Ser mãe é padecer no paraíso. Certo?! Errado… ser mãe é ser feliz acima de tudo.
Ontem li no site Desabafo de Mãe (que olho sempre por influência dos tempos em que a Sa esteve por lá) um testemunho de mãe feito por uma blogueira – Julia Bastos – em que ela apontava o título deste meu post. Quando li logo pensei, que beleza de título! E escrevi a ela comentando o quanto concordo com o que ela expôs. Ela começou o texto dizendo:
Recentemente, uma amiga que está grávida pela primeira vez me perguntou se é verdade quando falam que filho dá trabalho. A resposta imediata e sincera que eu tive foi “não.” Ela ficou em silêncio por causa do espanto, pois esperava um “sim.” Então me perguntou: “Mas por que você não entra mais no MSN durante o dia ou demora para responder os meus e-mails? Por que quando eu ligo para a sua casa, você atende quase no último toque (quando atende) e fala pouco? Lembra quando tínhamos longas conversas ao telefone?”Bom, eu diria que filho ocupa bastante o nosso tempo. Ocupa e cansa muito! Cansa, principalmente, se você sempre teve aquele emprego sentada em uma confortável cadeira, em frente ao computador, em uma sala refrigerada, com todo o tempo do mundo para tomar decisões. Não classificaria a maternidade como trabalho. Dar banho, trocar fraldas e outros são coisas que, quando você pega a prática, faz até de olhos fechados (não aconselho). Brincar, conversar, dar beijinhos na barriga cheia após a mamada, assim como o ato maravilhoso de amamentar jamais podem ser inseridos na categoria trabalho. E cortar as unhas ou fazer a higiene bucal do bebê? Eu colocaria isso na categoria luta livre.
E eu adorei… porque me pego pensando nessas coisas. Então deixei lá o meu comentário: “Pra mim não há prazer maior em atender seu bebê (filho) ainda que isso ocupe seu tempo, paciência, gaste sua criatividade, seu repertório de músicas, histórias e ainda exija muitos sorrisos, carinho e compreensão. Também ouço diariamente que as mães sofrem, que se cansam, pois os filhos, especialmente na fase bebê 100% dependentes, nos dão trabalho e por aí vai. Mas o que sempre respondo e que se encaixa neste texto é que em contrapartida à bênção de termos uma vidinha inocente e amorosa em nossos braços, só podemos dar nossa atenção, tempo a dedicação, mesmo que isso custe menos tempo para nos cuidarmos ou atendermos a casa, pelo menos nessa fase inicial… e me digam, há coisa melhor do que um sorriso espontâneo de seu filho quando acorda e lhe vê ao lado? Ou um sorriso quando vc menos espera, entre uma brincadeira e outra? Isso não tem preço e compensa tudo que fazemos por eles e para eles”!











Ti, é verdade, apesar de eu atualmente achar que ser mãe é uma tarefa árdua e que não é para qualquer um, não deixaria de viver esta experiência por nada deste mundo. Meus filhos me ensinam lições preciosas diariamente e estão terminando o polimento que a educação do nossos pais começou em mim.
E esta fase bebê, tão exaustiva e exigente, é uma das mais lindas e deixa uma saudade imensa nas mães. Vc é uma mãe maravilhosa – como é uma tia e madrinha incomparável – e fico feliz como irmã ao vê-la nesta fase de sua vida. Aliás, ao vê-los, pois vejo o mesmo no Ju.
Beijos saudosos no sobrinho mais lindo do mundo!
que continuidade mais gostosa de ler. Muito legal, tiffany, ver você encarar a maternidade desta forma porque ser mãe realmente ocupa o melhor tempo da nossa vida. parabéns!
Sa, acompanho você e o suas habilidades de mãe, assim como seu imenso esforço para estar antenada às tendências infanto-juvenis, interesses dos meninos, educação, valores e coisas que gostam ou não… sempre para ser além de mãe, amiga dos meninos e por isso a admiro. Continue assim e me visite sempre aqui no blog. Beijos.
Ceila, agradeço a visita aqui no meu espaço. Fiquei feliz com o que disse, não apenas sobre o texto, mas por você ter percebido através do que escrevo a minha intenção em ser uma boa mãe…
Nos “vemos” no Desabafo… tenho acompanhado o que você escreve por lá. Abraços.