Hoje nosso pequeno príncipe fez mais uma das suas… me surpreendeu querendo comer feijão.
Hoje nosso pequeno príncipe fez mais uma das suas… me surpreendeu querendo comer feijão.
O Caio ganhou este livro de presente de um amigo do Vovô paterno quando estava com menos de 2 meses… foi o segundo livro que ganhou, o primeiro – claro, foi presente da Tia Sá, primos Enzo e Gio… Os livros são excelentes presentes, criança precisa muito de roupas, reage bem mesmo quando ganham brinquedos, mas os livros… por certo, duram para sempre e além da contribuição que dão para o desenvolvimento infantil ainda são uma mão na roda quando a criatividade de mães e pais está em baixa na hora de inventar histórias e/ou cantar.
Mas o que eu tenho pra dizer é que há 3 semanas, mais ou menos, no quarto mês do Caio, eu comecei a lhe contar histórias, historinhas infantis tradicionais e claro, imitar os sons dos animais, por minha iniciativa, porque cansava de cantar e inventar canções e demorei para me aperceber que o tempo dos livros finalmente estava começando. Estou sendo clara?! Acho que não… Recapitulando… nestas 3 semanas tenho imitado o barulho das vacas, ovelhas, cavalos, galinhas e galos, pintinhos, cachorros, gatos, passarinhos, porcos e… bom… tenho imitado o barulho de tudo isso!!! já é bastante. O Caio reage super bem, minha mãe foi testemunha algumas vezes. E por isso sempre que dá eu repito. Aí, hoje, durante nosso passeio matinal passamos em frente a uma livraria aqui de Botafogo e alguns livros infantis me chamaram a atenção, por terem texturas e páginas grossas, resistentes (como a Samantha já disse que deve ser, já que os bebês lambem e mordem). Não entrei, estava quase na hora do mamá, mas irei voltar lá amanhã…
O fato é que lembrei do livro deste amigo do vovô Stica e claro, li para o Caio, que simplesmente amou. Ele amou ver as imagens de parte dos bichos que costuma imitar, queria tocar nas figuras, se encantou por uma potrinha lilás, ria dos olhos da vaquinha (que se mexiam) e claro, quis lamber e morder as páginas mesmo!!! Foi uma satisfação muito grande, pois nem me passava pela cabeça que ele já tinha discernimento para reagir às figuras e acompanhar minha narração do texto. Adorei!!
E, por curiosidade, lendo agora a pouco, um desabafo de mãe no Portal de mesmo nome, havia uma mãe falando justamente sobre isso, quando e como ela iniciou a leitura de livrinhos infantis para seu bebê e como ele reagiu. Fiquei com vontade de escrever, depois de ter lido sobre ela, pois realmente os bebês tem reações parecidas, no decorrer das mesmas fases/idades… e de fato as mães podem se acompanhar, com boas indicações e servindo de base umas para as outras…
E é isso. Conforme formos comprando, lendo e descobrindo livros, vou contando aqui, assim vovôs, vovós, tios e tias podem acompanhar nosso meninão aprendendo a gostar da leitura e do mundo mágico que os livros nos apresentam. Até +
Hoje de manhã assisti no jornal Bom Dia Brasil uma reportagem (Americanos apelam à cirurgia plástica para grantir emprego) da correspondente da Globo em Nova York contando sobre como as cirurgias plásticas tem sido fruto de cobiça/desejo de jovens e ou pessoas da meia idade para fins profissionais, na intenção de decolar e/ou se manter competitivo na carreira, dentro das empresas e/ou como forma de se “vender”, expor uma imagem mais bonita e atraente para que isso renda frutos profissionais, financeiros e óbvio, pessoais…
Fiquei pensando nisso… eu adoro o tema cirurgia plástica e acho que se for aumentar a auto-estima da pessoa, sem que a intervenção cause conflito entre o tipo físico e a vida social da pessoa, feliz de quem pode fazê-la. Eu mesma faria… e fico contente quando quem eu conheço apela para esses recursos, hehe. Mas, eu acho que deve ser algo bem pensado, com análise de prós e contras e especialmente feito se houver mesmo necessidade, não deve ser algo que o mercado de trabalho ou o meio em que circulamos nos impõem… posso parecer inocente, porque afinal a cirurgia plástica – bem sucedida – vai afetar a vida da pessoa como um todo, em geral para muito bem, mas será que nossa ascenção profissional depende dela? Ou melhor, devemos permitir que o visual reja nossa carreira, nossas oportunidades? Ora, é verdade que a pessoa satisfeita consigo mesma, mais segura, irá produzir mais por se sentir melhor o tempo todo, mas devemos nos cobrar a este ponto?
Fiquei pensando nisso a manhã toda… aí, sem querer achei e li outra reportagem, dessa vez no site do Globo.com e lá estava o título Miss RS decide fazer plásticas para concorrer ao título nacional e novamente vemos exemplo de como as plásticas estão fazendo parte da rotina de trabalho, vida e hábitos das pessoas, como se fossem assim “não operações, procedimentos cirúrgicos, mas pequenas intervenções, simples assim”… ações corriqueiras para manter e/ou cuidar da aparência, da auto-estima. E, novamente posso parecer inocente ao dizer, mas não estamos banalizando as cirurgias plásticas e seus usos/nessecidades?!
Fico refletindo a respeito… aqui… no meu tempo livre… e para fechar, acabo de assistir um trecho do programa da Oprah Winfrey – no GNT e, lá estavam 5 donas de casa, da classe média estadunidense, na faixa etária dos 45 anos e que, vivendo em função de filhos e marido, eram sinônimo de caco, de descuido e como resultado da brincadeira/meta do programa, reviveram, literalmente, após cuidados de beleza, pequenas plásticas, intervenções de botox e banhos de loja/shopping. E, de verdade, ficaram maravilhosas, rejuvenecidas uns 10 anos…
Ou seja, talvez – para a auto-estima e felicidade geral – as plásticas não devam ter censura já que cada caso é um caso e cada um é dono de seu nariz!
Ainda agorinha li no G1 uma reportagem sobre bebês e o fato de uma pesquisa britânica ter constatado que eles podem sentir mais dor do que imaginamos… me chamou a atenção porque ainda na semana passada, na consulta mensal do Caio, eu comentei com o pediatra que sempre tenho dúvidas acerca das possíveis dores que meu filho sente. Fico muito atenta ouvindo os conselhos que me dão e observando as expressões de dor, tensão e alegria que o Caio costuma fazer… e atenta aos pesadelos, porque as vezes ele chora dormindo e depois de uns 2 ou 3 minutos acaba parando sozinho, vindo até a sorrir depois, então essa reportagem veio ao encontro das minhas dúvidas.
Claro, a reportagem é superficial e sobre a pesquisa não tenho muitos dados, mas fica um alerta sobre como essas observações em relação às dores devem ser constantes, afinal, como qualquer pessoa adulta, os bebês estão suscetíveis a serem influenciados pelo meio em que vivem, pelas pressões do dia-a-dia e etc.
Especificamente este trecho me chamou a atenção “os especialistas monitoraram a atividade cerebral de 12 bebês, alguns deles prematuros, durante o teste do pezinho – um procedimento médico doloroso que consiste em retirar algumas gotas de sangue do bebê para detectar possíveis doenças genéticas e infecciosas que poderão afetar seu desenvolvimento. O estudo, divulgado na publicação científica Public Library of Science: Medicine, detectou que expressões faciais, como caretas, olhos espremidos e testa franzida já eram suficientes para indicar que os bebês estavam sentindo dor”.
Isso porque o Caio chorou muito no dia em que fez o teste do pezinho, quando espremeram o calcanhar para retirar as gotinhas necessárias. Chorou durante e depois do exame, ficando um pouco sentido mais tarde. Em compensação não chorou ao tomar nenhuma das vacinas até hoje, aliás, reagiu bem a estas, sem dor e/ou febre como efeito colateral, o que é comum na maior parte dos bebês… ou seja, cada criança reage de um jeito aos estímulos, inclusive dolorosos, o interessante é constatar como, quando e em que grau de intensidade.
E como diria a médica pesquisadora responsável "Apesar de nosso estudo ser pequeno, aumenta a preocupação sobre as ferramentas que são utilizadas pelos médicos para estabelecer o nível de dor em recém-nascidos".
Ontem, num típico dia desanimador de Curitiba aqui no Rio, com chuvinha leve, friozinho e céu cinza, motivada pela vontade de fugir da barulheira da reforma do meu vizinho, eu aproveitei para dar um pulo ate a Rua Santa Clara, em Copacabana. Adoro ir nesta rua porque é onde se concentram lojas baratas estilo direto da fábrica e/ou butiques de grifes famosas, mas com preços mais acessíveis do que nos shoppings. Quem me indicou a rua e muitos dos shoppings verticais foi a Veronica, ainda nos tempos em que acompanhávamos os maridos morando no Othon.
Enfim… ela foi comigo. Eu procurava por roupas de bebê porque o Caio cresce num ritmo acelerado e as roupas que estava usando em Curitiba não são muito compatíveis com o clima do Rio, nem mesmo em dias cinzentos como esse, nem mesmo no inverno carioca… Minha referência era a loja Pequena Idade (da Daniele e sua mãe, sempre simpáticas e boas vendedoras), onde comprei muitas das roupas do enxoval de bebê do Caio, na gravidez. E mais uma vez acertei tendo ido até lá. Fiz uma comparação com os preços de Curitiba e claro, considerando que o shoppinzinho número 33 da Santa Clara é conhecido por preços baixos, pude constatar que é muito mais barato comprar roupas para crianças aqui no Rio do que lá em Curitiba, nossa! Posso dizer que comprei 8 bodys manga longa, 3 manga curta, 6 calças com pé reversível e 2 macacões lindos por 180 reais, a vista… de excelente malha, com estampas jóia e modelos gracinha… sendo que em Curitiba teria pago (indo de Xiquita a shopping Total) no mínimo 2x esse valor… nossa, eu amei! Me senti saindo do Brás, em SP, onde eu sempre penso em ir quando visualizo minhas visitas a Samantha… e aliás, onde sempre planejo ir, justamente por indicação e insistência da Sá.
Agora posso dizer que temos bons preços aqui também, mesmo a cidade sendo super cara por ser turística. E só saber procurar.
Em resumo, a Santa Clara, ontem clareou o meu dia e meu humor… porque também achei uma loja que faz tênis estilo sapatilha esportiva de tamanho infantil (16) até adulto, de couro e a mão, com excelente qualidade e preços ótimos. Até comprei um tenizinho para o Caio, babem, porque é lindo! E melhor, essa loja eu tinha visto em Búzios, ano passado, super cheia e tinha ficado com o maior pesar porque na ocasião da estada em Búzios não consegui entrar na loja para comprar um par para o Caio e fiquei na vontade. Aí, ontem, fiquei super contente de saber que eles tem sede aqui… e teve mais, várias lojas com bolsas incríveis, uma mais linda que a outra, lembrei da mãe… e da Shé… e da Sá… e das primas, de todas que iriam adorar aquelas bolsas de couro e/ou tecido a preços super em conta, com design sofisticado, bem na moda atual e com ótimo acabamento.
Parece que estou fazendo propaganda? Não estou, é que me empolguei mesmo, hehe.
Um beijo. Ti
Segue imagem que fiz da sapatilha esportiva que comprei para o Caio ontem. Comprei prata, por sugestão da Tia Vero, para combinar com tudo, mas me apaixonei por uma que era mostarda… que aliás tem tamanho adulto e faria os olhos da Tia Sam encherem de alegria…
Os dados da lojinha caso alguem se interesse:
Copacabana – Rua Santa Clara, 33 loja 718
Botafogo – Rua Gonçalves Dias, 46 piso 1 stand 24
fone 21 22240923
http://www.sapatilhastaygra.com/
Os fabricantes vendem também fora do Rio de Janeiro… se eu morasse noutra cidade e tivesse instinto de vendas, viraria representante comercial deles… “se” porque não tenho jeito para vendas…
Seu filho está crescendo e você se surpreende a cada dia com a capacidade que ele tem de aprender coisas novas. Saiba que é possível ajudá-lo a desenvolver ainda mais habilidades. Descubra a importância dos estímulos e pratique-os. (Por Daniela Tófoli e Tamara Foresti)
Pense em um quintal com terra nos fundos da sua casa. Todos os dias ele recebe sol, chuva, passarinhos e borboletas. Meses depois, mesmo com visitas limitadas, talvez você note uma flor nascendo. Agora experimente jogar algumas sementes, adubar o solo e plantar mudas. Reparou no lindo e variado jardim que está florescendo? O mesmo acontece com o seu filho. Ele recebe estímulos do mundo externo. Porém, a sua atenção e o seu cuidado são os fertilizantes necessários para o desenvolvimento de todas as capacidades dele. É o seu estímulo que faz desabrochar as habilidades finas da criança, assim como a mão do jardineiro fortalece as flores.
Tanto é que uma pesquisa da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, descobriu que a média de QI das crianças subiu mais de 20 pontos nos últimos 50 anos. A explicação? Famílias menores e pais intelectualmente ativos, dois fatores que favorecem a estimulação e, assim, fazem a nova geração ficar ainda mais esperta. “Os pais que não estimulam os filhos negam a apresentação do mundo à criança”, diz Diana Pancini de Sá Antunes Ribeiro, psicóloga e integrante do projeto Psicoterapia Psicanalista Infantil e Saúde Mental Coletiva, da Unesp, em Assis (SP). Tenha em mente que seu filho está programado a absorver todos os tipos de instigações, mas precisa de experiências para aprender com elas. A criança não estimulada não se desenvolve plenamente, criando lacunas de aprendizagem.
“O cérebro é organizado para receber estímulos contínuos, aperfeiçoando-se e evoluindo. Quando somos estimulados, o metabolismo na região cerebral que está trabalhando se acelera, gerando aprimoramento das funções”, diz Maria Valeriana Leme de Moura-Ribeiro, neuropediatra, professora titular da Unicamp (SP) e uma das autoras do livro Neurologia do Desenvolvimento da Criança (Ed. Revinter). Tanto que mesmo quando chegamos à terceira idade é preciso continuar exercitando o cérebro para que ele não se atrofie. Palavras cruzadas, por exemplo, são uma atividade indicada desde a infância.
Biologicamente falando, o bebê nasce com mais de 100 bilhões de neurônios, porém eles precisam estar interligados para que ocorra o aprendizado. As ligações são feitas por meio de pontes, as chamadas sinapses. Estas, por sua vez, necessitam de uma incitação – o estímulo – para acontecer e tecer as redes de conhecimento. Na infância, o cérebro humano tem maior possibilidade de se organizar e reorganizar. Nesta época, as janelas de oportunidade – momento no qual o cérebro está preparado para desenvolver habilidades específicas, como andar ou fazer contas – estão abertas. Mas nem todos os pais conseguem aproveitar a boa fase, principalmente os de classe social mais baixa, que têm menos acesso à informação.
Longe do potencial
Um estudo feito no ano passado pela University College de Londres, no Reino Unido, afirmou que 200 milhões de crianças menores de 5 anos nos países mais pobres não atingem seu potencial de desenvolvimento. “Os pais não têm tempo nem a cultura do estímulo, prejudicando a criança. Mas, se por um lado o desenvolvimento intelectual é lento, o motor é favorecido, afinal, o bebê é mais independente, fica mais livre e tem maiores chances de se locomover”, explica Abram Topczewski, neuropediatra do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.
A falta de estímulo intelectual pode acarretar um outro problema: a violência doméstica. Segundo uma pesquisa conduzida em janeiro de 2007 pela Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, crianças estimuladas com livros e brinquedos educativos têm menores chances de receber castigo físico dos pais. Uma das explicações para o fato é que, quanto mais o intelecto é instigado, melhor é o comportamento infantil.
Para estimular seu filho, não é preciso comprar brinquedos, jogos e livros caros. No caso dos livros, uma boa biblioteca vai colocá-lo em contato com as obras infantis e ainda fazer com que aprenda a cuidar de algo que não é dele. No caso dos brinquedos e jogos, basta juntar um pouco de sucata e incentivar a imaginação da criança. “Ela vai explorar o objeto até descobrir tudo sobre ele. É por isso que, às vezes, você compra um carro de controle remoto de última geração e, depois de um tempo, ele cai no esquecimento total”, diz Topczewski. Já lápis, argila e caixas de papelão representam inúmeras oportunidades de brincadeiras e são sempre uma diversão – e um estímulo – certa para a garotada.
Biblioteca e sucata
Só tenha cuidado para não estimular excessivamente nem oferecer atividades que seu filho não está preparado nem disposto a receber. Por exemplo, se você é craque no tênis, mas seu filho nada como um peixe, apresente o novo exercício como brincadeira, insista um pouco e, se perceber que ele não se interessa, desista bem antes de fazê-lo odiar as raquetes. A criança aprende quando se diverte. É um consenso entre os cientistas que, ao brincar, o cérebro ganha complexidade, deixando-a mais habilidosa, flexível e socialmente adaptável.
Mais importante que o tipo de estímulo que você dá ao seu filho, porém, é a forma de apresentá-lo. “A criança deve estar em um ambiente propício para se desenvolver. Precisa do carinho e da segurança dos pais”, diz a neuropsicóloga Cássia Maria Ramalho. Em vez de impor uma atividade, faça a proposta sem grandes expectativas e veja se o pequeno a aceita. Lembre-se de que o melhor estímulo é a vida e o seu papel é dar oportunidade para a criança aproveitá-la. Por exemplo: em um parque, deixe seu filho sentir o cheiro da grama e a textura da terra. Ensine as cores mostrando as asas da borboleta e deixe-o brincar até as meias ficarem encardidas. O segredo do aprendizado é fazer com que ele sinta prazer e curiosidade pelo processo. Parece difícil? Pense na construção de um prédio. Enquanto os operários montam o esqueleto da obra, contam com a ajuda de andaimes para erguer o edifício. Esse é o papel dos pais: sustentar o crescimento infantil, servindo de apoio para o desenvolvimento. À medida que a criança cresce e ganha independência, você retira as armações e a deixa caminhar sozinha, porém sempre sob seu olhar.
Não há uma poção mágica para transformar seu garoto na criança mais esperta e habilidosa do mundo, mas há maneiras saudáveis de descobrir e instigar os talentos especiais dele. E você consegue isso aos poucos, na mesma velocidade com que ele deixa de engatinhar e passa a pilotar uma bicicleta. A regra de ouro é respeitar os limites de cada fase, tirando o máximo proveito delas. E é isso que vamos estimular você a fazer a seguir.
Não escrevi mais neste blog desde o Reveillon e pensei, hoje, em muitos títulos para a minha postagem de retorno a este diário. Retrospectiva (já que poderia comentar como foram os últimos meses), Vida nova (já que tudo tem sido novidade em minha vida desde a chegada do Caio), a Chegada (título muito sugestivo, rs) e claro, Caio Jose que é o nome do meu maravilhoso filho, pessoa esta que tem sido responsável por tudo de novo e diferente que tem me acontecido… o ser mais encantador do mundo que tem alegrado minhas manhãs quando abre largo sorriso ao me ver na cama, que tem me exaurido ao máximo nas madrugadas quando acorda para mamar ou apenas observar o mundo na penumbra das madrugas… e que tem me ajudado a crescer como pessoa, como mulher e como mãe.
Caio José é mais do que o nome dele e um perfeito título para esta postagem… significa “aquele que traz alegria”. Quando Juliano e eu escolhemos o nome fizemos mil e uma associações pensando em apelidos, brincadeiras na idade escolar, combinações para os sobrenomes, etc e tal, mas o mais importante que era o significado, isso quase deixamos que ficasse em segundo plano, ainda bem que optamos certo. Esse menino nos traz alegria diariamente, oferece alegria para quem o vê, sente e escuta. Seus sorrisos bondosos e simpáticos são espontâneos e sua gentileza ao retribuir a atenção, elogios e risadas que recebe são sempre reais, nada de exagero de mãe… Fico feliz em pode constatar e contar isso aqui.
A vida de mãe, que tanto tinha ouvido falar, é mais difícil do que parece. Admiro quem consegue ser mãe de um filho e mais ainda de vários… Meu Deus, quanta força e energia, desprendimento e obstinação é necessário para se ter um filho, criá-lo, amá-lo e prepará-lo para o mundo, para a vida!! O Caio que está com cinco meses, desde 18 de janeiro deste ano está me ensinando algo a cada dia, me exigindo e me proporcionando experiências inacreditáveis, tudo muito diferente do que eu poderia sequer imaginar ao ouvir relatos de outras mãe, ler em reportagens e desabafos ou observar – atenta – a partir das vidas de pessoas próximas a mim. Com ele me preocupo a todo o instante, desejo ser mais e melhor, desejo acertar, ser onipotente e onipresente, a mulher maravilha… para que nada lhe falte, nada lhe atinja, nada fuja ao meu controle. Esse desejo de perfeição eu já tinha antes da maternidade, mas ele só aumentou… embora junto eu já tenha percebido que nada disso é possível. Sou falível, sou humana e mais, sou uma mãe de primeira viagem. Por mais que me esforce muito irei cometer erros, mas tudo bem, ainda sim tenho convicção de que estou me saindo bem e de que serei ainda uma mãe muito especial, boa e feliz. Sabem como sei isso? Meu filho me diz – diariamente – com seus olhos brilhantes e seus largos sorrisos, demonstra ser alegre e confiante, carinho e bem disposto, tranqüilo e emotivo… ou seja, por ser um bebê feliz e perfeito, fico grata a Deus e em paz comigo mesma. Ainda bem!
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