeta a todos, direta ou indiretamente, o FUTEBOL, a paixão popular que mais rende conversas por aí…

 

Mais uma semana está começando… não qualquer semana, mas “a semana” em que já há um novo Campeão Brasileiro, a semana em que se comentam nas ruas as últimas notícias acerca do time campeão, dos times “injustiçados” que poderiam ter sido campeões, daqueles que, por amor seus torcedores julgam ser equivocado o rebaixamento, sobre atletas mais qualificados, entre outros destaques e polêmicas do campeonato de futebol que mais mobiliza o povo brasileiro. 

 

É fato que a equipe campeã , o SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, com méritos próprios, alheia a polêmicas de erros de arbitragem levantadas pela mídia nas últimas semanas (tentativa leviana de diminuir o brilho da futura conquista e com foco na instabilidade emocional), capaz de superar atletas afastados por contusões, punições vigentes na regra como excesso de cartões amarelos e até mesmo de enfrentar a excitação e a pretensão de se julgar melhor que os concorrentes antes da hora, mereceu levantar – pela terceira vez consecutiva – a taça de Campeão Brasileiro de Futebol.

 

Nesse Brasileirão 2008 fez-se certo saber que nenhum time é imbatível, favorito ou previsível. Times como Santos, Fluminense, Flamengo, Atlético Mineiro, Atlético Paranaense e Vasco muitas vezes estiveram ali, no meio da tabela, figurando vez ou outra pela parte baixa da tabela. O sobe e desce dos times no decorrer das rodadas só faz acirrar ainda mais os ânimos, alimentar os sonhos de brasileiros torcedores e encher os estádios de futebol.

 

Mas, desde que o referido campeonato passou a ser de pontos corridos parecia que os clássicos de semi-finais e final, agora inexistentes, tinham deixado a programação dos últimos jogos, com pontos a somar, meio assim, sem brilho. Ano passado, por exemplo, o Tricolor Paulista havia projetado tanta distância em relação aos segundo e terceiro concorrentes que, exceto para a torcida sãopaulina, havia perdido a graça acompanhar os resultados finais do campeonato. Claro, como neste ano, sempre há a curiosidade e interesse pela ordem de classificação dos times , afinal, se não puder ser campeão, pelo menos que o time fique entre os quatro primeiros que conquistam vaga para a Libertadores da América ou então, entre os primeiros 12 que consquistam a chance de estar, futuramente, na disputa da Copa Sul-Americana… e mais ainda, que não estejam, figurando entre os últimos quatro da tabela, que automaticamente caem para a segunda divisão do Campeonato. 

 

Aliás, se é possível falar sobre comoção nacional por causa do futebol, certamente ela é maior quando a torcida se vê diante do indesejado, do fato de seu time estar prestes a cair para a segundona ou mesmo, figurando próximo aos últimos da lista… Creiam, não há temor maior. Mas, para vermos como não é errôneo o dito popular “futebol é uma caixinha de surpresas” neste ano até mesmo o campeão esteve na zona de rebaixamento. Sim, o São Paulo. Desceu na classificação, se manteve mediano na maior parte do campeonato e de repente, já no segundo turno, quando a torcida mais ansiava, eis que o time se reergueu e lutou com bravura rumo ao título. Claro que, dentre a maior parte dos 20 times que participam do campeonato da elite do futebol brasileiro, na verdade, poucos tem a administração centrada, a estrutura técnica/profissional/física, credibilidade, técnico único por todo o campeonato (dando chances e respeitando o profissional) e organização do Tricolor, o que interfere e muito para o sucesso de qualquer equipe.

Aliás, se formos falar em organização, pagamentos em dia, assessoramento profissional para atletas e afins, damos “pano para manga”, pois isso gera polêmica e talvez não seja o local e o momento mais apropriado. Ao contrário, apropriado é falar sobre os times rebaixados: Figueirense, Vasco, Portuguesa e Ipatinga, cuja queda fez jogadores chorarem em público e provocou a tristeza de muitos brasileiros por aí. Neste momento as torcidas vivem a sensação da derrota extrema, da desesperança, da fúria e da ira.  

 

Triste é ver rostos aos prantos, sofrendo pelo rebaixamento, cenas exibidas pelos canais de tv a todo o momento, mais ainda, é constatar a interferência tamanha que o futebol tem na vida de uma pessoa, que levou, por exemplo, torcedor do Vasco da Gama a ameaçar suicídio, pendurado na proteção das arquibancadas em São Januário, na fatídica derrota do Vasco por 2×0 para o Vitória, ontem. Pensem: até onde vai a idolatria, o amor por um time, que leva um torcedor desajuizado a querer tirar a própria vida?! 

 

Sim, times ditos grandes, com mais projeção e tradição no cenário nacional caem para a segundona, mas voltam… vejam exemplos do Vitória, Coritiba, Fluminense (que até para a terceira foi), Grêmio e mais recentemente o Corínthians… Quem não acompanhou  - tá certo que muitos brasileiros “olharam com gosto e apreciação de pimenta no olho do outro é refresco”, mas outros não – a trajetória de queda do “Curinthia” e a desolação da nação corinthiana que, aos prantos, findou o ano de 2007 dizendo: por ti, nunca te abandonarei… algo assim?! As sensações que vivem os torcedores de times rebaixados, a frustração, a vergonha e a ira é tão interessante de ser vista que merecia estudo acadêmico. A forma como trazem para si, refletindo os resultados, orgulho e amor ao time, permitindo que tudo interfira em seus cotidianos, suas atividades é algo surreal. E da mesma forma acontece quando conseguem subir para a primeira divisão ou quando se tem a oportunidade de comemorar um título, como é o caso agora, dos sãopaulinos.

 

Uma sensação de euforia, orgulho, nobreza, conquista pessoal, esperança, prazer, ânimo e gratidão toma conta dos brasileiros torcedores do grande campeão. Posso dizer com propriedade que é assim, pois o time para qual eu torço foi 6 vezes campeão brasileiro, por acaso, 3 vezes consecutivas. E garanto, é de fato um prazer torcer e acompanhar essa que é, pra mim, sem dúvida, a equipe mais preparada do país, não à toa, a que mais participa de campeonatos e encontra-se em evidência constante (por isso também, alvo de tantas críticas, julgo e despeito), mas ainda assim, brilha com luz própria.

 

Lamentável no entanto é que, em meio às muitas entusiasmadas comemorações Brasil afora, hajam práticas de violência ocorrendo por parte de torcedores rivais, torcedores de mesmo time e polícia. Toda rodada do Campeonato foi marcada por violência, provocações e perplexidade, essa é a parte negativa da história, é a parte dispsensável, mas que, infelizmente, deve ser lembrada para buscar reflexão e ações específicas, já que ano que vem os campeonatos recomeçam e a irracionalidade, os crimes e a ignorância que leva estúpidos torcedores a agredir outra pessoa não é restrita ao Brasileirão, mas recorrente nos campeonatos estaduais, regionais, internacionais e até – pasmem – em jogos amistosos.

 

Vamos cobrar, para 2009, mais preparo técnico da Polícia Militar que acompanha os jogos, torcidas nos estádios e arredores. Mais organização de dirigentes, clubes e respeito aos técnicos. Mais serenidade e qualificação p/árbitros.

 

Parabéns São Paulo Futebol Clube. Mais sorte no ano que vem, Grêmio, sem ironias, juro! Só lamento para os demais. 

 

P.S. Estou tb no Nossa Via!! Que legal.

08
dez
08

Virose de novo?

 

73985360Em agosto, o CJ teve sua primeira virose e eu pesquisei um pouquinho sobre o tema para contar aqui no blog. Com o título Virose à vista eu descrevi um trechinho de uma explicação médica para as tais viroses…

De lá pra cá, infelizmente, nosso pequenino já foi acometido por mais 2 viroses, assim como especificado acima, uma foi intestinal (a pior) e a outra respiratória. E o mais engraçado é que a “coisa mais acertada” dos tratamentos segue receita única: uma medida grande de paciência, muito carinho e observação. Essa virose respiratória a que me referi é que estamos vivendo agora, no terceiro dia de febre consecutiva, muito banho frio, antitérmicos e chamego. O CJ está amoado, choroso, não quer brincar como antes e prefere ficar no colo ou muito próximo de nós, mas sem qualquer outro sintoma além da febre. Para nosso desânimo, tanto a madrinha médica, quanto o pediatra que nos acompanha e a equipe do hospital que visitamos hoje, foram ao mesmo tempo enfáticos e evasivos ao dar o diagnóstico que nós pais, assim como nossos amigos que tem filhos, já somos capazes de antever na saída de casa: VIROSE.

Parece piada, mas é certo que quando a criança começa a ter qualquer mal estar, os pediatras sempre vão dizer que é alguma virose…  Parece que estou brincando, mas não, entendo as ressalvas e cuidados necessários com elas, só “lamento” por nós, os pais, nunca ficarmos sabendo exatamente qual vírus causou a dita virose e nem como e quando isso ocorreu. Tratamos e cuidamos dos pequenos na expectativa de que não venham a sofrer de novo, afinal, não há nada mais “triste” do que ver filho doente.

Inclusive, permitam-me um aparte, mas preciso dizer aqui que tenho uma amiga mãe de 4 filhos, de um em especial, que está tratando problema cardíaco, e por isso ela permanece com ele muitos dias em hospital… tendo ainda que dar conta dos outros 3 filhos, casa e marido. Realmente a admiro nesse ponto, pois não é uma situação fácil. Sempre dependentes de nós, quando doentinhos os filhos querem ainda mais colo, ainda mais atenção e carinho… imagine se desdobrar entre 4 filhos e visitas ao hospital?! Jo, está de parabens, mamãe nota 10.

“Há dois tipos de virose: respiratória e intestinal. A primeira é comum no inverno, quando os ambientes fechados favorecem a  circulação dos vírus. Já as viroses intestinais, caracterizadas pela  diarréia, são transmitidas pela água e, por isso, são mais freqüentes  no calor. A única solução é suavizar o desconforto e esperar que o  organismo se recupere gradativamente. Repouso, hidratação,  antitérmicos e, em casos de infecções respiratórias, manter limpo o nariz da criança, bastam num primeiro momento. Identificar o nome do vírus causador da doença em geral não influi no tratamento, pois da próxima vez que contraí-lo o organismo da criança estará imune”.

Outra dica, comentada pela Renata (blog Acontece aqui) na minha postagem anterior sobre viroses, é deixar sair, pôr pra fora, seguindo recomendações da Sonia Hirsch. O que está ruim e incomodando não deve ficar no corpo, deixando sair a gente se libera das toxinas e afins, ficando pronto para outra… as leituras por ela recomendadas foram  ”Deixa sair” e “Atchiiin!” e valem a pena.

06
dez
08

Ainda mama?

Na manhã desta quinta-feira, passeando com o CJ aqui pelo bairro nós conhecemos a mãe do Diogo, um lindo menino de 3 meses, a baiana/carioca Ana Lúcia, numa “posição” muito interessante. Ela estava parada em pé, numa parte do estacionamento da Cobal (um tipo de mercado municipal daqui) com o filho meio deitadinho sobre o peito dela, de fraldinha, tomando sol na e com a mãe. Quem já teve filhos sabe que os médicos (e qualquer guia/livro) indicam que se faça isso. No início devemos dar banho de sol de até 3o min e com o passar dos meses esta exposição vai aumentando… enfim… mas nem todo mundo tem casa com varanda e quintal ou apartamento com sacada boa que pegue sol. No caso da Ana e no meu, nem uma coisa nem outra. Assim, ela me contou que leva o bebê todos os dias (exceto nos de chuva) para tomar sol, ali, daquele jeito. E ela estava tão à vontade, curtindo tanto aquele “momento mãe e filho” que nem parecia estar na rua, num lugar público. Eu fiquei admirada e porque parei para vê-los foi que iniciamos um bate-papo. E claro, a conversa tb foi além muito porque ela já tem um jeitão carioca/despojado/que conversa com todos, diferente do meu – ainda, persistente – jeitão de curitibana receosa. Mas, enfim…

O que isso me lembrou foi de como é gostoso essa fase dos filhos bebezinhos, como é legal ter que fazer isso ou aquilo para o bem dos filhos, como ter que passear (caminhar empurrando o carrinho) todos os dias de manhã e tarde, ficar ali paradinha no sol recebendo energia, fortalecendo pele e ossos, tomar sucos naturais com eles, água de côco, fazer passeios próximo à natureza… a idéia é beneficiá-los, envolvê-los em ambientes bons, companhias boas, mas a verdade é que faz muito bem pra gente também. É uma parceria deliciosa!!

Aí, depois desse encontro da manhã,  eu cheguei em casa e li um desabafo muito interessante sobre amamentação materna, no portal Desabafo de Mãe. A mãe, de um pequeno de 11 meses, cujo nickname no portal é Astronauta, contou como tem lhe incomodado ter que enfrentar críticas, sugestões e conselhos não pedidos a respeito do fato de ainda amamentar seu filho no peito.  Ela, que ofereceu exclusivamente o peito até os 6 meses do bebê, contou que:

Com 8 meses o pequeno comilão já fazia 4 refeições, comia bem, desfrutava das novidades, mamava cada vez menos… Porém, o momento cinco estrelas do dia continuava sendo a “hora da teta”. Essa hora não era só alimento, era consolo, era a canção de ninar, era carinho, era “a mamãe está aqui, e está tudo bem”… 
Até que o mundo ao meu redor, começou a achar que o João já estava grandinho para continuar mamando, e começaram as sugestões do porquê, como e quando desmamar”.

Como comentei no portal, eu também tenho sido vítima das mesmas observações que ela conta, por isso me identifiquei de imediato com o desabafo dessa mãe. O CJ está com 10 meses e meio e sempre as pessoas me perguntam “ele ainda mama no peito? Nossa, mas está tão grandão!”  E após minha resposta positiva (não sei porque me explico), mas após minhas explicações de sim, ainda amamento pois tenho tempo para isso, estou sempre em casa com ele, acho saudável que ele receba leite materno, era uma vontade minha e do meu marido, etc e tal… as pessoas ainda insistem, dizendo que “tem mãe que não consegue deixar de amamentar mesmo” ou “mas você sabe que não tem necessidade, né? agora que seu filho já come não precisa mais do seu leite”. É mole?!

Como disse a Astronauta, o pior é que nossa sociedade, as pessoas ao nosso redor se chocam menos com um recém-nascido tomando mamadeira do que um bebê de 2 anos mamando no peito, sendo que, como ela mesma aponta, com dados da OMS…

Isso é engraçado porque atualmente não há dúvidas de que a amamentação é a melhor forma de alimentar e interagir com o bebê. Todo mundo sabe e a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda amamentar nos primeiros seis meses de forma exclusiva, e complementada até os dois anos ou mais. E na teoria todo mundo concorda, mas a realidade é outra.

Fica a pergunta: todas as mães são criticadas até quando tentam oferecer o melhor aos seus filhos ou isso acontece isoladamente, comigo, com a astronauta e mais meia dúzia de mães? Por que tanta gente “acha” que tem os melhores conselhos a oferecer quando se depara com uma mulher grávida ou mãe de primeira viagem, em especial, sobre a amamentação?

Páro, penso, reflito, mas ainda não entendo certas atitudes… nem as críticas por querermos oferecer nutrição, carinho e aconchego aos nossos pequenos filhos (sim, ainda nossos bebês mesmo que tenham aprendido a andar) e muitos menos àqueles olhares de reprovação quando oferecemos o peito em público. Falo dessa questão do peito, porque meses atrás eu li um texto muito bem humorado e coerente, de uma das mães autoras do blog Mamíferas e fiquei de comentar aqui quando tivesse chance. 

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 Quando eu estava grávida achava que nunca amamentaria em público, nem na rua  e muito menos na frente dos amigos homens, pai, sogro ou irmãos. Coisa de gente  envergonhada e pudica… claro que hoje, pensando e agindo diferente, não saio  ostentando o peito na frente dos outros, meu objetivo é oferecer leite ao meu filho,  por isso abro a blusa o suficiente para que ele mame, apenas e dou preferência por usar  blusas de botão ou decote transpassado, mas não deixo de amamentar, em hipóstese  alguma, só por estar num restaurante, no shopping, praia ou casa de amigos.

Ter que fazê-lo em público não é problema nem vergonha, é fato, é atitude natural de uma mulher que teve bebê e quer alimentá-lo da forma mais natural que existe. Porém, é aí que entra o relato da Tatá, tem muita gente por aí que acha ruim ver mães amamentando, gente preconceituosa e esquisita que fica olhando para depois criticar, gente que não tem nada a ver com as nossas vidas, mas que dá palpite e até mesmo pratica atitudes desagradáveis quando próximas. A Tatá conta:

 

… não foram poucas as vezes em que tive que aguentar alguém (geralmente um funcionário do lugar, segurança ou algo assim) vir me abordar perguntando se eu não gostaria de amamentar “mais reservadamente, no fraldário”. 

Amamentar no fraldário? Escondidinha numa daquelas ‘baias’ apertadas, abafadas e incômodas que normalmente são reservadas para isso? Por quê? Uma vez, cheguei a perguntar para um segurança de shopping: “você gostaria de almoçar no banheiro? não, né? então porque minha filha deveria?? [...]

 

Adorei isso! A resposta dada ao segurança me deixou orgulhosa. Porque gente, não há coisa pior do que ser vítima do olhar reprovador de pessoas pretensiosas que julgam saber o que é melhor para nós e nossos filhos sem sequer nos conhecer. Ainda mais quando o assunto é tão delicado, natural e especial como a amamentação. Que essa parte do post fique de alerta a quem, mesmo sem querer “já lançou aquele olharzinho desagradável” para uma mãe em situação semelhante… ou mesmo, naquelas em que a criança se joga no chão fazendo birra, pois isso muitas vezes não é falta de educação e repreensão dos pais, viu, mas uma tentativa da criança de impor sua vontade, testar limites. Fazer birras faz parte, presente em muitas etapas e a mãe já fica constrangida por si só, não precisa – ainda mais – do olhar crítica das pessoas ao seu redor. hehehehehe

Um abraço. O post ficou longo, mas acho que valeu a pena :)

04
dez
08

Momento piadinha: ser Curitibano é…

03
dez
08

Doações materiais… porque a chuva continua…

Semana passada postei um longo texto falando das chuvas em Santa Catarina, que deixaram – na ocasião – 8 cidades isoladas, milhares de desabrigados e mais de 70 mortos. Emocionada e comovida, enviei e-mail aos meus amigos e conhecidos, pedindo doações para as contas bancárias abertas pelas administrações municipais e outras instituições com finalidade de arrecadar fundos para a reconstrução das cidades. Aqui em casa fizemos nossa doação pelo Banco do Brasil.

Ainda sensibilizados e mais preocupados a cada dia, pois as chuvas continuam, os números aumentam e conforme os relatos de quem está vivendo nas cidades atingidas vão surgindo, por conhecidos ou através das reportagens na televisão, nós resolvemos fazer donativos materiais também. Ontem eu e o CJ separamos (eu separava, ele desdobrava ou trocava de pilha, mas ajudou me fazendo companhia) muitas roupas, calçados, dos pais e dele, mantas, cueiros e outras peças de enxoval de bebê para entregarmos no Corpo de Bombeiros do Humaitá, um dos postos de coleta aqui no Rio. De lá as doações seguirão para a Defesa Civil do Rio e num avião cargueiro do Exército Brasileiro, terá como destino o aeroporto de Navegantes/SC. Quem receberá nossas coisas, não sabemos, mas temos a consciência de que fizemos realmente tudo que estava ao nosso alcance. E rezamos para que todos os ítens enviados cheguem nas mãos de quem precisa de fato e sejam bem utilizados.

Apesar de ser uma causa nobre, confesso que fiquei, inicialmente, com dó de dar mais de 50% das peças do enxoval de bebê do meu filho, que ainda nem completou 11 meses. Tantas roupinhas que nem foram usadas, porque ele nasceu grandão, tantas peças presentes de pessoas queridas, estavam guardadas para um futuro irmão ou sobrinho, mas diante da sensação de impotencia que senti ao ver mães sem ter roupas secas para vestir em seus filhos pequenos, muitos bebês… achei melhor abrir mão, me desapegar e ajudar quem precisa hoje. Eu usaria estas peças daqui a alguns anos e as vítimas de SC precisam disso agora. Além do mais, se Deus quiser, continuarei tendo condições de comprar esses e outros artigos, então, nem vou ficar triste, pelo contrário!!   

02
dez
08

Caminho das Índias me levarão ao Projac

juliana-paes-a-indianaA foto está tão linda que não resisti e colei do blog A vida como a vida quer para cá. Eu não sou de ser fã de uma ou outra celebridade apenas porque a pessoa aparece na Tv, acho isso bobagem… mas admito que sou fã de pessoas que conheço e respeito o caráter, a forma como encaram a vida, como convivem em sociedade e o que fazem para viver melhor. Também viro “fã”, se é que posso dizer assim, de pessoas queridas pra mim que conseguem ficar bem consigo mesmas, bonitas, seguras, bem sucedidas, de alto-astral.

Nada disso que estou dizendo aqui tem a ver com a Juliana Paes, de quem o mais perto que cheguei foi nas frisas durante desfile dela na Sapucaí, mas enfim… acabei pensando nessa “coisa de ser fã” ao ver a foto dela, pois vejo diariamente no meio em que vivo, através dos meios de comunicação e em demonstrações públicas a forma como o povo idolatra essa moça. É bonito de ver, ela tem um carisma, parece embriagar as pessoas com sua beleza, algo assim… 

Ok, ok… divaguei um pouco, mas agora volto ao que me levou a buscar essa foto da atriz caracterizada à moda indiana para as gravações da próxima novela da Rede Globo, No Caminho das Índias… lembram que dias atrás eu postei um texto falando sobre a intenção da autora Glória Perez em abordar o tema blogs nesta nova novela?! Era informação quentinha do Boombust e do A Vida como a Vida quer e eu, encantada com o interesse e com a potencial desmistificação do significado de ser/como trabalham/quais interesses/origem/expctativas/perfil dos blogueiros brasileiros e afins, acabei escrevendo o tal post.

Para minha surpresa e contentação, dentre os 50 blogueiros convidados para o bate-papo com a autora e o diretor da novela, no próximo dia 09 de dezembro, no Projac, Rio de Janeiro, eu sou uma das pessoas escolhidas. A idéia é servir como laboratório para a autora conhecer melhor esse vasto universo dos blogueiros, rico e em constante transformação. Luck me!

Depois, na semana que vem, posto aqui as minhas impressões sobre o Projac (hum… já que o tour pelo lugar faz parte do encontro) e claro, sobre o que foi discutido, em que tom e como imagino que a história toda sairá delineada no decorrer da novela. Ou seja, aguardem os meus “próximos capítulos”!

02
dez
08

Dia do Relações Públicas

destaque_noticia_117 02 de dezembro, dia mais lembrado como dia nacional do samba, é também a data  em que se comemora o profissional de Relações Públicas. Ou melhor dizendo, o  Dia Nacional das Relações Públicas. É dia de enaltecer as conquistas destes  profissionais que, diariamente tem arregaçado as mangas para ampliar seus espaços no mercado de trabalho, esclarecendo a importância da profissão, promovendo e divulgando as técnicas, habilidades de ser um RP e de tê-lo em meio gerências e diretorias diversas tanto no setor público quanto privado. E, como posto num blog, faço questão de parabenizar os colegas que estão atuando no universo da web 2.0, em blogs corporativos e afins. Parabéns colegas. Hoje foi um dia especial pra mim e tenho certeza para todos os demais, colegas já formados, estudantes e interessados em ser um RP.  

Outro dia falo mais da profissão e com muito prazer!

 

Lei Nº 7.197, DE 14 DE JUNHO DE 1984

Institui o “Dia Nacional das Relações Públicas”

Faço saber que o Congresso Nacional decretou, o Presidente da República nos termos do artigo § 2º do artigo 59, da Constituição Federal, sancionou, e eu, Lomanto Júnior, 1º Vice-Presidente do Senado Federal, no exercício da Presidência, nos termos do § 5º do artigo 59 da Constituição Federal, promulgo a seguinte Lei:

Art. 1º - Fica instituído o dia dois de dezembro como o “Dia Nacional das Relações Públicas”.

Art. 2º - Na data estabelecida no artigo anterior, as associações e entidades ligadas à atividade de relações públicas farão, em todo o País, promoções que de qualquer modo assinalem e festejem o transcurso da efeméride.

Art. 3º - É declarado Patrono das Relações Públicas, Eduardo Pinheiro Lobo, nascido em Penedo, Estado de Alagoas, em 1876, e falecido em São Paulo, a 15 de fevereiro de 1933.

Art. 4º - Esta Lei entra em vigor na data da sua publicação.

Art. 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

01
dez
08

SOS Santa Catarina – relatos

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Ontem, enquanto eu preparava o meu texto para estrear no portal Nossa Via nessa segunda-feira, pude ler os artigos de outras pessoas sobre o mesmo tema, esse que está sendo recorrente em função de sua enorme proporção e impacto, o desastre de SC. Max Reinert, fez algumas reflexões e expôs o banner acima. Tomei a liberdade de copiar a imagem e volto a bater nessa mesma tecla aqui no blogdati, temos que ajudar.

Para intensificar esse meu pensamento e comoção, há poucos minutos recebi telefonema de uma irmã minha que reside em Curitiba… ela, que está recebendo como hóspedes a sogra, cunhada e sobrinho, “originalmente “moradores de Blumenau – SC, me transmitiu parte da narrativa da sua família, algo mais ou menos assim:

“Ninguém faz idéia do que estamos passando em SC. Tudo que aparece no jornal não exemplifica nem metade das coisas que estão acontecendo na cidade. Parece que Blumenau é uma cidade em guerra. Água pra todo lado. A todo momento casas estão desmoronando, indo pro chão. Os saques não páram de acontecer. A gente não pode sair nas ruas com bolsas a tiracolo ou sacolas nas mãos, porque os assaltos estão acontecendo o tempo todo e a qualquer hora do dia, um perigo. Os preços aumentaram nas lojas e supermercados. Há o toque de recolher e isso assusta. Se você passa nas ruas só o que vê é o asfalto cedendo, as ruas rachadas… não parece que a cidade continuará a existir. Assustador. Se o povo não ajudar, se as pessoas não mandarem dinheiro pra tudo, quem mora em Santa Catarina vai morrer de fome e frio”.

Gente, depois de escutar isso no telefone, estar acompanhando as notícias na televisão e depois de ter lido e-mails com descrições tristes a partir de colegas de trabalho do meu marido, residindo em Itajaí/SC no momento, ao mesmo tempo que eu sinto que estou consciente e tenho perfeita noção do caos lá instalado, também me sinto mais impotente do que nunca… que sensação estranha…

Meu marido e eu doamos dinheiro, já depositado no Banco do Brasil, uma das contas que eu mesma já ajudei a divulgar aqui, mas que o banner acima reforma. Estamos enviando e-mails aos mais chegados, conversado com familiares e usando estratégias diversas como escrever aqui no blogdati, onde tenho chance de me fazer ouvir/ler, já que blogs hoje são excelentes ferramentas de comunicação social e interação com o mundo. E ainda assim, mesmo fazendo nossa parte como formiguinhas, mas parece que estamos fazendo pouco.

30
nov
08

Natal na Lagoa

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êba!! A árvore de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas foi inaugurada ontem. Parece que assim começa o clima natalino aqui entre os cariocas… pelo menos aqui em casa é este o efeito. Eu já esperava ansiosa e acho que vamos hoje dar uma espiadinha. Ho-ho-ho

Este ano o tema da árvore é “Uma melodia de paz para a família brasileira”. No topo dos seus 85 metros, uma estrela com a companhia de dois anjos representando a paz. São 52 quilômetros de mangueiras luminosas. O espetáculo este ano ganha um toque musical, com canções natalinas, gravadas na Itália, com sinos tocados manualmente por sineiros profissionais. 

Todos os sábados, às 21h, cariocas também poderão ver uma queima de fogos de artifício, instalados nas laterais da árvore. (informações do G1)

30
nov
08

Pista Cláudio Coutinho

 

Nesta manhã demos uma passadinha na Pista Cláudio Coutinho, um dos lugares considerados “pontos turísticos” da cidade onde gostamos de ir. A Pista, propriedade militar, fica na encosta do Pão de Açúcar e é própria para caminhadas e passeios, onde a gente aproveita a vista do mar, dos rochedos, barcos de pesca e/ou navios de cruzeiro passando ao longe, além da Praia Vermelha, onde fica o acesso à pista.

Mas o melhor é com certeza respirar o ar puro dali, ouvindo o barulho das ondas batendo nas pedras e poder observar os animais, especialmente os simpáticos e espertos micos – sempre à espera de bananas e outros quitutes – oferecidos indevidamente por nós turistas.

Através da Pista C. Coutinho também são feitas trilhas e mini-escaladas, de interesse esportivo ou apenas turístico, em grupos pequenos ou grandes, de iniciativa particular ou contratados. A gente vai cruzando com os grupos, montanhistas cheios de cordas penduradas na cintura e suas mochilas características. Um barato. Até eu já fiz esse esquema de caminhar pela trilha e escalar o Pão de Açúcar “pelos fundos”, indescritível, maravilhoso. Taí, fica a sugestão… quem quiser saber mais sobre isso, entra no site. Abraços.

 

30
nov
08

As últimas do CJ

Passaram alguns dias desde meu último post exclusivo sobre o CJ.

Nesta semana, mais especificamente na terça-feira, ele aprendeu a bater palminhas. Me recordo que conheci uma mãe de encantadora menininha (num dia qualquer aqui do Rio) e ela me disse que a filha de 1 ano havia aprendido a bater palmas com 4 meses, pois foi muito cedo para a creche e lá “eles” estimulam muito a psicomotricidade da criança. Sem comparações porque tenho cosciência de que não se deve comparar o desenvolvimento de bebês, de crianças dum modo geral… mas achei a filha precoce e me preocupei com o CJ.

Quando, nesta semana, as palminhas vieram, quase morri de alegria, meu entusiasmo (comum a todas as novidades dele) foi tão grande que liguei rapidamente para o papai a fim de contar, depois a madrinha carioca e assim por diante… Hoje estava reflexionando e pensei “na terça as palmas foram um encontro desengonçado das mãos, meio sem noção, motivados pela alegria de ter visto close de uma atriz (não recordo o nome) num programa de TV. Passaram-se pouquíssimos dias de lá pra cá e hoje as palmas saem perfeitas, entusiasmadas, carregadas de orgulho, pois ele sabe que está fazendo algo que nos deixa feliz e ocorrem diversas vezes ao dia: quando termina de comer (e comeu tudo), quando fica em pé sozinho ou faz algo diferente, quando quer nos chamar a atenção, entre outros exemplos”. Estou impressionada com a autonomia que ele vai ganhando a cada dia. Nos surpreende e encanta.

Outra novidade foi que aprendeu a fechar portas, com delicadeza e sem barulho. Ele tem entrado nos cômodos, senta, fecha a porta devagarzinho (puxando com um dedinho geralmente) e fica lá… assim que eu apareço e vou abrindo devagar, chamando por ele, ele começa a gargalhar. Parece que está provocando as brincadeiras do “sumiu/achou”. Muito legal.

Nessa fase dos 10 meses e meio ele tem se mostrado muito esperto, com movimentos rápidos e curioso ao extremo. Tudo lhe causa curiosidade, mas nem tudo surpresa. Por alguns desafios, brincadeiras que fazemos para incentivá-lo ou até obstáculos físicos no caminho de sua passagem, ele demonstra mais ou menos surpresa. Isso tb tem sido bem legal de observar. Continua tirando e guardando coisas das gavetas e agora está carregando obejtos escolhidos por ele casa adentro e nos entregando quando não quer mais. Ontem, do nada, ele veio engatinhando e me trouxe o telefone sem fio na cozinha, eu peguei, ele sorriu e voltou faceiro para a sala, onde ficou vendo TV, assim…

Com os brinquedos ele está mais atencioso. Presta muita atenção nos detalhes, mexe, empurra, joga, pega de volta. Ganhou, na segunda, uns blocos de montar – tipo lego grandão – e só deu atenção a eles até conhecer melhor. Também adorou a caixa de papelão que continha as peças… oh… mas isso não foi novidade, que criança não se encanta pelo menos uma vez pela bendiata caixa de papelão?! Na quarta comprei uns bichinhos de borracha para o banho, que vieram a completar a coleção que a Tia Jo deu e, ele se divertia pondo tudo junto no balde de areia/praia. Agora, no momento a maior atração da vez é a Bíblia infantil que a Vovó Ita deu no batizado. Ela já está mordida, com páginas despencando, mas “resiste firmemente” aos puxões e babas. O CJ vira as páginas, aponta os personagens e me chama pra ler, depois fica sentado mordendo… deve ser uma delícia!

Socialmente eu diria que ele está mais carinhoso com quem conhece (como com os padrinhos aqui do Rio, que vibra ao ver de longe) e desconfiado com estranhos. Até os 8 meses ele ria para qualquer um e se oferecia para colos. Eu desabafava, preocupada, com o pediatra. Tinha receio que ele ficasse muito dado, pois quando aprendesse a andar as preocupações aumentariam… sabem como é, criança já tem mania de sair correndo por aí e demoram a aprender que não se deve aceitar coisas e em falar com estranhos… ainda mais crianças fofas e simpáticas. Tinha medo mesmo, ouço cada coisa por aí. Mas, para sorte minha, o CJ está “avaliando” as pessoas antes de sorrir, reagir às brincadeiras e provocações. Está mais seletivo, hehehe.

Nosso pequenino está crescendo. Eu, adorando.




 

fevereiro 2010
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