Recebi a newsletter da Crescer por e-mail agorinha e colo abaixo o texto, exatamente como veio. Achei perfeito porque na semana passada os filhos de amigos nossos aqui do Rio, de idade entre 1 e 2 anos e meio, estiveram com VIROSES… e este tema sempre chama-nos atenção porque por enquanto o nosso pequeno não frequenta creches nem escolinha e por ora, está imune, sem ter sido ainda refém das benditas viroses… aliás, espero que continue assim, fortinho e saudável, sem problema nenhum por muiiiiiiito tempo!
Virose à vista
Este é o diagnóstico que você mais vai ouvir do pediatra, principalmente se o seu filho freqüenta um berçário. Ao escutar essa frase, a primeira sensação é de desconfiança. Afinal, por que os médicos quase nunca sabem o nome do vírus e os medicamentos específicos a serem administrados? Porque é assim mesmo. Apesar da dúvida que causa nos pais, sintomas como mal-estar, febre, dor no corpo, vômito, coriza e diarréia estão freqüentemente associados à chamada infecção viral.
É mais comum em crianças a partir dos 6 meses – tempo médio de amamentação da maioria das mulheres – e duram de três a oito dias. Há dois tipos de virose: respiratória e intestinal. A primeira é comum no inverno, quando os ambientes fechados favorecem a circulação dos vírus. Já as viroses intestinais, caracterizadas pela diarréia, são transmitidas pela água e, por isso, são mais freqüentes no calor.
Apesar de algumas doenças provocadas por vírus contarem com vacinas, não existe propriamente cura para a maioria delas. A única solução é suavizar o desconforto e esperar que o organismo se recupere gradativamente. Repouso, hidratação, antitérmicos e, em casos de infecções respiratórias, manter limpo o nariz da criança, bastam num primeiro momento. Identificar o nome do vírus causador da doença em geral não influi no tratamento, pois da próxima vez que contraí-lo o organismo da criança estará imune.











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