Arquivo para Novembro, 2008

30
Nov
08

Natal na Lagoa

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êba!! A árvore de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas foi inaugurada ontem. Parece que assim começa o clima natalino aqui entre os cariocas… pelo menos aqui em casa é este o efeito. Eu já esperava ansiosa e acho que vamos hoje dar uma espiadinha. Ho-ho-ho

Este ano o tema da árvore é “Uma melodia de paz para a família brasileira”. No topo dos seus 85 metros, uma estrela com a companhia de dois anjos representando a paz. São 52 quilômetros de mangueiras luminosas. O espetáculo este ano ganha um toque musical, com canções natalinas, gravadas na Itália, com sinos tocados manualmente por sineiros profissionais. 

Todos os sábados, às 21h, cariocas também poderão ver uma queima de fogos de artifício, instalados nas laterais da árvore. (informações do G1)

30
Nov
08

Pista Cláudio Coutinho

 

Nesta manhã demos uma passadinha na Pista Cláudio Coutinho, um dos lugares considerados “pontos turísticos” da cidade onde gostamos de ir. A Pista, propriedade militar, fica na encosta do Pão de Açúcar e é própria para caminhadas e passeios, onde a gente aproveita a vista do mar, dos rochedos, barcos de pesca e/ou navios de cruzeiro passando ao longe, além da Praia Vermelha, onde fica o acesso à pista.

Mas o melhor é com certeza respirar o ar puro dali, ouvindo o barulho das ondas batendo nas pedras e poder observar os animais, especialmente os simpáticos e espertos micos – sempre à espera de bananas e outros quitutes – oferecidos indevidamente por nós turistas.

Através da Pista C. Coutinho também são feitas trilhas e mini-escaladas, de interesse esportivo ou apenas turístico, em grupos pequenos ou grandes, de iniciativa particular ou contratados. A gente vai cruzando com os grupos, montanhistas cheios de cordas penduradas na cintura e suas mochilas características. Um barato. Até eu já fiz esse esquema de caminhar pela trilha e escalar o Pão de Açúcar “pelos fundos”, indescritível, maravilhoso. Taí, fica a sugestão… quem quiser saber mais sobre isso, entra no site. Abraços.

 

30
Nov
08

As últimas do CJ

Passaram alguns dias desde meu último post exclusivo sobre o CJ.

Nesta semana, mais especificamente na terça-feira, ele aprendeu a bater palminhas. Me recordo que conheci uma mãe de encantadora menininha (num dia qualquer aqui do Rio) e ela me disse que a filha de 1 ano havia aprendido a bater palmas com 4 meses, pois foi muito cedo para a creche e lá “eles” estimulam muito a psicomotricidade da criança. Sem comparações porque tenho cosciência de que não se deve comparar o desenvolvimento de bebês, de crianças dum modo geral… mas achei a filha precoce e me preocupei com o CJ.

Quando, nesta semana, as palminhas vieram, quase morri de alegria, meu entusiasmo (comum a todas as novidades dele) foi tão grande que liguei rapidamente para o papai a fim de contar, depois a madrinha carioca e assim por diante… Hoje estava reflexionando e pensei “na terça as palmas foram um encontro desengonçado das mãos, meio sem noção, motivados pela alegria de ter visto close de uma atriz (não recordo o nome) num programa de TV. Passaram-se pouquíssimos dias de lá pra cá e hoje as palmas saem perfeitas, entusiasmadas, carregadas de orgulho, pois ele sabe que está fazendo algo que nos deixa feliz e ocorrem diversas vezes ao dia: quando termina de comer (e comeu tudo), quando fica em pé sozinho ou faz algo diferente, quando quer nos chamar a atenção, entre outros exemplos”. Estou impressionada com a autonomia que ele vai ganhando a cada dia. Nos surpreende e encanta.

Outra novidade foi que aprendeu a fechar portas, com delicadeza e sem barulho. Ele tem entrado nos cômodos, senta, fecha a porta devagarzinho (puxando com um dedinho geralmente) e fica lá… assim que eu apareço e vou abrindo devagar, chamando por ele, ele começa a gargalhar. Parece que está provocando as brincadeiras do “sumiu/achou”. Muito legal.

Nessa fase dos 10 meses e meio ele tem se mostrado muito esperto, com movimentos rápidos e curioso ao extremo. Tudo lhe causa curiosidade, mas nem tudo surpresa. Por alguns desafios, brincadeiras que fazemos para incentivá-lo ou até obstáculos físicos no caminho de sua passagem, ele demonstra mais ou menos surpresa. Isso tb tem sido bem legal de observar. Continua tirando e guardando coisas das gavetas e agora está carregando obejtos escolhidos por ele casa adentro e nos entregando quando não quer mais. Ontem, do nada, ele veio engatinhando e me trouxe o telefone sem fio na cozinha, eu peguei, ele sorriu e voltou faceiro para a sala, onde ficou vendo TV, assim…

Com os brinquedos ele está mais atencioso. Presta muita atenção nos detalhes, mexe, empurra, joga, pega de volta. Ganhou, na segunda, uns blocos de montar – tipo lego grandão – e só deu atenção a eles até conhecer melhor. Também adorou a caixa de papelão que continha as peças… oh… mas isso não foi novidade, que criança não se encanta pelo menos uma vez pela bendiata caixa de papelão?! Na quarta comprei uns bichinhos de borracha para o banho, que vieram a completar a coleção que a Tia Jo deu e, ele se divertia pondo tudo junto no balde de areia/praia. Agora, no momento a maior atração da vez é a Bíblia infantil que a Vovó Ita deu no batizado. Ela já está mordida, com páginas despencando, mas “resiste firmemente” aos puxões e babas. O CJ vira as páginas, aponta os personagens e me chama pra ler, depois fica sentado mordendo… deve ser uma delícia!

Socialmente eu diria que ele está mais carinhoso com quem conhece (como com os padrinhos aqui do Rio, que vibra ao ver de longe) e desconfiado com estranhos. Até os 8 meses ele ria para qualquer um e se oferecia para colos. Eu desabafava, preocupada, com o pediatra. Tinha receio que ele ficasse muito dado, pois quando aprendesse a andar as preocupações aumentariam… sabem como é, criança já tem mania de sair correndo por aí e demoram a aprender que não se deve aceitar coisas e em falar com estranhos… ainda mais crianças fofas e simpáticas. Tinha medo mesmo, ouço cada coisa por aí. Mas, para sorte minha, o CJ está “avaliando” as pessoas antes de sorrir, reagir às brincadeiras e provocações. Está mais seletivo, hehehe.

Nosso pequenino está crescendo. Eu, adorando.

27
Nov
08

Marley e Eu – logo nos cinemas

Momento relax! Depois de muitos posts que ando escrevendo a respeito de campanhas de conscientização social e moral, volto a escrever para “avisar” que muito em breve os leitores da maravilhosa história real narrada no livro Marley e eu – vida e amor ao lado do pior cão do mundo, do norte-americano John Grogan, poderão assistir as cenas de loucuras, bagunças e êxtase do querido cão Marley junto a sua família.

Eu vi este livro encantador por diversas vezes nas livrarias, meses após meses, sempre entre os mais vendidos e apaixonei-me pela capa (que traz a foto do Marley ainda filhote, um labrador muito levado). Comprei, li, ri muito, chorei, me senti vivendo com a família Grogan por alguns momentos, pois a narrativa do autor é incrível, rica em detalhes que nos fazem sentir como se estivéssemos ali, presenciando as travessuras do labrador. Indico o livro para todos que tem cachorros e que amam esses malandros, que cedo ou tarde, acabam seduzindo a gente de tal forma que passam a reger nossas vidas. Se você tiver tempo, leia, não vai se arrepender!

A adaptação do best-seller de John Grogan para o cinema trará Jenifer Aniston e Owen Wilson interpretando o casal Jennifer e John. O longa está sendo dirigido por David Frankel, que levou às telas ”O diabo veste Prada” e tem estréia programada para o Natal, nos Estados Unidos e, em janeiro para os brasileiros.  

            

27
Nov
08

Só resta a esperança…

Quando tudo se perdeu, só resta a esperança!

Há mais de duas semanas as chuvas não dão trégua em muitas regiões do país, especialmente sul e sudeste. Dias atrás, ainda na semana passada, todos devem ter se comovido com os estragos provocados por enchentes ocorridas em Belo Horizonte, Vitória (ES) e em São Paulo capital, onde houve caso dígno de ficção, em que motorista de van foi sugado pela correnteza e passou por 60 metros de tubulação de esgoto, abaixo da marginal Pinheiros, até sair no rio de mesmo nome enquanto seu ajudante era socorrido por pessoas que passavam no local. Enfim, histórias das mais diversas são contadas quanto o cenário principal são chuvas, enchentes e decorrentes problemas urbanos, especialmente no trânsito. Eu mesma, na terça-feira passada, recebi telefonema de uma amiga aqui do Rio, dizendo estar “refugiada” num prédio comercial após ter sido surpreendida por uma forte chuva, na zona sul do Rio, que em menos de 40 minutos (dados da imprensa) alagou grande parte da cidade.

A gente se assusta com acidentes de carros, quedas de árvores, buracos se abrindo nas ruas, encostas deslizando… e ainda assim, por vezes achamos graça quando ouvimos relatos de pessoas correndo pelas calçadas alagadas junto a filas de ratos buscando abrigo igualmente. Desde as primeiras cenas de perigo e tristeza, quando vemos ou antevemos que haverão perdas materiais, naturalmente o ser humano começa a se comover. É o momento em que, assistindo aos noticiários de tv a gente se imagina naquela situação, olha para a pessoa ao lado e diz “já pensou? que horror / ou / que tristeza. Imagine se fosse conosco?” E não sendo conosco, já que a gente continua seguro e protegido em nossas casas, com comida farta, comodidades como televisão, geladeira, fogão, cama quentinha e roupas limpas, a gente “deixa passar mais essa notícia” de sofrimento, de perda, de dor, de prejuízo material vividos por pessoas que a gente nem conhece. Dá vontade de ajudar? Dá, claro. Mas isso pode dar muito trabalho também, não sabemos como e o nosso dia-a-dia já é tão corrido, melhor deixar para a próxima

Que vergonha, hein? Mas eu sou a pessoa que faz isso, assim como você! A gente se solidariza com quem está sofrendo, comenta com familiares e colegas de trabalho, torce para que as pessoas consigam se recuperar, se reerguer, mas à distância de nós, independe se isso vai ocorrer de verdade ou não, pois nunca mais veremos aqueles que deram entrevista para o jornal noticioso. Em geral, somos abatidos por uma onde de solidariedade, quando o caos e o sofrimento estão mais distantes até, como quando cidades são assoladas por terremotos e/ou maremotos, tsunamis em países da África e Ásia especialmente. Quem não se sentiu mal ao ver as cenas de milhares de chineses revirando terra e entulhos atrás de seus mortos e possíveis sobreviventes no começo deste ano de 2008? Nos terremotos desse ano, mais de 10 mil chineses morreram. Vamos mais longe, quem não se espantou com a força da movimentação das placas tectônicas que causou o tsunami na Indonésia em 2006? Já faz algum tempo, mas morreram mais de 300 pessoas e 52.700 aproximadamente ficaram desabrigadas, perdendo tudo.

Pois é… que post mais horrível de se ler! Por que falar de tanta desgraça? Porque se auto-acusar e de quebra ainda indicar que as pessoas leiam isso… Porque gostaria de pedir a atenção de todos para o caos instalado em muitas cidades de Santa Catarina. Nesse caso, a notícia não pode entrar por um ouvido e sair pelo outro, não dá para fecharmos nossos olhos, porque está acontecendo com pessoas que conhecemos, potencialmente em cidades que já visitamos e mais, poderia de fato estar ocorrendo em outras localidades brasileiras. Dessa vez o perigo é mais próximo.

Esse estado pequeno, mas tão rico, com tanta cultura proveniente de seus colonizadores, de tantas praias belas e festas típicas… Gente, as pessoas estão sofrendo realmente em SC e cabe a cada um de nós, cidadãos, fazer alguma coisa para ajudar.

Se vocês ainda não se comoveram nem deram conta dos estragos, olhem outras imagens aqui. Também há um mapa, que mostra como está a situação.

Hoje, os principais veículos de comunicação na mídia impresa, televisiva e on line estão alertando para a preferência por doações financeiras, mais fáceis de serem “trabalhadas” e entregues, já que muitas das cidades atingidas ainda estão isoladas, por estradas bloqueadas pelos desabamentos de encostas.

Contas abertas por bancos em nome do Fundo Estadual da Defesa Civil, de Santa Catarina, já receberam mais de R$ 1,2 milhão em doações até a noite de quarta-feira (26). Mas é necessário prestar atenção no momento de doar dinheiro. A Defesa Civil de Santa Catarina alerta a população para tomar cuidado com falsas mensagens de ajuda, enviadas por e-mail, divulgando números de contas bancárias para depósitos de doações. De acordo com os técnicos da Defesa Civil catarinense, o órgão não envia mensagens eletrônicas com pedidos de auxílio aos desabrigados. Alerta do site de notícias G1

Veja as contas para doações: 
Caixa Econômica Federal: Agência 1277, operação 006, conta 80.000-8 
Banco do Brasil: Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7 
Besc: Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0.  
Bradesco S/A: 237 Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1.

O nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil e o CNPJ, 04.426.883/0001-57

A situação, segundo as notícias de internet, até o momento são as seguintes:

Segundo a Defesa Civil, desde o fim de semana, foram registradas 97 mortes no estado, em conseqüência das fortes chuvas. Pelo menos 19 pessoas estão desaparecidas. Mais de 78 mil tiveram de deixar suas casas. Até a noite de quarta-feira, seis municípios permaneciam isolados (São Bonifácio, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Itapoá e Benedito Novo). O governo federal liberou R$ 1,6 bilhão para áreas atingidas por calamidades. Santa Catarina ficará com R$ 679 milhões, e mais R$ 370 milhões em títulos públicos.   

Vamos todos fazer alguma coisa para ajudar. Se você entende que o dinheiro doado pode não chegar aos bolsos de quem precisa ou que isso não é o ideal a ser feito, então doe produtos de limpeza, artigos domésticos de cozinha e higiênie, roupas, calçados, colchões, roupas de cama, cobertores e edredons. Comida não perecível também é uma opção, embora a Defesa Civil do estado esteja tendo dificuldades para adminstrar o estocamento e a distribuição, sendo – pasmem – vítimas de saques. Mas, ainda assim, ainda que no meio de tantas pessoas desoladas e em dificuldade extrema, hajam “espíritos de porco, aproveitadores” querendo coibir boas ações a partir de seus gestos mesquinhos e impróprios, faça algo para colaborar. Água potável também é bem vinda. Já pensou? Muitos estão ilhados, rodeados por água, mas suja e contaminada, possivelmente fonte de doenças, mas sem água para beber. 

Lembrem que dentre os 78 mil desabrigados até o momento estão sim pessoas com melhores condições de vida, pessoas que possivelmente irão se reerguer, reconstuir ou adquirir nova morada logo que todo esse transtorno acabe, ainda que isso não siginfique segurança para sempre. Mas, alerto, muitas das famílias atingidas não terão condições de se refazer sem a ajuda do próximo. Pessoas que vivem com salário mínimo, que tem necessidades como todos nós, mas que no momento perderam casas, lembranças queridas, todos os pertences, alguns até seus terrenos, tudo se foi e assim, de um minuto para o outro, tudo o que lhes resta é esperança e aguardar por ajuda.

Vamos ajudar. Vamos ser solidários nesse momento. Vamos dar um bom exemplo do que é ser Brasileiro!


Informe-se sobre postos de coleta na Defesa Civil do seu estado. 

CEDEC/RS – Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Rio Grande do Sul 
www.defesacivil.rs.gov.br 
Fone: (51) 3210 4219

DEDC/SC – Diretoria Estadual de Defesa Civil de Santa Catarina 
www.defesacivil.sc.gov.br 
Fone: (48) 4009 9816 

CEDEC/PR – Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Paraná 
www.pr.gov.br/defesacivil 

SEDEC/RJ – Secretaria de Estado da Defesa Civil do Rio de Janeiro 
www.defesacivil.rj.gov.br 

CEDEC/SP – Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de São Paulo 
www.defesacivil.sp.gov.br 
Fone: (11) 2193-8888 

CEDEC/MG – Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Minas Gerais 
www.defesacivil.mg.gov.br 
Fone: (31) 3236-2111 

CEDEC/ES – Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Espírito Santo 
www.defesacivil.es.gov.br 
Fone: (27) 3137-4441 

SIDEC/DF – Sistema de Defesa Civil do Distrito Federal 
www.defesacivil.df.gov.br 

CEDEC/MS – Coordenadoria Estadual de Defesa Civil de Mato Grosso do Sul 
www.defesacivil.ms.gov.br 
Fone: (67) 3318.1078

26
Nov
08

Blogs em novelas… aguardando os próximos capítulos

Como o assunto me interessou, mas o tempo não permite escrever mais de um post no momento, colo aqui o texto que publiquei agora pouco no Ciculando já, sobre notícia que dá nome ao título.

Eu costumo dizer – ou isso já seria quase um dito popular apenas incorporado por mim? – que o que aparece nas novelas, especialmente da Rede Globo, sem preconceito com as outras emissoras e nem querendo puxar o saco de ninguém, vira moda rapidinho. E quando a coisa é feita, dita ou usada pelos atores mais consagrados então?! Nossa, aí a moda ferve!

Isso é comum na nossa sociedade consumista e culturalmente falando, é uma das coisas características do nosso povo brasileiro… acompanhar as novelas, vivenciar juntos a vida dos personagens (muitas vezes confundindo a trama com a realidade dos atores) e sair dando pitaco por aí. Se por um lado é grotesco e tende para a superficialidade e alienação cultural, por outro (e talvez seja o lado mais forte) acaba sendo a única forma de oferecer mais informação, cultura e consciência social na maioria dos lares brasileiros, inclusive naqueles lugares onde quem é intelectual ou crítico demais nunca teve interesse em visitar. Mas, enfim… esse post não é para eu ficar divagando sobre isso. Quero apenas divulgar notícia que achei bacana. 

Blogs vão virar moda? Foi isso que pensei quando li a news Os blogs ganham o horário nobre e os blogueiros um encontro com Glória Perez do Boombust ontem. E esse pensamento se reforçou quando, a partir de contato com a Sam do A vida como a vida quer, eu soube de alguns detalhes do futuro encontro entre 50 blogueiros selecionados com a autora de novelas, Glória Perez, numa espécie de laboratório, de bate-papo para que a autora passe a conhecer melhor as idéias, experiências, expectativas e o trabalho feito por diferentes blogueiros Brasil afora. Ela, que bloga e participa do mundo virtual inclusive em sites de relacionamentos, está interessada em levar mais dessa nova tendência de produção de conteúdo e relacionamentos, que são os blogs – as novas potencionais ferramentas da comunicação social - para o universo fictício das novelas.

A idéia é que “as pessoas comuns que produzem conteúdo tenham destaque na nova trama”. Que trama?A próxima novela das 8 (na verdade, das 21:00 hs) da Rede Globo, Caminho das Índias, que será levada ao ar no início de 2009, através da qual Glória Perez tentará abrir espeçao para tratar do tema “Blog” como parte do seu enredo. 


E o encontro mencionado? Manoel Fernandes, figura-chave quando o assunto são mídias sociais no Brasil, acordou com a autora o encontro citado mais acima. O bate-papo será no próximo dia 11 de dezembro, na sede da Rede Globo, em São Paulo.  

Vamos acompanhar pelos blogs que participarem e torcer para que o tema seja bem trabalhado e que caia no gosto popular.

De tudo um pouco - Gloria Perez

26
Nov
08

Primavera dos livros no Catete, RJ

Livros pra que te quero!! Samantha me avisou, gentilmente, nesta semana sobre o início da Primavera dos Livros aqui no Rio de Janeiro. O evento começa amanhã e acho que vale a pena uma passadinha. Acho que só irei na sexta, mas assim que voltar comento como foi! Abraços.


24
Nov
08

Campanha pelo fim da violência…

HOMENS UNIDOS PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA MULHERES

Acesse o site da Campanha e vote, ou melhor, registre-se deixando sua intenção de participar, como um abaixo-assinado. É essa a inteção da Campanha Homens unidos pelo fim da violência contra mulheres. Leia o texto base:

Associada à Campanha Mundial do Secretário Geral da ONU e à Campanha do Laço Branco, esta que exponho aqui visa o engajamento de homens em prol de uma sociedade mais justa e igualitária, fundada em princípios de equidade de gênero e no respeito às convenções e tratados internacionais relativos aos direitos das mulheres. Os homens abaixo-assinados se comprometem publicamente a contribuir pela implementação integral da Lei Maria da Penha e pela efetivação de políticas públicas que visam o fim de qualquer forma de violência contra as mulheres.

Lembrem que uma das piores manifestações de violência que há é aquela praticada dentro de casa, pela pessoa que amamos e que diz nos amar.

Após ter trabalhado na chefia de gabinete de Defensoria Pública do Paraná, acompanhando, portanto, casos repetidos de violência doméstica e sendo filha de uma mulher consciente de seu papel, advogada há mais de 30 anos e em muitos desses atuando no Direito Criminal e de Família, eu uso essa bagagem para criticar o que vejo e tenho percebido que as pessoas começam a achar habitual ouvir e ler notícias sobre esses temas, banalizando a gravidade dos crimes e sem perceber que seu papel na cobrança de mudanças efetivas é fundamental. Por isso tenho defendido aqui no blog algumas campanhas governamentais e projetos isolados de cunho sócio-educacional que visam discrimar atos de violência contra mulheres, crianças e idosos. Sou muito radical e me causa enorme desprezo e revolta a violência doméstica e exploração sexual seja para com crianças ou mulheres, algumas mulheres que as vezes são as vilãs também, mas que em sua maioria são vítimas de homens sem princípios, desumanos, sem caráter e que se julgam mais e melhores do que seus pares, às vezes entendendo ser superiores até a Lei e que usam da força física e de ferramentas diversas para impor sua masculinidade, sua frustração emocional e seja lá o que for, agindo monstruosamente contra suas vítimas.

Se você puder, se estiver consciente da necessidade de exercitar seu poder de cidadão, divulgue essa campanha, deixe seu nome nesse abaixo-assinado. Caso não conheça a Lei Maria da Penha, acesse aqui. E se tiver tempo sobrando, leia posts referentes à Campanha ou posts sobre a divulgação da referida Lei blogosfera afora… Faça sua parte!

24
Nov
08

Amigo Imaginário

sb10068805b-001Neste domingo meu marido e eu tivemos chance de almoçar com alguns amigos que tem filhos pequenos, 1 ano e meio e 2 completos, ou seja, conosco eram 3 casais e 3 garotos bagunçando o coreto… Como é natural entre roda de amigos, especialmente quando o assunto é filho, ficamos conversando sobre os progressos das crianças, comentando em que fase descobriram cada coisa, como estão reagindo aos incentivos das creches (os amiguinhos vão para boas creches aqui do Rio desde os 5 meses) e eis que surgiu o tema “amigo imaginário”.

Uma das mães disse que o filho “começou a ter” um amigo imaginário há alguns dias e conversa com ele, vez ou outra. Muito metódica, excelente mãe e bem consciente das coisas a sua volta, ela acredita ser a imaginação fértil do filho num episódio comum para essa idade, de 1 ano e meio, como inclusive relatam alguns educadores e outros pais. Mas, eu me espantei porque – quase que instintivamente – minha primeira reação foi pensar que se trata de uma demonstração de clarividência, uma questão espiritual. A outra mãe não ficou em cima do muro não, disse que o mesmo já ocorreu com seu filho, em exemplos distintos e ainda que seja recorrente ela entende que pode ser tanto uma coisa quanto a outra, tanto imaginação quanto espiritualidade. E eu coloquei-me a pensar, pois já vi muitas vezes meu pequeno CJ rindo para a parede ou pedindo colo para o nada… mas tinha até evitado comentar, pois achei que acontecera apenas conosco, agora sei que não. Ufa!!

Comentei com meu marido e ele, cético e muito racional, apoiou a idéia de que deve ser uma fase, que é até legal e claro, fã do desenho infantil Charlie e Lola, ainda fez piada das minhas idéias dizendo se tratar do Soren Lorensen. Pra quem não lembra ou não conhece, Charlie é um menino de 7 anos muito espero e querido, cuja maior habilidade (na minha opinião) é sua paciência e o modo como trata a irmã caçula, Lola, de 5 anos. Essa, por sua vez, é especialista em perguntar coisas, se meter em confusões e (ahá) tem um amigo imaginário chamado Soren Lorensen. Lola só consegue falar com ele quando está sozinha e ela ama criar outros mundos para ir se divertir com seu amigo.

De antemão eu me defendo, caso alguém esteja achando que desacredito ou critico os amigos imaginários, pois não se trata disso. Adoro a idéia da magia das histórias, de universos alternativos, da criatividade embalando o sonho e porque não o dia-a-dia das crianças, estimulando suas habilidades de interação social e afetiva além de, possivelmente, estimular o lado intelectual. Mas, também é fato que amigos imaginários são sim questionáveis.

Ao longo de minha jornada até aqui, eu que não sou espírita e sei pouco a respeito, admito, soube de muitos casos em que crianças pequenas e até bebês (como minha irmã mais velha, meu cunhado, minha afilhada) tiveram algum contato com imagens ou vozes de espírito desencarnados. Alguém que tenha estudado o espiritismo saberia explicar melhor isso que tento fazer, mas não entrarei em detalhes… só defendo a idéia de que crianças são puras e tem um coração bom, generoso, algo que naturalmente pode atrair energias (leia-se espíritos tb) boas de verdade, mesmo que apenas poucas vezes e sem intenção pré-determinada. Por isso, acredito eu, alguns bebês riem para o teto branco, para o canto da parede/teto esticando os bracinhos, apontam o dedo e/ou falam com a pessoa – o dito amigo imaginário. Noutras vezes, como inclusive relatou essa amiga cujo filho tem 2 anos e que entende mais de espiritismo do que eu, esses espíritos podem ser até familiares e só estarem “a passeio”, cuidando, protegendo… ou seriam anjos da guarda?! Podem ser. Nós mães não temos o hábito de rezar para o anjo da guarda? Não dizemos “vá ou durma com os anjos, que Deus te proteja”?! Sempre o falamos, quase que automaticamente e não acho que há nada de mal se pararmos para analisar quem seriam esses anjos ou como demonstram sua presença. Admito que o assunto me receia, fico com medo, porque pouco conheço, mas ainda assim, se forem “bons” tudo bem. E é esse tudo bem que a maioria das mães adota ainda que não saiba exatamente como lidar com os amigos imaginários…

Para saber se há relatos assim ou se há alguma orientação profissional (pedagógica/psicológica) sobre os amigos imaginários, busquei no site da Crescer e achei essa pergunta/reposta abaixo, que nem de longe aborda o que pensei, mas que é exata para o raciocínio de meu marido e da mãe do amiguinho que estimulou este post:

O amigo imaginário

‘Ando preocupada com minha filha de 3 anos e 4 meses. Ela fala sozinha, gesticula, ri como se estivesse com alguém.’ (Priscilla Máximo da Silva, São Paulo, SP)

Priscilla, sua filha está mesmo brincando com alguém, um amigo invisível, também chamado de amigo imaginário. ‘É normal nessa idade e tem a função saudável de ajudar a criança a exercitar a convivência com os outros’, diz Silvana Rabello, professora da Faculdade de Psicologia da PUC de São Paulo. Se sua filha se comunica bem com você e com o pai e gosta de brincar com crianças do mundo real, não se preocupe. ‘Se a menina só fala com o amigo imaginário e rejeita o contato com os outros, precisa de ajuda. Pode estar se sentindo sozinha, muito exigida ou querendo se defender. Os pais devem procurar um psicólogo’, orienta.

Se você que leu meu post e já teve alguma vivência assim, quiser nos contar como foi, até quando a experiência do amigo imaginário durou, faça um comentário. Pode ser uma maneira bacana de elucidar as coisas para mim e para outros pais. Um abraço!

24
Nov
08

Concurso Cultural Desabafo de Mãe

Na semana passada eu li no blog Acontece Aqui um post da Renata que trazia a pergunta “qual o brinquedo favorito de seu filho?” e comentei aqui no blog da Ti. Essa pergunta faz parte de uma série de “debates” sobre o tema “Você brinca com seu filho” proposto pelo site Desabafo de Mãe em moldes de concurso cultural. Eu já fiz o link e expliquei como está funcionando, mas não tinha tido tempo de sentar econtar como brincamos aqui em casa. Faço isso agora e aproveito para dizer que há mais sobre no blog do Desabafo.

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Parei e pensei por alguns dias sobre esse assunto. Olhei, olhei para meu filho de 10 meses e lembrei do assunto por diversas vezes entre uma brincadeira nossa e outra. Confesso que cheguei a lembrar muito também das brincadeiras que fazia com meus irmãos quando pequena e em como nossos pais brincavam pouco conosco por trabalharem fora… pais tão dedicados e maravilhosos, mas que ficavam a maior parte do dia em seus trabalhos, depois no trânsito, em atividades relacionadas à profissão e como a maioria dos pais da classe média em cidades grandes, acabavam – mesmo contra sua vontade – perdendo a chance de ter mais horas de lazer com seus filhos.

No meu caso, cheguei a conclusão de que só brincamos. Será possível uma coisa dessas?! O Cj por enquanto não frequenta creches, ele fica comigo, pois eu abri mão de trabalhar até que ele tenha alguma auto-suficiência (como andar e falar bem) para se defender no mundo exterior. Sei que isso é um assunto que dá “pano pra manga”, posso até fazer um outro post sobre o tema, mais tarde. Mas, enfim, como ele fica comigo as 24horas do dia, boa parte de nossas horas acabam sendo de brincadeiras.

Se a pergunta do concurso cultural fosse: o que você mais gosta de fazer na companhia de seu filho? minha resposta seria simples: gosto de observá-lo. Olhar cada detalhe de seu corpo, seus gestos, a forma como explora a casa, como se conhece, as carinhas de sono, choro, comilão, ouvir sua linguagem de bebê, suas risadas, sentir seu amor, sua pureza. Quando eu o observo, penso em como tive sorte e como fui abençoada por ter a chance de ser mãe, ter gerado uma vida e ainda por cima, ser a mãe desse menino lindo, perfeito, precioso, saudável, simpático, fácil de ser amado e bem quisto. Penso, penso, rezo, agradeço, observo, sorrio e assim passo meus dias acompanhando o desenvolvimento desse garotinho…

Mas, como a pergunta é: você brinca com seu filho? ponho-me a relatar que sim. Brincamos de engatinhar juntos pela casa (o que deixa meus joelhos muitas vezes roxos, mas é muito legal); empilhar brinquedos de borracha até a torre cair; de sumiu/achou; de fantasminha sumiu/achou quando jogamos um lençol sobre nós e ficamos chamando, fazendo barulho até o CJ vir nos salvar, o que ele faz com muita satisfação; brincamos de trem, sendo o túnel as pernas ou braços da mãe; de carrinho, caminhão, de empurrar a motoca, de pular no sofá ouvindo música; fazer estalinho com a língua para chamar a atenção de quem estiver ao redor (a gente dele e ele de nós); jogar pra cima; fazer bagunça na areia quando vamos a praia; espirrar água com bichinhos de borracha ou esponjinhas, no banho; pôr e tirar brinquedos do cesto, das gavetas (o que eu chamo de fazendo compras)… Puxa, pensando bem, brincamos de tudo, com qualquer coisa, à toda hora.

Agora, com certeza, as três brincadeiras favoritas são:

 

  • dançar no colo dos pais, abraçado, ouvindo boa música, desde infantil até rock’n roll; 
  • fazer cócegas deitados na cama e rir sem parar, mesmo que seja um do outro quando as cócegas já acabaram e ainda; 
  • fazer aviãozinho (Cj deitado nas pernas dobradas da mamãe, de braços abertos) enquanto a mamãe canta nossas músicas inventadas… as melhores músicas, àquelas que a mamãe faz de improviso e que fazem o pequeno sorrir e rir generosamente fazendo a alegria até dos vizinhos, que recebem o som das gargalhadas via frestas das janelas e portas do prédio…

 

Também lemos juntos. A mamãe lê e o CJ aponta as figuras, aí a mamãe faz o som dos animais, se os forem ou inventa nomes para as pessoas, quando não nominadas na história. Em outras vezes a mamãe lê e o CJ só olha, curioso, às vezes parecendo distraido, talvez imaginando sua própria versão da historinha e noutras, ele traz o livro, mas não quer que leiamos, quer morder as beiradas e ficar virando as pásginas sozinho, sentado ao lado de um dos pais.

Como vêem acho que não temos brincadeira favorita e julgo a leitura se encaixar na parte educacional, não nas brincadeiras, mas de um modo ou de outro, acho que fazemos certo, ocupamos nosso dia nos dividindo entre as descobertas e as atividades de rotina como comer, banhar-se, dormir, passear… 

Sorte. Que todos os pais e mães tenham a consciência de quão importante é brincar com seus filhos. Oferecer a eles mais do que o sustento, proteção e instrução. Brincar também é ensinar a amar. E com certeza nos divertimos tanto quanto eles.

24
Nov
08

Fábulas jurídicas

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Através de post informativo no blog A vida como a vida quer, eu fiquei sabendo do lançamento desse livro: 10 Fábulas Jurídicas. A autora, cujo resumo biográfico vocês podem ler visitando o blog mencionado, é uma querida amiga de minha família. Quando, em festas de família, alguém pergunta, costumo dizer: é uma prima. Acho que assim demonstro melhor o quanto gosto dela e de seus pais… Mas, parentescos e amizades a parte, o fato é que quero ajudar a divulgar este seu recente trabalho. Viviane Weingärtner é uma advogada que trocou a burocracia e as frustrações que o Poder Judiciário causa nos advogados de bom coração e cheios de princípio pela leveza, criatividade e liberdade permitida aos escritores.

No livro ela conta “causos” risíveis e ao mesmo tempo tristes da realidade da justiça no Brasil, aproximando-nos do cotidiano dos advogados e criando oportunidades amenas para que vislumbremos suas dúvidas de consciência, seus dramas e suas vitórias profissionais sob um ponto de vista humano.   

Serviço: Lançamento no dia 04 de dezembro de 2008. Na Livraria Cultura do Shopping Market Place (av. Chucre Zaidan, 902, São Paulo, SP). Das 19h às 21h30 a autora conversará com o público e autografará exemplares do livro.

Se puderem ir, Viviane é muito simpática, sagaz e bem humorada. Será um prazer conhecê-la.

23
Nov
08

Cocô de cachorro? Eca!! Viva uma idéia.

Gente, quem me conhece sabe como eu vivo reclamando da quantidade de cocôs de cachorro nas calçadas aqui do Rio de Janeiro (eu sei, eu sei, esse não é o tema mais agradável para um domingo, mas… ) Eu acho super bacana que nessa cidade tanta gente tenha animais, curta viver na companhia de cães, gatos e outros bichos domésticos, mas tanto aqui quanto em qualquer outra cidade, é fato que os donos que passeiam com os animais na rua não gostam de limpar a sujeira dos seus, certo?! Claro que existem pessoas educadas, com consciência social e respeito, que sim, levam sacolas plásticas para recolher a “eca” dos seus bichinhos para depois, jogar em casa. Mas e quem não o faz? Quem não junta deixa que os transeuntes mais descuidados pisem na “eca”, passem as rodas de carrinho de bebê por cima, entre outras situações desagradáveis… Tá na hora das pessoas mudarem isso.

E como  este é o tema, tenho que comentar reportagem que acabo de ler no G1 sobre a iniciativa da Prefeitura de Porto Alegre, no RS, em oferecer à população dona alguns pontos de distribuição de sacos plásticos para recolhimento das sujeiras. Estão de Parabéns! Quem sabe a Prefeitura do Rio copia essa idéia… seria ótimo!

A cidade de Porto Alegre já conta com 50 pontos de distribuição de sacos plásticos para o recolhimento de dejetos animais. O projeto, lançado há cerca de dois meses, tem suportes instalados em parques e praças do município. De acordo com a prefeitura, a iniciativa é do Departamento Municipal de Limpeza Urbana. Os suportes são fixos ao solo, com sacos de plástico reciclado. O serviço, ainda segundo a prefeitura, não tem custos para o poder público. A empresa que ganhou a licitação troca as despesas de instalação pela exploração publicitária ao redor das estruturas instaladas. A prefeitura prevê a instalação de até 500 pontos em cinco anos. 

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21
Nov
08

brincando com seu filho X brinquedos favoritos

Na quarta-feira passada, fiquei sabendo através do blog Acontece aqui (da Renata), uma amiga virtual, que o portal Desabafo de Mãe está realizando mais uma promoção (concurso cultural como elas dizem) com a finalidade de identificar detalhes comportamentais sobre a relação de pais e filhos.

Com a pergunta “Vocë brinca com seu filho?” o tema foi proposto numa parceria do Desabafo com outros blogs e suas autoras, Renata, Luana Menezes, Lu Ivanike, Ana Laura, Simone Miletic, Graziela e Ana Cláudia. Admito que não conheço o blog de todas, mas creio que sairão boas perguntas e respostas inusitadas para o tema. Vou acompanhar.

Ceila Santos, editora e sócia do Desabafo, foi quem propôs a “brincadeira” (que vai até dia 11 de dezembro) e ela explica como participar:

A brincadeira começa agora e a regra é simples: basta conversar com os sete blogs citados, que estão promovendo o concurso “Você brinca com seu filho” e ainda escrever um desabafo aqui no site, respondendo a pergunta acima a partir da sua experiência. Afinal, qual é a brincadeira que você realmente adoraaaaaaaaa compartilhar com seu filho?

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Estou pensando nas nossas brincadeiras e volto mais tarde para contar como estamos aqui em casa!

21
Nov
08

Depressão na gravidez III

Para encerrar esses posts referntes a depressão na gravidez, transcrevo abaixo mais uma reportagem a respeito. 

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Muitas vezes, o primeiro a notar a presença da doença na grávida é o ginecologista. ‘A família costuma confundir os sintomas com as flutuações normais de humor’, diz a ginecologista Sue Yazak Sun. Por isso, a relação com o obstetra é muito importante para a detecção do distúrbio. ‘A mulher deve confiar em seu médico, deve se sentir à vontade para dizer a ele como está se sentindo’, diz o psiquiatra Eduardo Navajas Jr. O ginecologista, então, encaminha a paciente a um psicólogo ou psiquiatra, que vai analisar se existe ou não distúrbio e qual o tratamento adequado. 

Nos casos mais leves, a psicoterapia ajuda bastante, diz Navajas. ‘Os benefícios são inúmeros’, diz ele. Em algumas situações, porém, será preciso entrar com medicação. E é aí que muitas mulheres ficam com medo de o remédio prejudicar o bebê. A questão a ser pesada, sempre, é o risco-benefício. Se a depressão for muito grave, o melhor é tomar o medicamento. Se não for, melhor evitar. 
Mulheres que tomam antidepressivos não devem, nunca, parar por conta própria sem falar com o médico. ‘Muitas ficam com medo de que o remédio prejudique o bebê e param de tomar quando engravidam’, diz o psiquiatra Joel Rennó Jr. Pesquisa realizada em Harvard em 2004 mostra que 75% das mulheres que pararam de tomar antidepressivos quando engravidaram tiveram episódios da doença durante a gravidez. Ou seja: se existe um problema, é melhor que esteja sob controle. 

Se não for tratada, a depressão na gravidez pode levar a episódios depressivos no pós-parto. ‘O cansaço de cuidar do bebê, a insegurança, a mudança da dinâmica familiar, tudo contribui para que os sintomas piorem no puerpério’, diz Sue Yazak. Por isso, nessa hora, é melhor mesmo procurar ajuda. E não apenas a dos médicos. Conversar com amigos, dividir tarefas, descansar e reduzir a carga de trabalho diminuem o estresse sobre a mulher e ajudam a melhorar os sintomas. E, principalmente, tentar se livrar da culpa. A pressão para que tudo saia perfeito é grande, a idealização também. Ninguém agüenta um peso desses. Por isso, é melhor depositar a carga no chão e ficar mais leve, mais sossegada. Por você e por seu bebê.

21
Nov
08

Depressão na gravidez II

01439529300“Grávida deprimida sente muita culpa. Afinal, todos esperam que ela esteja pulando de alegria”

Querem frase mais perfeita?! Esse é o subtítulo de uma das reportagens que eu li na Crescer a respeito desse tema. Me recordo que quando estava grávida, um dia preocupada com o peso ganho, lá pelo sexto mês, eu perguntei ao meu médico se podia estar com depressão porque estava triste com o peso e com pouca vontade de sair de casa, passear, ir a praia. Ele me respondeu com tanta calma e convicção “que não seria” que me senti até encabulada de ter perguntado. Mas, afinal, se não tivermos liberdade de falar o que pensamos e perguntar o que temos vontade de saber aos nossos médicos e maridos (estes tem que participar de tudo), ora, algum coisa tem de muito errado!

Mas, enfim, colo o texto/reportagem da Revista Crescer, na íntegra, logo abaixo e negritarei o que achei mais importante, que me chamou a atenção e creio, vale a pena ser refletido por ourtas pessoas tb. Boa leitura. (obs: foto da mesma fonte)

A gravidez é um momento muito especial na vida da mulher sob todos os pontos de vista: emocionais, biológicos, sociais. A mudança de hormônios e as expectativas com a gestação podem causar as famosas flutuações de humor. A mulher pode ter crises de choro e ficar com a sensibilidade à flor da pele. Isso tudo é normal, comum e não deve ser motivo de preocupação. Algumas mulheres, porém, podem ser mais sensíveis que o normal a essas alterações, e isso pode levar a um caso de depressão. 

Antigamente, acreditava-se que a gravidez fosse uma espécie de proteção natural contra a depressão. ‘Alguns obstetras ainda acham que a gravidez é um período só de bem-estar’, diz o psiquiatra Joel Rennó Jr. Ainda não se sabe exatamente o que causa a depressão na gestação, mas alguns fatores indicam mais chances de a grávida ter o distúrbio. 

Mulheres com histórico anterior de depressão, por exemplo, têm mais chances de desenvolver a doença durante a gravidez. Além disso, problemas no casamento, condições socioeconômicas baixas e passar por experiências traumáticas no período também contribuem para a doença. Se a gravidez for indesejada, a chance também aumenta, assim como se houver predisposição genética, ou seja, casos de depressão na família. Mesmo assim, é possível que mulheres que estejam bem, sem qualquer um desses problemas, também desenvolvam a doença. 

Tudo cinza 
Quando a depressão se instala, a mulher apresenta problemas para se alimentar e para dormir. Ou come demais ou não come nada, ou tem sonolência excessiva ou insônia. A libido diminui, a energia também. A paciente perde o prazer pelas atividades cotidianas, de que normalmente gostava. Pode ter sentimentos de culpa ou pânico, e até mesmo pensamentos suicidas. Curiosamente, as mulheres que ficam deprimidas durante a gravidez pensam em suicídio como em outros períodos da vida, mas o índice de tentativas é bem menor que em qualquer outra época. Nesse caso, a gravidez funciona, sim, como uma espécie de proteção. 

Ela se sente culpada, claro. Todos esperam que esteja imensamente feliz, em êxtase. Por isso, muitas gestantes silenciam, e não contam aos médicos ou familiares que estão se sentindo tristes, infelizes. Isso leva a um subdiagnóstico nessa fase. O risco de não se tratar a doença é enorme. Gestantes com depressão tendem a não seguir corretamente as orientações do pré-natal. Não se alimentam nem dormem bem, têm mais chance de fumar e beber. 

Afora os riscos causados pelos sintomas, a depressão por si só pode alterar o desenvolvimento do bebê. Ele tem mais chances de nascer prematuro e com baixo peso. Além disso, gestantes com ansiedade ou depressão têm mais chances de ter bebês que terão problemas de sono por volta dos 18 meses, pesquisas realizadas com animais sugerem que pode haver danos na formação de estruturas do sistema nervoso central e até morte de neurônios. ‘Ainda não sabemos por que isso ocorre, mas tem a ver com mudanças hormonais, que podem causar alterações no fluxo sangüíneo para o útero’, diz o especialista. Diante dos riscos, fica claro que é importante detectar e tratar a doença.

Uma coisa é certa, futura mãe que me lê, eu juro que se você conseguir vencer essa etapa de aflições, esse momento difícil pra você e consequentemente para o bebê, com tratamento médico adequado ou apenas com muita força de vontade, em breve você e seu bebezinho, sua família, estarão curtindo momentos maravilhosos, ternos, de muito carinho, cumplicidade, alegrias… e mesmo com a a tb breve chegada de madrugadas insone, curtos cochilos, muito cançaso e correria, tudo valerá a pena diante do sorriso de seu filho, do olhar doce e puro dessa criança é que fruto de você e da pessoa que você ama, que escolheu para seu par.

Prometo que os próximos dias serão melhores porque exatamente a partir do momento que seu bebê chegar ao mundo exterior, você nunca mais estará sozinha, Deus terá lhe concedido a bênção que é ser mãe e você terá chance de vivenciar tantas experiências boas, diferentes e novas que nem se lembrará dos dias ruins, sem disposição, tristes e cinzentos pelo qual passou! Boa sorte!


21
Nov
08

Depressão na gravidez I

Nos últimos dias estive pensando na minha gravidez… que teve mudanças, viagens, reforma nos vizinhos (= barulho), marido viajando para o exterior, muitos enjôos, azia, descolamento na placenta, repousos obrigatórios, exercícios físicos proibidos, muito inchaço entre outras coisas… como se isso fosse pouco. Mas, enfim, foram longos nove meses de muita expectativa em que experimentei todas as sensações possíveis, desde a angústia por estar longe de meu marido (a pior), a dúvida sobre o tipo de mãe que seria, a emoção de estar conceber e estar gerando uma nova vida, as curiosidades sobre cada sintoma, os incômodos e aflição para que passassem, a vontade de estar no meu cantinho tranquila e independente e ao mesmo tempo próxima à família e paparicada. Foi um verdadeiro turbilhão de sensações e a expectativa foi realmente enorme, especialmente após cada ultrassonografia (e fiz mais que a maioria dos pré-natais exigem) quando víamos o bebê se formando, aumentando de tamanho, quando podíamos identificar mais detalhes de seu corpinho, imaginando como seria seu rosto, personalidade, etc. Na época lembro que rezava para meu filho nascer logo e jurava a todos que nunca sentiria falta da barriga, como 8 entre cada 10 mulheres que falavam comigo na rua, diziam que iria acontecer. Enfim… chegou meu meninão maravilhoso, a atual razão de minha existência nessa vida e eis que agora, mesmo ainda não sentindo falta do barrigão, muitas vezes me ponho a pensar em como seria outra gestação, mais tranquila, espero e se tudo sair como planejado, só daqui a uns 4 anos. Percebi que tenho pensado muito nisso porque tenho várias amigas e conhecidas que acabaram de ser mães e outras ainda gestantes… motivada pelo problema de uma delas é que resolvi escrever esse post.

Essa minha amiga está com depressão na gravidez. Não aquela depressãozinha que muitas de nós, mães, chegam a ter, em pequenina proporção, em função do receio do parto, ansiedade sobre a amamentação bem sucedida ou da “preparo ideal” para ser mãe, sentimentos de dúvida e preocupação que vem e vão até o bebê nascer… ela estava com depressão antes de engravidar e agora, parece que piorou. Quem está de fora, às vezes consegue até enxergar o problema antes de sua vítima, mas como fazer para ajudar? Até onde podemos nos intrometer para contribuir para a melhora de sua saúde? E se algum parente próximo da pessoa veio até nós? Nào sei bem como tratar a questão e com receio de estar invadindo a privacidade dessa amiga, mas muito preocupada com a saúde do bebê, com a felicidade que ela deveria estar tendo nesse momento, resolvi pesquisar sobre o tema e ir soltando pitacos sobre o assunto na esperança que ela venha a me ler e se identifique, assim não cito nomes e nem preciso ser invasiva. Tomara que dê certo e de repente até, ajude outras mulheres.

Assim, para este post não ficar longo demais, escreverei outros – em seguida – com o mesmo tema, com fins de conhecimento/informação. Abraços.

20
Nov
08

III Congresso Mundial contra exploração sexual de menores

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Aproveitando que falei há pouco (no post anterior) sobre repudiar pedófilos e apoiar campanhas a favor de sua discriminação e punição, não posso deixar de falar também sobre outro evento… sim, evento… não uma campanha visual, mas um evento que deve reunir profissionais de diversos setores da sociedade civil organizada, formações e origens distintas, para abordar um mesmo problema: o abuso sexual de crianças e adolescentes.

Tenho acompanhado através de chamadas nos intervalos comerciais do canal Rede Globo (muito provavelmente deve estar sendo divulgado em outros, mas não vi) a divulgação do III Congresso Mundial de Enfrentamento da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que será realizado no Rio de Janeiro, nos próximos dias 25 a 28 de novembro (agora). A organização do evento espera a participação de mais de 3 mil pessoas, dos cinco continentes para tratar desse que é um “grave” problema mundial.

O tema de abertura do Congresso será Garantia de Direitos da Criança e do Adolescentee a sua Proteção contra a Exploração Sexual – Por uma Visão Sistêmica. Durante os três dias de encontro, serão realizadas oficinas, espaço de diálogo e cinco painéis – Formas de exploração Sexual Comercial e seus novos cenários; Marco Legal e Responsabilização; Políticas Intersetoriais Integradas; Iniciativas de Responsabilidade Social; e Estratégias de Cooperação Internacional. Além de ser articulador e produtor de conhecimento, o evento produzirá recomendações importantes de que forma os países irão enfrentar a exploração sexual de crianças e adolescentes. 

A escolha do Brasil para sediar o evento demonstra o reconhecimento internacional dos avanços das estratégias adotadas no país e que se constituem, hoje, referência não apenas no âmbito do Mercosul, como na cooperação Ibero-Americana. O 1º Congresso aconteceu em Estocolmo, na Suécia, em 1996 e o 2º foi em 2001, em Yokohama, no Japão, onde o Brasil apresentou os resultados dos acordos estabelecidos no 1º Congresso Mundial e das ações desenvolvidas de forma articulada entre a sociedade civil e o poder público. 

O Congresso é organizado pelo governo brasileiro (coordenado pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos com a parceria dos Ministérios do Turismo, do Desenvolvimento Social e do Combate a Fome e das Relações Exteriores), pela Articulação Internacional contra Prostituição, Pornografia e Tráfico de Crianças e Adolescentes (Ecpat), Fundo das Nações Unidas para Infância (Unicef) e pela rede internacional de organizações não-governamentais, NGO.

20
Nov
08

Pornografia infantil não!

A comunicação e a transmissão de mensagens é algo surpreendente entre os seres humanos… mas especialmente na internet é ainda mais interessante. E por isso a blogosfera ganha cada vez mais adeptos, porque as pessoas lêem num blog ou site algo que podem replicar no seu, opinar, divulgar e assim sucessivamente… é isso que faço aqui.

Defensora, há anos, da divulgação ampla e precisa do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente e como cidadã preocupada com os números alarmantes de casos de pedofilia, exploração sexual e violência doméstica contra crianças em vigor nas pesquisas atuais, tenho tentado trazer os assuntos ao meu círculo de amizades para promover discussões e chamar a razão de todos para a necessidade de refletirmos sobre como ajudar. Imagino que de algum modo, assim eu esteja colaborando para que algo seja feito. Creio de verdade que, em primeiro lugar, precisamos enxergar o problema e suas causas, mesmo que não nos diga respeito diretamente, para posteriormente, podermos cobrar soluções das pessoas e instituições corretas.

Pensando nisso e sendo este o tema – pornografia infantil – vi no blog A Vida como a vida quer, um post (por isso a forma como comecei este post) o banner de mais uma campanha para demonstrarmos nossa contrariedade e repúdio pelos crimes cometidos por pedófilos no mundo todo, neste caso, prejudicando suas pesquisas nos sistemas de busca on line. 

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Samantha está ajudando a divulgar a campanha e replicou em seu blog a iniciativa de outra mulher/mãe/profissional e pessoa consciente como ela, a Simone Zelner do blog Meu anjinho Gabriel. Eu faço o mesmo e colo abaixo orientações da própria Simone, pessoa que nos deixou a par dessa corrente.

“Basta que cada blogueiro ou site que queira aderir à campanha publique um texto em que apareça a frase “Pornografia Infantil Não” (“Pornografía Infantil No”, em espanhol) e termos relacionados ao tema, como angels, lolitas, boylover, preteens, girllover, childlover, pedoboy, boyboy, fetishboy, e feet boy. Desta forma, os idealizadores da campanha entendem que conseguirão “colocar o máximo de ruído no ciberespaço”, segundo o texto, em espanhol, dos blogs La Huella Digital e Vagón Bar, que deram início à proposta.”

 O dia 20/11 foi escolhido por ser o Dia Universal das Crianças, definido em 1954 pela Organização das Nações Unidas (ONU).

19
Nov
08

Mais Backyardigans

Hoje eu e o pequeno CJ assistimos a mais uma aventura da turminha dos Backyardigans. Esse desenho infantil, série musical sobre cinco personagens em idade pré-escolar que se apóiam em sua imaginação para embarcar em um surpreendente mundo de aventuras épicas tem conquistado crianças e até adultos. Aqui em casa até pensamos em fazer a festinha de 1 ano do CJ com esse tema.

Para quem não conhece (avós aí de Curitiba), a sinopse do desenho, no site do canal de TV a cabo Discovery Kids, informa que “as crianças aprendem a se expressar criativamente e a dançar ao som das músicas cantadas pelos cinco personagens animados: o pingüim Pablo; o alce Tyrone; uma criatura violeta chamada Uniqua; Tasha, a hipopótamo, e o precavido canguru Austin. O “backyard”, o quintal, é o lugar perfeito para os Backyardigans. Ali, todas as suas aventuras se tornam realidade, o cenário onde criam suas histórias musicais”. backyardigansdvds

Enfim… O episódio de hoje, motivo pelo qual iniciei este post trazia um novo personagem (um dino fofinho) e, curiosa, fui pesquisar a respeito. Descobri que os inéditos episódios que andamos vendo são da quarta temporada. Vejam abaixo a programação publicada no site da Crescer:

 

Duelo no Monte Olimpo (segunda-feira, 17 de novembro) 

Neste episódio, em que o samba compõe a trilha sonora, o meteorologista Tyrone e o repórter Pablo trabalham em uma emissora de TV na Grécia antiga. Tyrone anuncia um dia ensolarado e Pablo diz que o clima é perfeito para jogar basquete, até que começa a chover. A única maneira de parar a chuva é derrotar Tasha, a Deusa do Clima, em uma partida. 

A Corrida dos Golfinhos (terça-feira, 18 de novembro)

Na cidade submarina de Atlântida, Uniqua pede que Pablo a treine para a corrida dos golfinhos. Ela deseja vencer Tyrone, o campeão da cidade. 

O Melhor Amigo da Caverna (quarta-feira, 19 de novembro) 

O cenário é Rockville, durante a Idade da Pedra. Austin está muito triste porque perdeu o seu animal de estimação e só conseguirá recuperá-lo se aprender a assobiar. 

Os Ajudantes do Espaço (quinta-feira, 20 de novembro) 

Tasha é uma fazendeira que precisa de ajuda para seus trabalhos rotineiros. Pablo e Uniqua são extraterrestres que procuram um lugar onde fazer um pouso de emergência, pois a espaçonave deles está com pouco combustível. Neste contexto, terráqueos e extraterrestres aprendem a importância do trabalho em equipe. 

Robin Hood, o Limpo (sexta-feira, 21 de novembro)

Durante o Festival da Sujeira, o prefeito esconde todas as barras de sabão para que ninguém possa se limpar. Tyrone vai à procura de Pablo – conhecido como Robin Hood, o Limpo – e pede para que ele o ajude a recuperar as barras de sabão.

18
Nov
08

o décimo mês de vida

Ontem a noite recebi esse textinho, do boletim da Crescer, sobre o desenvolvimento de nossos filhos… são dicas de como estimular a brincadeira nessa fase do décimo mês de vida do bebê.

Você é daquelas pessoas que compram diversos brinquedos para o seu filho em busca de diferentes estímulos e de um rápido desenvolvimento? Pois saiba que os brinquedos preferidos dele podem não estar nas lojas. O aprendizado infantil ocorre de maneira natural, por imitação dos adultos e pela interação com o meio em que a criança vive. Isso significa muita interação com os pais e uma curiosidade inata de pegar os objetos que a rodeiam. Mais que encher a casa de brinquedos, sente-se e divirta-se com o seu filho, entrando no mundo de faz-de-conta dele. Faça torres com algum tipo de peça (que podem ser até o que você leva na bolsa, e não brinquedos) e depois desmonte tudo com o bebê. Dance com ele no colo. Encha e esvazie caixinhas. A sua presença e a novidade de mexer com algo diferente dos brinquedos de sempre é que darão prazer ao bebê. 

Pela nossa experiência atual, aqui em casa, devo dizer que as dicas de dançar com nossos pequenos e com eles ficar no chão, horas, brincando de empurrar carrinhos, trens, empilhar blocos ou mesmo fazer um bonequinho andar (daquele jeito que fazemos os bonequinhos saltitarem equanto nós, pais, fazemos caras e bocas) são realmente válidas, especialmente dançar. Já fiz um post aqui, meses atrás, quando o CJ começar a gostar de rock e devo dizer que do sexto mês para o décimo, muita coisa mudou. Agora ele reconhece as diferenças de batidas e instrumentos de cada música, pula, ri e agita os braços muito entusiasmado quando ouve seus estilos favoritos e chora ou ignora o som quando não lhe apetece. E quando convidado por nós, pais, a dançar, ergue os braços rapidamente, sorrindo muito, para curtir, seja conosco amparando seu corpinho para que ele dance em pé (já que ainda não se sustenta sozinho) ou em nossos colos, quando até rodopiamos pela sala, abraçados.

Gosta muito de clássicos do rock’n roll, AC DC (acreditam? a mãe odeia!), baladinhas estilo filme água com açúcar, samba, forró e algumas canções infantis… estamos apresentando Hélio Ziskind e algumas do Palavra Cantada. Tudo gradativamente e é incrível como ele reage muito bem ou muito mal ao que gosta e desgosta.

Ah, outra coisa que começou a ser mais constante com a chegada do décimo mês é o abrir, tirar coisas e fechar das gavetas. Agora mesmo, enquanto escrevo, meu pequeno está tirando suas camisetas da gaveta e jogando no chão. Já posso até prever… fica tudo amassado, ele pisa em cima e feliz da vida fecha a gaveta!

Na cozinha, como isso tb acontece, substituímos os utensílios das gavetas mais baixas por brinquedos de plástico e borracha, assim ele pode abrí-las (já que não adiantaria dizer não) retirar as coisas, morder, brincar, sem machucar-se. E para nossa sorte, ele tb gosta de guardar as coisas de volta… calma, não sou tão sortuda assim… só guarda os brinquedos das gavetas da cozinha, a roupa do quarto é a mãe quem tem que redobrar e guardar novamente. 

Abraços.

 





 

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