Arquivo para Abril, 2007

27
Abr
07

Segredos Públicos: os blogs das mulheres no Brasil

Ontem, navegando pela internet durante minhas leituras matinais, encontrei uma reportagem no Globo on line sobre o livro “Segredos Públicos – os blogs das mulheres no Brasil” da pesquisadora Luiza Lobo.

Sem na verdade saber a razão, fiquei imediatamente feliz de verificar que há nova publicação no país sobre o tema, que por muitos é interpretado como futilidade e alienação, quiçá perda de tempo, mas que desperta respeito, curiosidade e interesse em outras pessoas, como a autora. Pessoas que entendem que criar e manter um blog (diário virtual) não é modismo ou passatempo para pessoas sem ocupação (críticas/comentários que ouvi recentemente) e sim, alcançar através de suas próprias idéias combinada à estrutura da internet, uma forma direta de expressar suas opiniões e sentimentos, suas impressões sobre o mundo, lembranças, coisas do cotidiano.

Ainda não li o livro citado, mas pretendo fazê-lo em breve, no entanto, creio que apenas o fato de alguém levantar a questão da livre expressão através da internet, dos diários virtuais e da forte participação da mulher na sociedade pós-moderna da qual fazemos parte, já aumenta meu entusiasmo e curiosidade. Percebo hoje – mas pode ser impressão – a existência maior de blogs femininos em comparação aos masculinos, digo, as mulheres parecem-me mais interessadas e preocupadas em compartilhar suas observações sobre os mais diversos temas do que os homens, inclusive quando são assuntos de ordem pessoal, àqueles que antigamente eram confidenciados apenas aos diários cadernos, guardados a sete chaves no criado mudo ou no fundo do armário de roupas…

Diante da minha pequena experiência de vida e dos meus solitários, mas muito coloridos e amados 3 diários físicos, chego à conclusão de que os homens não querem se expor como fazem a maior parte das mulheres, não apenas por acharem isso uma bobagem, mas porque sua natureza lhe confere insegurança e receio de fazê-lo, já que é sabido que qualquer pessoa que externa suas idéias e como diz o ditado “dá a cara pra bater” fica sujeito à críticas e comentários de quem tenha acesso a elas… E isso me leva a pensar que as mulheres também nesse ponto são mais corajosas do que os homens, além é claro, de renovarem através do hábito dos blogs a alcunha de matracas, que tenho certeza é adjetivo já sugerido à maior parte das mulheres que sempre têm algo a dizer sobre todos os assuntos.

Friso: matracas / falantes pelos cotovelos (e consequentemente redatoras das mesmas idéias) sim! Fofoqueiras não! Que os leigos não confundam isso, pois o mais legal em escrever num blog é sentir-se livre para escrever o que quiser, quando quiser, sem compromisso com outras pessoas, apenas consigo mesma, respeitando seus valores e criterios pessoais, que neste mundo virtual difere de pessoa pra pessoa, interesses e caráter. E como o perigo de oferecer certas informações é iminente, fica reservado a cada usuário e proprietário de blog o que deve ser publicado e divulgado ou não. A idéia é falar sobre o que lhe fará feliz, aliviado, justiçado (não sei se essa palavra existe), presente de algum modo nessa nova sociedade virtual da qual fazemos parte de algum modo, ainda que as proporções sejam incabíveis de compreender em diversos momentos.

Saber que alguém pode ler suas idéias é bacana, mas não é primordial. Já saber que você tem idéias e opiniões próprias e que pode externá-las a qualquer momento, com liberdade, não tem preço! Isso é o legal dos blogs e as consequencias disso são o diferencial dos diários antigos de cadernos, com ou sem chavinhas.

E pelo visto eu não a única a me interessar pelo tema. Samantha, minha irmã blogueira que “funciona” em sincronia com a web2.0 também comentou o assunto em seu blog pessoal.

26
Abr
07

Copa do Brasil no Maracanã

“Uma das coisas mais difíceis que percebo por não morarmos mais em nossa cidade natal, ou cidade querida onde crescemos e pela qual temos afeto e mantemos vínculos, é o fato de não encontrar pessoas que torcem para o mesmo time de futebol…”

Isso deve ter sido o pensamento do meu marido, ontem, quando apenas nós dois fomos assistir ao jogo Botafogo X Coritiba, num Maracanã lotado.

Foi uma loucura! Tudo bem que nós chegamos apenas 1hora antes do jogo e deixamos para comprar os ingressos, ali, de última hora, mas nada justifica a falta de organização, o empurra-empurra, as bombas de gás de efeito moral e o spray de pimenta usado pela polícia para conter os ânimos dos torcedores que ainda, esperançosamente, se aglomeravam nas supostas filas das bilheterias. Claro, ontem foi um dia excepcional em números porque mesmo não sendo um clássico carioca, o estádio lotou… mas, também… pra garantir público, a diretoria do Botafogo decidiu vender os ingressos a 4,00 reais inteira e 2,00 para estudante, pode?! Aí novamente por causa da falta de organização, não havia troco nas bilheterias e foi esse um dos motivos de tanta confusão. Ninguém merece…

Eu, sozinha, perto de umas crianças deixadas pelos pais, próximo a uma viatura da polícia, esperava pelo Ju que ficou mais de 40 minutos no meio daquele empurra-empurra. A cada grito ou sinal de cacetada da polícia eu me desesperava, só esperando ouvir: pega, torcedor do Coxa!! Mas, pra sorte minha – graças a Deus – meu único susto real foi ver o Ju saindo da confusão 1kg mais magro (porque deve ter sido uma sauna forçada), pingando suor (suor não só dele), fedendo, descabelado, tossindo à bessa (por causa da fumaça de pimenta) e pra piorar, com 2 ingressos na mão!! É… o desejo de assistir ao Coxa no Maraca era tamanho que ele conseguiu comprar os ingressos e lá fui eu, assistir e torcer (por compaixão) mais uma vez para o Coritiba…

Primeiro tempo bom, segundo tempo xoxo! O Coxa fez 3 mas levou 3 e como tinha perdido em casa, semana passada de 1×0, caiu fora da Copa do Brasil, deixando o Fogão seguir para as quartas de final… Sinceramente?? O Coxa tem um time muito ruim, mas o Botafogo também não é lá grande coisa…

Bom mesmo é o SPFC – meu time querido – que mesmo num jogo medíocre contra o Audax, segue vivo na Libertadores da América, mesmo depois de decepcionar no paulista. Japão, aí vamos nós!!! Porque a esperança é a última que morre…

24
Abr
07

RUA TEREZA X PETROPOLIS


Ontem aproveitamos o feriado de São Jorge (feriado municipal aqui no Rio) e fomos conhecer a tão falada e indicada Rua Tereza, em Petrópolis. A suposta “meca” dos lojistas e consumidores do estado do Rio e região, deixou a desejar. Desde antes do início da estrada (muito sinuosa, sem acostamento em boa parte dela, mas com uma vista linda de serra), a gente já via os anúncios das mais de 1200 lojas que compõem o núcleo de vendas a atacado e varejo da Rua Tereza, em outdoors e plaquinhas menores…

Fomos em dois casais, sendo que os maridos não estavam – como a maioria dos homens diante das compras – nem um pouco animados para percorrer a Rua Tereza e suas adjacentes olhando vitrines e roupinhas da moda… mas o fizeram mesmo assim já que os gostos e interesses estavam muito distintos entre as mulheres e não é que foi legal?!! Pelo menos juntos, passeando de mãos dadas e opinando um tiquinho que seja, os maridos acabaram fazendo um tour romântico em meio às lojas e ao clima de consumo.

E já que estou mencionando os homens, que decepcionante será a ida de quem buscar em Petrópolis roupas masculinas!! A oferta é pequena e a qualidade de camisas sociais, camisetas e pólos é muito pequena. Até encontram-se algumas camisarias especializadas (cada marca com umas 4 lojas em média, espalhadas pelas ruas), mas mesmo essas tem baixa qualidade de material, sabe, tecido fino, acabamento ruim… uma lástima visto que os preços indicados são bons, mas num raciocínio lógico a gente vê que o preço é baixo à medida que a qualidade é inferior. Diferente das lojas e camisarias de SP, no Brás, por exemplo… Mas, nem dá para comparar o Braz com a Rua Tereza, assim como não se pode comparar a Rua 25 de Março com o SAARA do Rio de Janeiro… Assim como não se comparam cariocas e fluminenses com paulistas e paulistanos, pois os interesses desses povos são muito diferentes e a exigência em termos de qualidade de produtos, alimentação, atendimento, educação e reciprocidade em qualquer relacionamento humano é muito distinta.

Só viajando por entre esse nosso Brasil afora para conhecer a expectativa que as pessoas têm das coisas e assim perceber como no sul do país tudo é melhor!! Falam aí minhas raízes, sinto muito!!! Está bem vai, SP é sudeste ainda, mas pelo menos a partir daí e descendo as coisas já começam a melhorar e olha, Sá (caso vc leia isso) que não estou puxando sardinha pro seu lado, hehe!!!

Enfim, nós tivemos um dia de 23 graus (quando chegamos a Petrópolis às 10horas da manhã) e uns 30 graus entre meio dia e 16horas, quando encerramos as compras. Clima muito mais ameno do que o super calor da capital e isso me animou muito. Quando nós dirigíamos para a cidade eu dizia para meu marido: “será que há chances de eu gostar da cidade e querer vir morar aqui, já que fica a 65 km do Rio?”… tudo porque a Serra me trazia uma sensação de conforto. Ele ria, como sempre! Tendo conhecido a cidade, algumas horas depois, eu mesma desisti do pensamento. Petrópolis me pareceu uma cidade confortável realmente, mas com pouca infra-estrutura (em relação a outras do mesmo tamanho) e bastante descuidada para uma cidade histórica, turística, cidade imperial. Há um contraste muito grande e rápido de se perceber entre a pobreza e a riqueza, não só financeiramente falando, mas de cultura e interesse histórico entre toda a diversidade cultural que coexiste entre os moradores de lá. Dum lado o palácio de Cristal (presente do Conde’Eu para Princesa Isabel), o Palácio Imperial e a Casa de Santos Dumond. Do outro, várias favelas e casas sem infra-estrutura que invadem os morros e arredores de casas de classe média, também construídas (muito provavelmente) de modo irregular entre os morros daquela cidade-vale. Nesse ponto lembra o Rio… E é uma pena porque é uma cidade que faz parte da história do Brasil e já que ainda se ganha e cobra por isso (com impostos absurdos pagos – ainda – aos descendentes e bens da família real), além do turismo, então o mínimo a fazer seria oferecer mais beleza e qualidade aos que visitam a cidade. De qualquer modo, como tudo na vida, valeu ter conhecido Petrópolis. E sinceramente, diferente do casal amigo que foi conosco, eu voltaria, para tentar achar outras coisas boas e quem sabe melhorar minha primeira impressão sobre a cidade.

Pra finalizar: a Rua Tereza funciona nas segundas de 14h às 18h, terça à sábado no horário de 9h às 18h e no domingo de 10h às 16h. Nos feriados as lojas não abrem.
Aviso dos comerciantes: “É importante dizer que nem todas as lojas abrem aos domingos”.

E fica como minha indicação: a Rua Tereza vale a pena para mulheres que querem comprar roupas para o dia a dia e de estilos modinha. Roupas sociais, de festa e/ou com mais qualidade eu descarto. Mas vestidinhos, saias, camisetas, blusinhas, legging’s e até roupas íntimas têm bastante
oferta e as peças saem na média uns 45 reais. Pra quem compra roupa nova a cada estação, vale a pena!

24
Abr
07

RED BULL AIR RACE EM BOTAFOGO


Disseram os organizadores que na corrida de sábado, etapa Rio de Janeiro, do

Campeonato Red Bull Air Race 2007, que havia 1 milhão de pessoas no Aterro do Flamengo e Enseada de Botafogo acompanhando a corrida “maluca”. Na verdade não tinha 1 milhão de pessoas, mas foram muitas, tinha gente pra todo lado!

A polícia militar do Rio estima, de acordo com a imprensa local, que estiveram no Aterro e na Enseada de Botafogo mais ou menos 600 mil pessoas… de qualquer modo foi muita gente e de todos os níveis, desceu gente das favelas, tinha morador de toda a zona sul (classe média e alta), crianças, idosos, piazada, morador de rua, turistas gringos e nacionais… todo mundo interagindo impressionado com as manobras e audácia dos pilotos.

O favorito da torcida (e meu) era o húngaro Peter Bensenyei, com 54 anos, “o velhinho” como disse o próprio locutor da corrida, frase que levou ao delírio e risos boa parte das pessoas que o escutavam. O Peter pode ser mais velho do que as pessoas esperam de um atleta, mas entre todos os competem há ainda outros depois pilotos mais velhos que ele, porém sem o mesmo carisma. Simpático ou não, ele parou nas quartas de final, bateu em 2 balões vermelhos que têm como penalização 10 segundos cada. Enfim… a gente que pouco entende das regras e dos detalhes dessa nova competição ficou impressionado mesmo foi com a beleza e o barulho dos aviões. Valeu a pena ter ido, embora na TV se veja tudo com mais detalhes, hehe.

Quem ganhou? Foi britânico Paul Bonhomme que terminou o circuito com o tempo de 01:32:45 na final contra o espanhol Alejandro Maclean (01:36:53), confirmando o favoritismo que predominou desde as classificatórias.

A próxima? A próxima etapa do Red Bull Air Race acontece em Monument Valley, nos Estados Unidos, no dia13 de maio.

03
Abr
07

Em tempo: o Pan 2007


Qual é a do solzinho mascote?

Cauê é o mascotinho aprovado dentre 3 personagens finalistas para representar os jogos Pan-americanos 2007, no Rio. Dizem seus criadores que ele é alegre, esportista e apreciador de todas as modalidades do Pan. Respeitador da natureza têm a cara do Rio de Janeiro, uma cidade conhecida em todo o mundo por sua alegria e calor. Representante dos ideais olímpicos, compreende também todas as línguas das Américas. Além disso, pela primeira vez na história dos Jogos Olímpicos e Pan-americanos a mesma mascote vai integrar os Jogos Pan-americanos e Parapan-americanos num exemplo prático dos valores olímpicos de igualdade e não discriminação. O nome Cauê vem do Tupi, é um nome próprio, possivelmente derivado de auê, uma saudação Tupi que significa salve! Em dicionários de nome próprios significa homem bondoso que age com inteligência. Alguns escritores afirmam ainda, que Cauê é uma bebida tupi (Kawi) que confere poderes de bondade e sabedoria.

Os ingressos para o PAN começam a ser vendidos hoje.
Fonte: GLOBOESPORTE.COM

RIO DE JANEIRO – A corrida para a compra dos ingressos dos
Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro já tem data marcada. O CO-Rio anunciou nesta terça-feira que a partir do dia 27 de abril os ingressos estarão à venda no site www.ingressorio2007.org.br.

Quem não tem internet, pode ficar tranqüilo. A partir de 1º de julho os ingressos estarão à venda em postos físicos montados em lugares que serão anunciados posteriormente. A entrada mais barata para os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro será de R$10 e a mais cara R$120.

- Todos os eventos desportivos, principalmente os de setores populares, terão uma carga especial para as bilheterias. Ou seja, não há risco de esgotar nenhum evento na internet – garante o vice-presidente do CO-Rio, André Richer, em entrevista ao programa “Redação SporTV”.

Os cambistas também estão na mira do CO-Rio, que promete uma ação rígida para coibir, não apenas a falsificação, como também a venda ilegal.

- Esta é uma grande preocupação que nós temos e estamos trabalhando muito firme para coibir a ação de cambistas. Além das ações de segurança, haverá também uma limitação de seis ingressos por evento e por pessoa com controle pelo CPF – lembra.

03
Abr
07

E O GOL 1000 QUE NÃO SAIU

Domingo passado, dia 25 de março, fomos nós ao Maracanã, àquele estádio suntuoso, que faz a vontade de ver a rede balançar despertar em qualquer torcedor ou simples curioso… mesmo já cansados da repercussão que o tal GOL 1000 está tendo por aqui (porque no Rio de Janeiro o desespero é grande para ver o feito!) nós deixamos as frases feitas de alguns jornalistas e emissoras de TV de lado e nos rendemos à vontade de estar lá, no Maraca, no dia do bendito GOL.


Com sorte, eu, meu marido e um casal de amigos conseguimos, 1 horas antes do início da partida, comprar – ainda, pasmem – ingressos com carteirinha de estudante. Beleza, esse foi o prenúncio de que tudo daria certo naquele dia… mas que nada, o jogo começou truncado, muitas finalizações ruins, uma loucura de gritos entre as torcidas… Já pensou?? Nós estávamos assistindo o possível GOL 1000 numa partida clássica entre Flamengo e Vasco!!! Mas, como nem tudo é perfeito, só o que vimos foi o GOL 999, que já é consolo pra quem perder o tal 1000.

A parte chata mesmo não foi ir embora apenas satisfeito por ter visto 3×0 e o penúltimo gol antes da marca histórica, mas sim, sair do estádio tossindo como condenados porque a polícia carioca resolveu fazer uma moralzinha e jogou bombas de gás lacrimogênia na “galera” para intimidar possíveis brigões e encrenqueiros. Puxa, foi lamentável, nós tossimos tanto que na segunda-feira – por todo o dia – nossa garganta doía… lembrança da noite anterior. Certo ou errado? Sei não… Ninguém quer ver brigas em estádio, mas quando não fazemos nada por merecer qualquer tipo de agressão, a perplexidade chega com razão, claro!

Enfim, a
lista completa dos gols de Romário foi selecionada por jornalistas esportivos respeitados, mas que há dúvidas, há. E a onda de comentários e previsões sobre o GOL 1000 só aumentou da semana passada pra cá. Aí… estimulados por um amigo que veio passar o final de semana conosco, fomos nós, de novo ao Maraca neste domingo de primeiro de abril

Vocês não acreditam, pagamos 50,00 reais para cada ingresso que compramos das mãos dos cambistas, porque as bilheterias mais de 1h antes do jogo já estavam fechadas. Imagine quanto os cambistas estavam embolsando de lucro, os nossos ingressos eram inicialmente 10,00 reais, ingressos para a antiga Geral. Outros cambistas haviam tentado nos vender os ingressos por 60, 70 e até 80,00 reais cada, já pensou?! E o pior, até que teria valido a pena pagar altas quantias, não fosse o Romário ter perdido as poucas chances que surgiram, o Vasco ter jogado preso, preocupado em levar as bolas direto aos pés do Romário e claro, ter perdido por 2×0 para o excelente time do Botafogo, que realmente deu uma lavada no Vasco. Não fosse a sorte e o bom treinamento do goleiro vascaíno, acho que o Fogão podia ter dado uma goleada de uns 5×0, sem exageros…

Pois é, não foi dessa vez. Dois domingos seguidos no Maracanã, o primeiro com mais de 40 mil pessoas e o segundo, com mais de 50 mil… e nem assim o Baixinho fez o GOL. No estádio, escutava ainda, alguns fãs aficcionados, falando: “coitado do Romário, que pena, perdeu mais uma chance”! Coitado nada, a torcida apinhada entre as cadeiras e escadas do estádio, fazendo a alegria de um sujeito que sabe que está mobilizando a opinião pública, a imprensa, o povo brasileiro… e que ainda, mostra sua simples casa e coleções de tênis e óculos, no Fantástico, horas após o jogo… quem tem pena desse cara?! Por favor…

Quanto a nós, pelo visto, só iremos ver o feito pela TV mesmo, mas de consolo, a gente irá dizer que esteve lá no Gol 999. E de quebra, como todos os brasileiros, podemos ficar assistindo e ouvindo os comentários pedantes da equipe esportiva das emissoras de TV e rádio, assim como as infelizes frases do Pelé!




 

Abril 2007
S T Q Q S S D
« Mar   Mai »
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
30  

Tags

Creative Commons

Creative Commons License
Blog da Ti by Tiffany is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License.
Based on a work at blogdati.wordpress.com.
Permissions beyond the scope of this license may be available at http://blogdati.wordpress.com/.

Flickr Photos

CJ na praia com primos 009

CJ na praia com primos 008

CJ na praia com primos 007

CJ na praia com primos 004

CJ na praia com primos 003

CJ na praia com primos 002

CJ na praia com primos 001

Marcos Shechtman - diretor de Caminho das Índias

Urso e Sam

cafe com gloria (138)

More Photos