Quando pensei em escrever hoje, lembrei-me dessa música “a dois passos do paraíso” da Blitz, sucesso na década de 80.
“Longe de casa
A mais de uma semana
Milhas e milhas distante
Do meu amor
Será que ela está me esperando
Eu fico aqui sonhando
Voando alto
Ou perto do céu
Eu saio de noite
Andando sozinho
Eu vou entrando em qualquer bar
Eu faço meu caminho
No rádio toca uma canção
É que me faz lembrar você
Eu fico louco de emoção
E já não sei o que vou fazer (…)”
Meu marido no nordeste, eu aqui no sul, separados geograficamente por mais de uma semana… (rsrsrs)
O fato é que longe de casa, do Rio de Janeiro, nossos hábitos se modificam, temos menos medo, dormimos melhor e acordamos mais dispostos. Claro, estar próximo dos parentes ajuda muito, mas é o clima da cidade que interfere mais fortemente. E não estou falando do frio de Curitiba e do calor do Rio, mas do ar interiorano talvez dessa que foi a província mais importante do Paraná, hoje sua capital. No fim das contas só morando fora para ver como essa cidade é agradável e promissora.
Mas, como encantos e contos-de-fadas nem tudo é perfeito e, assistindo às depoimentos que costumam encerrar a novela não é que testemunharam os pais do menininho João Hélio. Isso foi emocionante também… pela sua dor e defesa da justiça, este casal acabou, de certo modo, fazendo parte da vida e/ou rotina de muitos brasileiros. Que Deus olhe por eles.
E quando eu voltar pra casa, que as coisas por lá estejam melhores.











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