Não escrevi mais neste blog desde o Reveillon e pensei, hoje, em muitos títulos para a minha postagem de retorno a este diário. Retrospectiva (já que poderia comentar como foram os últimos meses), Vida nova (já que tudo tem sido novidade em minha vida desde a chegada do Caio), a Chegada (título muito sugestivo, rs) e claro, Caio Jose que é o nome do meu maravilhoso filho, pessoa esta que tem sido responsável por tudo de novo e diferente que tem me acontecido… o ser mais encantador do mundo que tem alegrado minhas manhãs quando abre largo sorriso ao me ver na cama, que tem me exaurido ao máximo nas madrugadas quando acorda para mamar ou apenas observar o mundo na penumbra das madrugas… e que tem me ajudado a crescer como pessoa, como mulher e como mãe.
Caio José é mais do que o nome dele e um perfeito título para esta postagem… significa “aquele que traz alegria”. Quando Juliano e eu escolhemos o nome fizemos mil e uma associações pensando em apelidos, brincadeiras na idade escolar, combinações para os sobrenomes, etc e tal, mas o mais importante que era o significado, isso quase deixamos que ficasse em segundo plano, ainda bem que optamos certo. Esse menino nos traz alegria diariamente, oferece alegria para quem o vê, sente e escuta. Seus sorrisos bondosos e simpáticos são espontâneos e sua gentileza ao retribuir a atenção, elogios e risadas que recebe são sempre reais, nada de exagero de mãe… Fico feliz em pode constatar e contar isso aqui.
A vida de mãe, que tanto tinha ouvido falar, é mais difícil do que parece. Admiro quem consegue ser mãe de um filho e mais ainda de vários… Meu Deus, quanta força e energia, desprendimento e obstinação é necessário para se ter um filho, criá-lo, amá-lo e prepará-lo para o mundo, para a vida!! O Caio que está com cinco meses, desde 18 de janeiro deste ano está me ensinando algo a cada dia, me exigindo e me proporcionando experiências inacreditáveis, tudo muito diferente do que eu poderia sequer imaginar ao ouvir relatos de outras mãe, ler em reportagens e desabafos ou observar – atenta – a partir das vidas de pessoas próximas a mim. Com ele me preocupo a todo o instante, desejo ser mais e melhor, desejo acertar, ser onipotente e onipresente, a mulher maravilha… para que nada lhe falte, nada lhe atinja, nada fuja ao meu controle. Esse desejo de perfeição eu já tinha antes da maternidade, mas ele só aumentou… embora junto eu já tenha percebido que nada disso é possível. Sou falível, sou humana e mais, sou uma mãe de primeira viagem. Por mais que me esforce muito irei cometer erros, mas tudo bem, ainda sim tenho convicção de que estou me saindo bem e de que serei ainda uma mãe muito especial, boa e feliz. Sabem como sei isso? Meu filho me diz – diariamente – com seus olhos brilhantes e seus largos sorrisos, demonstra ser alegre e confiante, carinho e bem disposto, tranqüilo e emotivo… ou seja, por ser um bebê feliz e perfeito, fico grata a Deus e em paz comigo mesma. Ainda bem!












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