Arquivo para Julho, 2008

29
Jul
08

Meu filho tem refluxo, um desabafo no Desabafo de Mãe

Escrevi este texto para mandar para o site Desabafo de Mãe… resolvi participar lá com experiências minhas que podem ajudar outras mães…

Meu filho tem refluxo e agora?

Meu filho tem refluxo esofágico e está com seis meses, mas mesmo tendo enfrentado uma série de dores de cabeça e cuidados extras até agora, por causa disso, pensei em escrever para o Desabafo de Mãe apenas hoje, pois o assunto entrou “em pauta” com o caso recente da morte do menino Gabriel, sete meses, numa escola infantil da zona norte de São Paulo, na última sexta-feira. Como muitas outras mães, Brasil afora, eu me senti chocada e solidária aos pais de mais um anjinho que se foi. Um casal jovem, assim como eu e meu marido e que muito provavelmente sempre teve cuidados com seu bebê, mas que por uma fatalidade se vê diante de um quadro que obviamente nenhum pai espera ou deseja…

Enfim. O meu filho teve o refluxo esofágico diagnosticado com 10 dias de vida. Nasceu com 38 semanas, saudável e mamou dentro das primeiras 3 horas após o parto. Fazia a sucção perfeitamente, recebeu bem o colostro e o leite começou a “descer” bem dois dias após o parto (cesárea). Em todas as vezes que ele mamava, sem exceções, ele regurgitava grande quantidade de leite, às vezes engasgava e muitas vezes queria mamar mais para compensar e/ou para ter a sensação de saciedade, estômago cheio. Ele terminava de mamar e às vezes no caminho entre colocar seu corpinho em pé próximo ao meu peito, para que arrotasse, já regurgitava bastante, fazendo poças, molhando bem minha roupa. Noutras vezes o fazia assim que ficasse encostado no ombro e, não foram raras as ocasiões em que chegou a regurgitar deitado mesmo enquanto ainda soltava o bico do seio, ao que víamos o leitinho escorrendo pelo canto da boca em direção ao chão. Imaginem o desespero de uma mãe de primeira viagem, vendo tudo sem saber se isso era normal e como deveria agir. Nessa hora a ajuda e orientação de um bom profissional são a melhor saída e o melhor consolo. O pediatra que estava acompanhando-me desde o final da gestação nas consultas tira-dúvidas e no dia do parto, um excelente profissional e com muitos anos de experiência, nos orientou a evitar que o Caio (meu filho) ficasse com o estômago assim tão cheio, colocá-lo na posição “em pé recostado no peito” para arrotar de 10 a 15 minutos ainda que ele tivesse dormindo mamando (o que é comum em recém nascidos), sempre deitá-lo de lado no berço, manter o colchão inclinado uns 30 cm (há colchões próprios para refluxo, mas nós usamos um livro grosso embaixo no colchão para incliná-lo), optar por travesseiros (tb há os próprios para o caso) mais altos para deixar o peito e cabeça realmente numa altura superior ao resto do corpinho, evitar deixá-lo de barriga pra cima ou para baixo e sempre que estivesse acordando, de preferência, colocá-lo no bebê conforto, sentado, ou no carrinho também inclinado a fim de, com as posições certas, ajudar a manter o leitinho lá dentro.

Minha maior dúvida quando fomos nas duas primeiras consultas (com 10 e 30 dias) foram se o refluxo era uma patologia, um problema de saúde grave que nunca seria resolvido ou se era algo temporário, típico de uma fase dos bebês. Como para mães exaustas com um bebê recém nascido em casa, cada dia parece uma eternidade, eu tinha medo de ouvir a resposta mesmo que fosse “durará um mês ou a vida toda”… mas enfim, tínhamos que saber tudo para aprender a cuidar do Caio e preservar sua saúde, seu desenvolvimento. Para confirmar o refluxo ele fez uma ultrassonografia do estômago (com 1 mês) onde vimos que havia mesmo pequena abertura permanente do esfíncter da boca do estômago permitindo que o leite subisse, voltasse. É uma dificuldade que ele terá a vida toda, mas irá se atenuar conforme a alimentação for sendo modificada, assim como hábitos alimentares e de rotina, até mesmo para dormir. Em bebês pequenos, quando se alimentam exclusivamente do leite materno, o leite tende a voltar mais (esta foi a orientação que tive), pois esse leite tem uma textura muito fina, líquida, o que acontece em menor quantidade quando já se está utilizando o leite artificial ou os alimentos pastosos. Mesmo assim, mães, devemos continuar dando o peito, leite materno é sempre o ideal. Na fase do diagnóstico do Caio ouvi muitos conselhos dizendo para eu deixar de amamentá-lo no peito, inclusive de médicos, mas foi tudo bobagem. Continuei. Hoje ele tem 6 meses, 68 cm e 9kg200, mesmo com os contínuos vômitos ocasionados pelo refluxo. Aliás, isso foi dica do pediatra e é bom frisar. Se o seu bebê mesmo regurgitando muito, pelo refluxo, está ganhando peso isso é o que importa, ele está bem. O resto, como dores causadas pelo suco gástrico que volta do estômago junto com o leite e machuca o esôfago, choros conseqüentes disso, irritação ou mesmo a freqüência das regurgitações, tudo isso podemos controlar com o uso de medicamentos próprios (no nosso caso, Label – ranitidina, mesma base do omeprazol – e Peridal ou Motilliun – domperidona), que aliviam a dor, mau estar e facilitam a digestação, esvaziamento do estômago. Além disso, a partir do momento que a mãe está alerta para a presença do refluxo e aprende como agir, tudo muda. Gradativamente a gente vai ficando mais calma, começa a compreender melhor o ritmo do filho e mesmo com toda a vigilância que se faz necessária, vamos aceitando melhor a situação e a rotina dos cuidados, horários de remédios e afins. E é bom os avós, tios, escola, quem ajudar nos cuidados do bebê estarem a par de tudo para evitar sustos.

Confesso que durmo tranqüila porque o Caio dorme comigo e meu marido, mas por uma série de razões que não apenas o receio de afogamento à noite por causa do refluxo e claro, porque com o seu crescimento, os regurgitos estão diminuindo consideravelmente e tudo aponta para uma infância tranqüila livre de remédios de uso contínuo. Ressalto que devemos sempre ficar observando, especialmente se o bebê dormir no berço sozinho, como o Caio faz durante o dia, mas mesmo vigilantes a gente consegue ser feliz e no final das contas o refluxo não é um bicho de sete cabeças!

29
Jul
08

100 promessas para o meu bebê

Ganhei de presente de uma prima querida, a Cida, este livro que dá nome ao post. Ela me presenteou quando visitou o Caio pela primeira vez, aos 3 meses, mais ou menos. Achei o título interessante e pelo sobrenome da autora, Mallika Chopra, suspeitei que seria bom, mas com tantos afazeres, ainda me adaptando à rotina de cuidar de um bebê, vivendo de hóspede na casa da mãe, aprendendo diariamente a ser mãe e mais, estudando para um concurso público que fiz dias atrás, acabei deixando o livro de lado e nem o li.

Ontem de manhã, por sua vez, terminei de ler umas historinhas para o Caio e como ele não havia adormecido ainda, comecei a ler estas promessas para ele, para ver se gostaria. Gostar?! Não sei se ele curtiu, mas dormiu feliz da vida ao som da minha voz e a mamãe aqui, em compensação, adorou o livro. Não conseguia soltá-lo, me emocionei… não sei se porque a forma de se expressar da autora é tão mágica assim ou se porque estou mais emotiva nesta fase mãe, mas o fato é que a leitura é agradável, nos remete a lembranças pessoais e a imaginar, abusando de nossa criatividade, como é o universo de Mallika e suas filhas, através de suas descrições de pessoas, sentimentos e situações. Vale a pena ler.

Cida, muito obrigado pelo presente, de coração!

Pra quem puder, indico a leitura e a experiência. Até Juliano disse que irá ler, tamanha foi minha empolgação. E quando der eu transcrevo uns pedacinhos aqui para meu blog. Abraços.

29
Jul
08

Visita ao Corcovado

Neste domingo fizemos um passeio tipicamente turístico, fomos apreciar a vista e “companhia” do Cristo Redentor, símbolo do Rio de Janeiro…

Acreditam que eu não conhecia o Cristo?! Como disse uma amiga nossa, ao nos encontrar lá em cima do Corcovado, registrando o Cristo em fotos: “como pode, Tiffany, justo você que conhece todos os pontos turísticos do Rio, nunca tinha vindo ao Cristo?” e era verdade… mas sem grilos, eu posterguei esse passeio por preconceito mesmo, achava muito “coisa de turista” gastar um de nossos dias de descanso, final de semana ou feriado, para visitar esse ponto turístico sempre lotado e caro (imaginava eu). Caro não foi… o ingresso (taxa fixa do Ibama para conservação da Floresta da Tijuca) custa 13 reais para quem sobe de van, a pé ou de bondinho. E lotado estava mesmo! Teve até missa em homenagem a Nossa Senhora de Copabacana… começou assim que chegamos no ponto, grata coincidência.

Enfim… me decepcionei um pouco com o tamanho do Cristo, ele só tem 30 metros de altura, achava que era muito maior. Mas, a vista lá de cima foi uma coisa a parte, explendorosa. Ver a zona sul e a zona norte lá do alto, podendo observar bem outros pontos turísticos e característicos da cidade como a Lagoa Rodrigo de Freitas, o hipódromo da Gávea, o Pão de Açucar, a enseada de Botafogo, a Ponte Rio Niterói, o Maracanã, a Catedral, o prédio da Petrobrás (obra do Forte Neto) entre outros, vale muito a pena. Uma coisa eu decidi, toda vez que alguém da familia vier visitar e que ainda não conheça o Cristo, vou levar para apreciar, para terem a oportunidade de junto comigo sonhar com uma realidade diferente para esse Rio de Janeiro. Sabem por que? Porque assim como nos permite a vista do Pão de Açucar, lá de cima do Corcovado a gente vê uma cidade linda, que não se sabe se é suja ou limpa, mas que parece perfeita, com uma estrutura geomorfológica ímpar – como disse o Juliano – onde montanhas, ruas, mata, construções e mar parecem se fundir, se integrar de modo a abraçar a cidade, formando um ambiente propício para uma vida feliz. Lá de cima não parece que a cidade é suja e violenta, controlada pelo tráfico, milícias, gestores corruptos… a gente esquece (ou sonha?) até que os cariocas são – em geral – mal educados, entrões e informais demais. Parece tudo perfeito, a cidade que se ouve falar, na qual muita gente nesse Brasil afora sonha em morar. A cidade maravilhosa!

De fato o passeio foi, independente das impressões, especial demais porque fomos na companhia de um amigo querido, o Mega, que tb não conhecia o Cristo e claro, junto de nosso filhotinho maravilhoso que para tudo e todos, como já lhe é corriqueiro fazer, sorria e irradiava sua alegria. Vejam a foto. E o mais interessante, o Caio dormiu no colo do pai assim que o último raio de sol sumiu no horizonte, enquanto observávamos o pôr do sol e a chegada das luzes a iluminar a cidade – lá embaixo… um fofo!

26
Jul
08

Ser mãe é ser feliz no paraíso!

Ser mãe é padecer no paraíso. Certo?! Errado… ser mãe é ser feliz acima de tudo.

Ontem li no site Desabafo de Mãe (que olho sempre por influência dos tempos em que a Sa esteve por lá) um testemunho de mãe feito por uma blogueira – Julia Bastos – em que ela apontava o título deste meu post. Quando li logo pensei, que beleza de título! E escrevi a ela comentando o quanto concordo com o que ela expôs. Ela começou o texto dizendo:

Recentemente, uma amiga que está grávida pela primeira vez me perguntou se é verdade quando falam que filho dá trabalho. A resposta imediata e sincera que eu tive foi “não.” Ela ficou em silêncio por causa do espanto, pois esperava um “sim.” Então me perguntou: “Mas por que você não entra mais no MSN durante o dia ou demora para responder os meus e-mails? Por que quando eu ligo para a sua casa, você atende quase no último toque (quando atende) e fala pouco? Lembra quando tínhamos longas conversas ao telefone?”Bom, eu diria que filho ocupa bastante o nosso tempo. Ocupa e cansa muito! Cansa, principalmente, se você sempre teve aquele emprego sentada em uma confortável cadeira, em frente ao computador, em uma sala refrigerada, com todo o tempo do mundo para tomar decisões. Não classificaria a maternidade como trabalho. Dar banho, trocar fraldas e outros são coisas que, quando você pega a prática, faz até de olhos fechados (não aconselho). Brincar, conversar, dar beijinhos na barriga cheia após a mamada, assim como o ato maravilhoso de amamentar jamais podem ser inseridos na categoria trabalho. E cortar as unhas ou fazer a higiene bucal do bebê? Eu colocaria isso na categoria luta livre.

E eu adorei… porque me pego pensando nessas coisas. Então deixei lá o meu comentário: “Pra mim não há prazer maior em atender seu bebê (filho) ainda que isso ocupe seu tempo, paciência, gaste sua criatividade, seu repertório de músicas, histórias e ainda exija muitos sorrisos, carinho e compreensão. Também ouço diariamente que as mães sofrem, que se cansam, pois os filhos, especialmente na fase bebê 100% dependentes, nos dão trabalho e por aí vai. Mas o que sempre respondo e que se encaixa neste texto é que em contrapartida à bênção de termos uma vidinha inocente e amorosa em nossos braços, só podemos dar nossa atenção, tempo a dedicação, mesmo que isso custe menos tempo para nos cuidarmos ou atendermos a casa, pelo menos nessa fase inicial… e me digam, há coisa melhor do que um sorriso espontâneo de seu filho quando acorda e lhe vê ao lado? Ou um sorriso quando vc menos espera, entre uma brincadeira e outra? Isso não tem preço e compensa tudo que fazemos por eles e para eles”!

23
Jul
08

Como entender os cachorros?

Assistindo ao jornal agora a pouco, me lembrei do Giorgio ao saber que no interior de Minas Gerais um menino foi atacado por um pitbull da família, assim como a Cherrie… triste, mas assim como com o Gi, com este menino o pior tb não aconteceu. Neste caso o menino revidou o ataque mordendo também o pitbull e de sequela só perdeu um dente e levou alguns pontos no braço. Mas isso foi o suficiente para aterrorizar a mãe e parentes que disseram, em entrevista, que não esperavam o ataque de modo algum… e quem espera ser atacado pelo próprio cão, certo?! E quando isso acontece a gente faz mil conjecturas tentando imaginar o que passou pela cabeça do bicho…

Mas, como os animais realmente vivem nos surpreendendo, especialmente cães… eis que temos outra mostra de que também podem fazer milagres e estar conosco para o bem. Digo isso porque foi também em Minas que uma vira lata latiu incansavelmente até acordar os vizinhos de um terreno baldio, depois de achar uma caixa de papel que continha um bebê recém nascido dentro.
Segundo os vizinhos, em entrevista ao G1 e que socorreram a criança, “a cadela arrastou a caixa de papelão em que o bebê estava até a calçada e acordou os moradores com latidos”.

Friso, pelas reportagens que vi e li a respeito dos casos acima que ambas as crianças passam bem, mas tb saliento um pensamento… como pode uma mãe ter condenado o filho à morte, jogando-o fora embalado numa caixa, assim como outros casos de “desamor a vida” como a criança no saco preto jogada na Lagoa da Pampulha?! E em contrapartida um animal, tido como irracional, suplicar atenção à espera de ver uma vida e neste caso, salvá-la. Que tempos são esses em que estamos vivendo, hein!

23
Jul
08

Casório II

Ontem eu e o Ju fizemos 2 anos de casados, no religioso.
Conta mais para mim a data do casamento civil, que todos lembram, foi pouco mais de um mês antes, mas com a presença da Vó Cida… no religioso, embora tenhamos recebido tantas pessoas queridas entre os convidados e todas as palavras agradáveis e de bênçãos do Padre somado a festa, diversão… ela não estava e aquela época foi barra pra todos, especialmente para a Nica, então… considero que a festa foi mais um fechamento da união, o momento de comemoração mesmo, mas tudo vale, o certo é isso.
E ontem, comemoramos os três, num jantar mexicano à la cariocas, mais uma data em nossas vidas. Se Deus quiser, que venham muitos e muitos anos pela frente até ficarmos velhinhos.
20
Jul
08

Imagens do final de semana


E para não dizer que eu nunca valorizo as coisas boas de morar no Rio de Janeiro, já que mais aponto defeitos do que qualidades, ficam registros fotográficos desse final de semana, que foi quente na medida ideal (entre 25 e 32 graus), propiciando passeios em família, encontros com os amigos e descanso… quer dizer, descanso com o nosso amiguinho querendo “pular e sair do chão”, em referência as músicas de torcida do Coxa… bem, isso foi pouco. Mas valeu a pena. Vamos ver se mantemos o ritmo de acordar cedo e aproveitar os dias ao máximo.

Que a semana seja boa para todos!

Posted by Picasa
19
Jul
08

Make me babies

Fazer uma projeção de como poderão ser os nossos filhos ou os de amigos chegados através de um programa de computador que mistura características do casal já foi matéria do Fantástico, G1, Globo e vários outros veículos de comunicação… eu tinha sabido do makemebabies através da internet mesmo e depois li no blog da Sá algo a respeito também…
Hoje, Ve e Caesar resolveram brincar e simularam várias filhos de amigos… aí a gente resolveu ver como seria uma simulação nossa, se sairia parecidinho com o Caio ou não… e para a nossa surpresa, se o resultado do programa dá certo para alguns, pra gente errou feio. Vejam as fotos simuladas! Nada a ver conosco!
18
Jul
08

6 Meses ou metade de um ano!

Antigamente eu pensava que 6 meses eram 1 semestre apenas… quando criança nem percebia que os meses se passavam tão rápido, mas ansiava pelo término de cada semestre para poder curtir as férias de inverno e verão, como aliás todas as crianças fazem. Na época da faculdade a ansiedade continuava a me rondar, pois a cada semestre as disciplinas se alteravam, novos professores, assuntos e desafios eram apresentados a mim e meus colegas… também os meses e sua passagem começaram a ter maior importância quando comecei a namorar o Juliano e as viagens, sejam elas para aulas de campos da faculdade ou para estágios em outros Estados brasileiros começaram a acontecer.

A distância, o tempo, as dificuldades e as felicidades são recorrentes para muita gente, mas eu comecei a olhar isso tudo com outro foco agora. Ainda parece que foram ontem os 6 meses que duraram parte do noivado e planejamento do casamento à distância quando o Ju estava no Rio e eu em Curitiba… tb parece que foi ontem os 3 meses em que ele estava na Terra do Sol Nascente e eu fui para Curitiba, durante o início da gravidez… foram longos os 9 meses à espera do herdeiro durante a gestação e mais que tudo, é recente essa nossa fase de 5 meses separados por causa dos cursos de trabalho, agora com o Caio pequenino.

Estão vendo? Minha vida é esperar, ver os meses se passarem vivendo-os de olho nos que chegarão, no futuro próximo… Mas não estou reclamando não, pelo contrário, fiz essa reflexão e resumo dos tempos, porque hoje me dei conta de que os últimos 6 meses foram mais que especiais. Foram os 6 primeiros meses da vida do Caio, esse menino iluminado, abençoado e que tem nos trazido tanta felicidade.

Com certeza viver cada dia ao lado dele nos faz melhores, a mim e ao Juliano, tem nos trazido serenidade, harmonia, mais vontade de viver, crescer e poder oferecer não apenas uma vida estável e feliz a ele, mas um mundo melhor, uma sociedade mais justa e muitos, muitos sonhos para concretizarmos juntos, os três!

Quando eu penso nos meses, a partir desse “momento Caio em nossas vidas”, eu penso em coisas criativas para fazermos, como otimizar o dia, ações corretas a tomar, os exemplos que devemos dar, nas horas que teremos para dormir, nos horários certos de refeições e amamentação, penso em saúde física, mental e social para nossa família, nas férias e viagens futuras, no estoque de fraldas, hipoglós e lenços umedecidos, em datas de vacinas, preços, compromissos, nas compras de roupinhas cocotinhas para deixar nosso filho mais fofo, nas risadas e sorrisos, no carinho que ele tem recebido de amigos e familiares e que desejo do fundo do coração que ele continue recendo… coisas assim agora fazem meus dias mais completos, meus meses serão mais corridos pra sempre, mas quem se importa, a partir desse “momento Caio” não conto mais a passagem do tempo como “6 meses ou meio ano que voaram… nossa, já é época de festa junina ou já estamos quase no natal” e sim como mais um dia, mais uma semana e mês de aprendizado, de desenvolvimento do Caio e de felicidade plena para mim e para o Juliano. Nosso pequenino é o máximo e hoje é dia de festa!! 18 de julho de 2008!! 6 meses de nascimento do Caio!! Viva!!

Amo esse gurizinho – hoje e para sempre!

Mamãe Ti
16
Jul
08

A mente do bebê

Passeando com o Caio ontem, vi numa banca a terceira revista de uma série intitulada “A Mente do bebê”composta por 4 edições que mostram como se dá a formação cerebral e a constituição cognitiva, subjetiva e social do ser humano desde o início de sua existência até os 5 anos de idade.

Perdi as 2 primeiras publicações, mas pelo que pude perceber em parte da leitura que fiz até agora desta terceira revista, a qualidade do material, a pertinência dos temas e qualificação dos profissionais que tem ali seus artigos e matérias publicados realmente é muito grande.

O tema dessa me atraiu especialmente, pois fala sobre a “aquisição da linguagem, racioncínio e conhecimento”… assunto relevante para uma mãe cuja profissão está na Comunicação Social… Além disso, traz uma matéria especial sobre o ritmo do sono e as possíveis doenças e/ou problemas de sono durante a fase bebê. E quem tem um rapazinho com pesadelos e choro na madrugada sabe bem que toda informação que se puder adquirir a respeito é sempre bem vinda!

A próxima edição falará sobre o campo social e a interatividade, bacana tb! Caso as vovós e/ou tias do Caio queiram ler, a editora é Duetto e a revista chama-se Mente e Cérebro.
Abraços, Tiffany

16
Jul
08

Giorgio querido – parte II

GIORGIO ESTÁ EM CASA!

Pronto. Agora a família toda está feliz! Nosso pequeno príncipe está se recuperando bem, na casa da Vovó, na companhia da família que tanto o ama e deseja felicidade, alegria e saúde.
Que susto nosso pequeno passou e nos deu.

Creio que agora, que ele está em franca recuperação, nós adultos da família tenhamos mais tranquilidade para dormir melhor a noite, certos de que a cada dia suas cicatrizes serão menores e de que o episódio “Ataque da Cherrie” não será lembrado por ele, no futuro, como algo assustador ou triste, que lhe faça carregar medo e insegurança com cachorros e outros animais, mas sim como um momento de sua vida quando teve que se hospitalizar, sabendo bem a razão, mas que isso lhe proporcionou muitas visitas, muita gente querida lhe dando carinho, atenção, presentes, sorrisos, brincadeiras, muitos lanches gostosos, o retorno temporário às papinhas de bebê, os brindes do Mc Donald’s, a atenção das enfermeiras, médicos e tantas outras pessoas estranhas que naquele momento estiveram próximas e com o coração cheio de ternura. Assim, se o pequeno Giorgio puder lembrar desse momento assim… está ótimo. Teremos uma baita história para ele contar no futuro, sem medo…

E para nós adultos, restará ainda mais um aprendizado: como temos que ser atentos, zelosos e observadores com as nossas crianças e em especial com as crianças dos outros! Precisamos apresentar animais, pessoas, situações do dia-a-dia às nossas crianças para que elas aprendam, se desenvolvam, cresçam, mas sem esquecer que o perigo – infelizmente – ronda nossa casa, nos ronda todos os dias e por isso, todas as nossas ações com relação a eles, nossos bebês, pequenos e/ou mesmo adolescentes devem ser bem planejadas e nunca podemos perdê-los de vista, pois num piscar de olhos as coisas acontecem, sejam acidentes domésticos, na rua ou semelhantes. Claro, a superproteção é perigosa, mas em casos específicos como netos passado férias na casa dos avós com cão feroz em casa, isso é necessário. Assim como em outros casos específicos. Já dizia o ditado: “seguro morreu de velho”, certo?! E o mais importante, devemos colocar nossas vidas todos os dias nas mãos de Deus, pois é o mais certo a se fazer. Precisamos contar com o apoio Dele também, senão como iremos adiante em dias como os que estamos vivenciando, cheio de riscos, de violência e irracionalidade em nossa sociedade… Que Deus olhe por nós, nossas famílias e especialmente, por nossas crianças, diariamente, obrigado!

15
Jul
08

Papinha de bebê

Caio foi liberado para se alimentar de papinhas (além do leite materno) a partir de hoje… mas ontem já lanchou banana amassadinha e adivinhem, gostou muito. Fizemos várias fotos para registrar mais este momento na vida do nosso pequeno e já ligamos para os avós para informar cada detalhe.

Hoje ele almoçou papinha salgada de carne com legumes e estranhou um pouco, mas não rejeitou as colheradas oferecidas pela mamãe aqui, muito esperto ele, não?! Olha a corujice!!!

E por coincidência, nesta semana o Jornal Hoje da Globo, traz uma série de reportagens sobre bebês, sua educação, rotina e alimentação. Justamente hoje eles deram receitas de papinha para bebês e abordaram detalhes sobre o tema… junto (no site) ofereceram uma tabela informativa do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, que achei interessante e colo abaixo. Abraços!
Alimentação para bebês

Veja como preparar uma papinha saudável para crianças de 6 a 11 meses. As informações são do Departamento Científico de Nutrologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (
Visite o site).
AQUI, você encontra duas sugestões de receita.
Grupo de alimentos e número de porções por dia, segundo pirâmide dos alimentos para crianças de 6 a 11 meses (850 Kcal).
Os exemplos de alimentos correspondem a uma porção daquele grupo.

Pães e Cereais: 3 porções
• Arroz Branco cozido: 2 colheres de sopa
• Batata cozida: 1 1/2 colher de servir ou 1 unidade pequena
• Macarrão: 2 colheres de sopa

Verduras e Legumes: 3 porções
• Legumes cozidos: 1 colher de sopa picado
• Legumes crus: 1 a 2 colheres de sopa
• Verdura: folhas cruas folhas: 3 médias / 6 pequenas
• Verdura folhas cozidas/refogadas: 1 colher de sopa

Frutas: 3 porções
• Banana nanica: 1/2 unidade
• Mamão papaia: 1/2 unidade pequena
• Maçã média: 1/2 unidade
• Suco de laranja: 1/2 copo de requeijão
• Goiaba: 1/2 unidade pequena
• Laranja: 1 unidade pequena

Leguminosas: 1 porção
• Feijão cozido (grãos): 1 colher de sopa
• Lentilha cozida: 1 colher de sopa rasa
• Ervilha cozida: 1 colher de sopa
• Grão de bico: 1 colher de sopa

Carnes e ovos: 2 porções
• Carne de boi cozida/refogada/grelhada: 2 colheres de sopa rasas ou 1/2 bife
pequeno (35g)
• Carne de frango cozida/grelhada: 1/2 sobrecoxa ou 1 filé pequeno (35g)

Óleo e Gorduras: 2 porções
• Manteiga ou creme vegetal: 1 colher de chá cheia (5g)
• Óleo de Soja: 1 colher de sopa rasa

15
Jul
08

Giorgio querido

Hoje acontece a segunda cirurgia do nosso pequeno Gio. Estou torcendo pra que tudo corra muito bem, com as bênçãos de Deus! Ontem escrevi no blog da Samantha para dar notícias aos leitores dela e ressaltei o trecho abaixo, que na hora achei pertinente colocar:

Antes de mais nada, chamo vocês que acompanham os textos e a vida da Sam a pensar comigo, qual é a idade ideal para apresentarmos nossos filhos aos animais de estimação? Em que fase e em quais situações devemos ou podemos deixar que eles convivam com cachorros, gatos, ratos, coeolhos, pássaros… Difícil, né?! Eu tenho um bebê de 6 meses e há tempos me pergunto quando poderei apresentar os cachorros de amigos e familiares com quem convivemos frequentemente ao nosso pequeno… pelo trauma recente fiquei com o pé atrás, mas ainda assim, vou levar esta reflexão adiante, pois realmente me interessa saber o momento certo. Certo mesmo é que toda criança deve ter experiências amigáveis com animais domésticos, pra mim, em especial cachorros, pois só assim seremos completos… digo isso porque penso em quantos cachorros eu mesma tive ou meus irmãos (inclusive a Sam) e em como eles nos fizeram melhores, mais sensíveis, mais animados, mais disciplinados e até mais responsáveis. Quem nunca teve um e junto dele histórias felizes e tristes, certo?! Pensando nisso, saibam que a Cherrie, a pit bull que atacou o Giorgio era uma linda cadela, de olhar marcante, delicada para os padrões caninos, obediente ao dono (nosso irmão) e querida, do jeito dela… nunca nós poderíamos esperar que ela atacasse justamente o Giorgio, assim como não esperávamos nem gostaríamos que ela atacasse criança alguma, familiar algum, assim como outros pit bulls já atacaram seus donos, em histórias que ouvimos falar quase de diariamente por aí, mas… atacou e infelizmente agora temos mais essa história em nossa família.

08
Jul
08

Polícia se manifesta sobre João Roberto

O país todo leu ou escutou algo sobre a morte do menino João Roberto, nesta última segunda-feira, assim como acompanhamos atordoados o crime brutal que matou João Hélio em fevereiro de 2007, tb aqui no Rio de Janeiro. Mesmo parecendo irreal, no domingo passado a polícia descarregou suas metralhadoras diante de um carro onde inocentes mãe e filhos – bebês/anjos – se abrigavam em transito pelas ruas da Tijuca, zona norte aqui do Rio… por que? Só Deus sabe a razão, pois lógica aqui entre nós, homens e mulheres da sociedade comum, sinceramente parece não existir.

Perplexa com o assunto, eu tenho acompanhado as notícias a respeito através da internet e televisão e tenho podido perceber que mesmo os veículos de imprensa, por meio de apresentadores e repórteres de rua encontram-se tão frustrados e penalizados quanto eu e a grande maioria da população.

Li no G1 hoje cedo: através de nota oficial, Gilson Pitta Lopes, comandante geral da Polícia Militar informou que durante uma reunião com comandantes de outras unidades…

“ele reafirmou que a PM não pode abrir mão dos cuidados fundamentais em abordagem de pessoas, veículos e também no uso de armas de fogo”. Segundo ele, os desvios de conduta da corporação não serão tolerados. A Polícia Militar informou, ainda, que se solidariza com os familiares das vítimas recentes de ações policiais e afirmou, segundo a nota oficial, que os “maus policiais responderão por seus atos”.

Mas, adianta receber votos de condolência e a solidariedade de membros da mesma polícia que mata seu filho? Quer dizer… não tenho números em mãos, mas acredito verdadeiramente que grande parte dos integrantes das corporações das polícias militar e civil são sim corruptos, despreparados e que agem sem pensar, como se estivessem acima da lei, acima de outros homens e mulheres de bem e sempre imunes de qualquer julgamento e/ou punição, indiferentes ao sentimento e valores do outro. Diante disso, pra mim parece não bastar que os “superiores” desses policiais assassinos peçam desculpas, muito menos o pedido de desculpas do Secretário de Segurança do Estado, como vi ontem. É preciso que novas medidas, mais enérgicas, sejam tomadas, que as pessoas cobrem seus direitos de estarem amparadas pelas Leis, protegidas pelo Estado, que tenham respaldo verdadeiro da polícia para sair às ruas em segurança, que tenham o retorno de Governos, das administrações públicas, para seus apelos e reivindicações. Muita coisa precisa mudar. E, sinceramente, gostaria que a partir de casos como o desses meninos, pudéssemos ver a “gota d’água transbordando”e finalmente, as coisas acontecendo… sem cair no esquecimento!

07
Jul
08

Competição de bebês

Assistimos a Ana Maria Braga hoje, no Mais Você e, curtimos uma nova competição, A Guerra dos bebês… agora que o programa resolveu adotar esse novo estilo, com mais convidados, competições e prêmios, ao invés de apenas culinária.

O Caio é fã da Ana Maria e por isso assistimos o programa todas as manhãs, desde a casa da Vovó Ita, onde o hábito foi criado… e eis que hoje, ao ver os bebês que participam da competição, o Caio ria muito… e eu escolhi torcer pelo casal que mora na Austrália e está de férias no Brasil, pais da pequena Mia de 10 meses… tudo por que? Porque a moça é japa e a bebezinha, linda demais, é uma mesticinha nata, digna de namorar o Caio, hehe!
07
Jul
08

Eu voltei, agora pra ficar!

Papai chegou! Nesta sexta acabou o curso que o Ju estava fazendo fora do Rio… ainda bem… foi uma fase difícil, os primeiros meses do Caio sozinha, sem o apoio e o carinho do marido, ninguém merece. Tá certo que ter ficado na casa dos pais e sogros foi uma oportunidade enorme que, sem planejar, nós oferecemos ao Caio, pois ele pôde receber amor, carinho, atenção, motivação, sorrisos e olhares de puro amor assim… aos montes e gratuitamente. Foi uma oportunidade para avós e tios curtirem a nossa companhia e armazenarem um estoque de boas lembranças do Caio e minhas (por que não?) para os próximos meses em que não nos veremos.

Geralmente a distância é muito difícil. Todos ajudando, todos compreendendo meus e seus momentos, dando apoio e agindo com amor diante das situações… assim tudo passou e passa sempre bem mais rápido e fácil. E agora, finalmente, depois de meses, papai está de volta. Quando penso na chegada do Ju lembro da musica do Rei “eu voltei, agora pra ficar, eu voltei, aqui é o meu lugar”. É isso aí. Graças a Deus a família está unida novamente e pra sempre!

Pessoal, amigos e família principalmente, obrigado de coração. Sei que foi barra pra todo mundo. Valeu!

02
Jul
08

Como lidar com o choro até 1 ano de idade

Seu bebê vai chorar bastante até completar 1 ano e aprender a falar. Conheça as causas e saiba como lidar com a situação… por Tamara Foresti e Daniela Tófoli – Revista Crescer on line
Adorei essas dicas, valem para quem convive conosco, mães e bebês e querem entender melhor como as coisas acontecem e/ou querem ajudar de vez em quando.

NECESSIDADE DE CONTATO OU TÉDIO
Causa: O bebê pode estar carente de atenção e inseguro.
Como identificar: O choro é manhoso e passa quando você o pega.
O que fazer: Brinque com ele. Nos primeiros dois meses, não tenha medo de confortá-lo, pois ele precisa de segurança. Experimente trocar o berço e o carrinho pelo seu colo ou bolsas canguru.

DOR
Causa: Pode ser ocasionada por uma batida, doença ou infecção.
Como identificar: Normalmente, o bebê aponta o local que está dolorido. Se for uma dor de ouvido, por exemplo, vai tentar tocar as orelhas.

DESCONFORTO
Causa: Roupas apertadas, mesma posição no berço etc.
Como identificar: O choro é irritado e seguido de movimentos corporais.
O que fazer: Tire o objeto que está incomodando a criança e, de vez em quando, vire o corpo dela no berço.

MANHA
Causa: A partir dos 9 meses, o bebê percebe que, ao chorar, consegue uma troca de fraldas, leite etc. Então, passa a usar o choro para conseguir outras coisas que deseja, manipulando os pais. Como identificar: Choro irritado.
O que fazer: Se você acha que aquilo que a criança pede é desnecessário, não dê só porque ela chorou. Nessa fase, o bebê começa a engatinhar e você limita o acesso dele, por exemplo, ao controle remoto. Se ele chorar e você ceder, vai confirmar que consegue o que quer pela birra.

SUSTO E MEDO
Causa: Barulhos repentinos, como portas batendo. Perto dos 9 meses, quando a criança enxerga melhor, ela estranha desconhecidos.
Como identificar: É uma reação orgânica, parecida com a que ocorre com você. O choro pode ser acompanhado por um pequeno salto e berros.
O que fazer: Pegue-o no colo e faça carinhos até ele se acalmar.

EXCESSO DE ESTÍMULO
Causa: Lugares agitados, muito barulho, brincadeiras ou colo.
Como identificar: O bebê fica rabugento, o choro é quase uma reclamação.
O que fazer: Tenha paciência e leve a criança para um ambiente tranqüilo.

DENTES
Como identificar: A criança baba mais, quer colocar tudo na boca e perde o apetite. As gengivas ficam vermelhas e inchadas e o bebê choraminga. Este choro ocorre entre os 7 e os 12 meses de idade.
O que fazer: Ofereça um mordedor para ajudar a rasgar a gengiva ou use pomadas específicas. É importante escovar as gengivas com gaze ou toalha molhada. Além de higienizar, você ajuda a aliviar a coceira.

FOME
Causa: É comum ter dificuldade para alimentar seu filho nos primeiros dias, pois vocês dois ainda estão aprendendo a lidar com a amamentação. O bebê entende a fome quase como uma dor. Como identificar: Antes de abrir o berreiro, o bebê manda sinais de que está com fome, chupando o dedo e abrindo e fechando as mãos. O choro é prolongado e vem acompanhado de mão na boca.

O que fazer: Alimente-o. Só assim ele vai parar de chorar.

CÓLICA
Causa: O sistema digestivo do bebê ainda é imaturo e também é possível que a ansiedade dos pais, comum no primeiro filho, passe para a criança e cause o desconforto. A cólica costuma ter pico até os 3 meses e é mais freqüente após as mamadas e no começo da noite.
Como identificar: O bebê enruga a testa, seu abdome fica distendido e o choro é agudo e prolongado.
O que fazer: Faça massagem, esticando e encolhendo as pernas dele. Outra dica é mantê-lo o mais ereto possível enquanto mama, para não engolir ar. Ou, ainda, segurá-lo apoiado no seu braço dobrado, com a barriga virada para baixo, para que ele solte gases.

CALOR OU FRIO
Causa: Excesso ou falta de agasalhos.
Como identificar: Quando o choro é por calor, a criança fica suada e molhada na raiz do cabelo. A pele pode ficar pegajosa e com brotoejas. No frio, as extremidades ficam geladas, como dedos das mãos e dos pés. O som é alto.
O que fazer: Tire ou coloque roupas. A criança está em uma temperatura confortável quando o nariz e as bochechas estão mornos.

SONO
Causa: Cansaço
Como identificar: O choro é alto e nervoso.
O que fazer: É preciso acalmá-lo. Abaixe as luzes, fique em um ambiente tranqüilo e cante para seu filho enquanto o embala. Tenha paciência, porque pode demorar um pouco para ele parar de chorar.

LIMPEZA
Causa: Fralda suja. O choro é porque o contato da urina ou das fezes incomoda e pode ter provocado assaduras.
Como identificar: O bebê se retorce porque a pele fica irritada e ardida.
O que fazer: Troque a fralda e use uma pomada contra as assaduras. Às vezes, vale deixá-lo sem fralda para a pele respirar.

Ainda indicam, no site da revista, outros tipos de choro e afins.

01
Jul
08

Hora da massagem

Mãe, Shé, Nica, Tia Jo… essa matéria é para compartilhar com vocês… que puderam acompanhar por diversas vezes nossos momentos de massagem, carinho e relaxamento. Sabem quanto é prazeroso pra mim e para meu pimpolhinho, o quanto gostamos e o quão benéfico as massagens são. Leiam!

O vínculo afetivo com o bebê também se constrói pelo toque, e você pode criar momentos especiais para isso com massagens. Elas são um estímulo importante para o desenvolvimento sensorial do bebê. A massagem ativa quase todos os sentidos: o tátil, no contato com outra pele; a audição, na percepção de uma música suave, colocada durante a sessão; o olfativo, despertado pelo cheiro relaxante do bálsamo de massagem. A estimulação tátil também ajuda o bebê a notar as partes do corpo, o que é importante para alguém que se entende, no começo da vida, como uma extensão da mãe. Intimidade Além de tudo isso, as massagens criam um momento único para mãe e filho se conhecerem, aumentarem a intimidade e se entenderem melhor. Por isso é bom envolver nessa prática o pai. Crianças que não têm contato físico podem crescer com uma carência afetiva, sem ter vivenciado momentos de segurança, afetividade e proteção, sentimentos que são passados também pelo toque.

Por que faz bem para seu filho?
– A massagem aplaca a agitação e a irritabilidade típicas da infância, diminuindo a tensão e os choros.
- Assim como nos adultos, reduz a ansiedade, diminuindo a produção de hormônios que causam estresse e aumentando os níveis daqueles que produzem bem-estar,como a serotonina.
- Os toques lentos e suaves relaxam e aumentam as chances de um sono tranqüilo quando termina a sessão.
- A massagem estimula o funcionamento do aparelho digestivo, e isso pode melhorar tanto a absorção dos alimentos quanto amenizar ou prevenir as cólicas do bebê.
- O humor do bebê e da mãe sai ganhando, pois a atividade os tira da rotina e é prazerosa.

Revista Crescer on line

01
Jul
08

Mães e filhos precisam estar próximos

Eu sou da opinião de que mães e filhos devem e precisam ter um relacionamento estreito na infância para que haja força nessa relação, gerando maior respeito, cumplicidade, amizade, confiança, estabilidade… por isso tenho apostado minhas fichas na amizade entre mim e meu filho. Sempre que prometo algo a ele, mesmo sendo tão pequenino, tento cumprir e converso muito… sobre todos os assuntos, explico as coisas, conto histórias, falo das famílias, leio, canto… pintamos e bordamos juntos, somos companheiros. Minha mãe vê nossa relação e acha bonito, pois acredita que estou me saindo bem como mãe, mas eu tinha minhas dúvidas. Quero acertar ainda que possa cometer um errinho aqui ou outro ali, mas tentando dar o melhor, sabe?!

Nessa linha, li há pouco uma reportagem na revista Crescer onde se comenta uma pesquisa sobre crianças que recebem estímulos maternos no primeiro ano de vida e que por isso têm menos chance de desenvolver problemas de comportamento no futuro, entre outras considerações. Achei interessante porque é mais um sinal de que eu e tantas outras mães estamos no caminho certo.

Segue um trechinho e o link de acesso:

“[...]E no quanto o papel da mãe é fundamental nessa etapa? Isso é o que comprova um estudo elaborado por Benjamin Lahey e sua equipe da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. A pesquisa, que analisou 1.800 crianças, sugere que a maneira como as mães interagem com os bebês até 1 ano de idade interfere no comportamento da criança entre 4 e 13 anos. Os cientistas avaliaram as reações das crianças em vários tipos de atividades e os estímulos que recebiam da mãe. O resultado indicou que, aquelas estimuladas no primeiro ano de vida, apresentam baixo risco de ter problemas de comportamento, como bullying, mentiras, desobediência, entre outros. Há quem pense que a criança não aprende nada quando ainda não tem 1 ano de vida. “O enorme trabalho neurológico e químico que um bebê faz nos primeiros 12 meses não acontecerá dessa maneira em nenhuma outra fase de sua vida”, diz Rita Calegari, chefe do setor de Psicologia do Hospital São Camilo. Aquele bebê, que parece não interagir com os pais nos primeiros dias, logo começa a reconhecer as pessoas, a falar, andar e mexer em objetos. Todo o aprendizado nessa etapa se refletirá na sua forma de se relacionar com o mundo. E os cuidados maternos, cujos estímulos vão desde uma troca de fralda ou da amamentação, por exemplo, vão definir seus valores, caráter, nível de tolerância”…
01
Jul
08

Qual o seu tipo como mãe?

Hoje eu estava indicando o meu blog para uma amiga (kelita) e uma prima (Cida) poderem acompanhar a nossa rotina por aqui e ficarem a par das nossas novidades… depois que escrevi pra elas fiquei pensando se é certo falar sobre as descobertas do meu filho e minhas próprias, através da internet… sempre tenho receio… por ser espaço público, por saber que existe muita gente dissimulada que acaba se envolvendo na nossa vida sem sinceridade de intenções e mais, porque morro de horror de parecer uma mãe exibicionista. Ui credo! Quero mesmo é poder dividir as coisas com minha família, com alguns amigos, sem ter que ficar mandando o mesmo texto (ou quase) para diversas pessoas por e-mail, sendo que todos podem ler direto no blog e ainda rir do meu jeito de escrever, sabe?

Enfim… aí entre estes pensamentos e uma leitura ou outra na net, vi no blog da Sá, um esquema de quiz que ela fez a partir do site da revista Crescer. Eu, diferente da minha irmã, não sou muito disso, mas resolvi fazer e além de sermos irmãs comunicadoras (JR e RP) ainda temos o estilo materno em comum, hehehe.

QUE TIPO DE MÃE VOCÊ É?

Superligada
Perfil: Você é uma mãe participativa, que parece ter saído de comerciais de margarina. Faz tudo para estar presente e envolvida na vida dos filhos. Muito carinhosa, tem alma de negociadora diplomática: sabe impor o seu ponto de vista de adulta e estabelecer regras, mas ouve e se interessa pelas opiniões e idéias de seus filhos e por todos os aspectos de sua vida.

A frase: “Família que faz tudo junto permanece unida.”É bom porque seus filhos se sentem importantes na sua vida e têm a segurança de ser amados.Pode ficar chato se você não ficar atenta para manter seu espaço junto ao seu marido. Não esqueça que vocês são um casal e devem, por exemplo, tirar um fim de semana para namorar. Crianças também precisam de referências adultas.




 

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