Arquivo para Dezembro 8th, 2008

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Banco Real discute consumo e sustentabilidade

Através da Samantha do Blog A vida como a vida quer, fiquei sabendo desta discussão sobre sustentabilidade e consumo consciente, que ocorrerá amanhã, horinha do almoço. Tá em cima da hora, mas vale a pena programar-se para entrar nessa discussão. Acesse o link. Abraços.

Espaço Real de Práticas em Sustentabilidade. www.bancoreal.com.br/sustentabilidade

Olá, Acontece nesta terça-feira (09/12), das12h30 às 13h30, o videochat sobre consumo consiente, com Helio Mattar, diretor presidente do Instituto Akatu.

Aproveitando a chegada do Natal, o especialista irá discutir como os consumidores podem influenciar o mercado e as empresas para que acelerem a jornada em direção à sustentabilidade e trará dicas sobre como fazer uma comemoração mais sustentável. Você poderá enviar suas perguntas e interagir com o palestrante via chat.

www.bancoreal.com.br/sustentabilidade e clique no banner do Videochat. Participe! Equipe do Espaço Real de Práticas em Sustentabilidade Banco Real

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Salve o novo Campeão!

Quero falar sobre um tema nacional que afeta a todos, direta ou indiretamente, o FUTEBOL, a paixão popular que mais rende conversas por aí…

 

Mais uma semana está começando… não qualquer semana, mas “a semana” em que já há um novo Campeão Brasileiro, a semana em que se comentam nas ruas as últimas notícias acerca do time campeão, dos times “injustiçados” que poderiam ter sido campeões, daqueles que, por amor seus torcedores julgam ser equivocado o rebaixamento, sobre atletas mais qualificados, entre outros destaques e polêmicas do campeonato de futebol que mais mobiliza o povo brasileiro. 

 

É fato que a equipe campeã , o SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, com méritos próprios, alheia a polêmicas de erros de arbitragem levantadas pela mídia nas últimas semanas (tentativa leviana de diminuir o brilho da futura conquista e com foco na instabilidade emocional), capaz de superar atletas afastados por contusões, punições vigentes na regra como excesso de cartões amarelos e até mesmo de enfrentar a excitação e a pretensão de se julgar melhor que os concorrentes antes da hora, mereceu levantar – pela terceira vez consecutiva – a taça de Campeão Brasileiro de Futebol.

 

Nesse Brasileirão 2008 fez-se certo saber que nenhum time é imbatível, favorito ou previsível. Times como Santos, Fluminense, Flamengo, Atlético Mineiro, Atlético Paranaense e Vasco muitas vezes estiveram ali, no meio da tabela, figurando vez ou outra pela parte baixa da tabela. O sobe e desce dos times no decorrer das rodadas só faz acirrar ainda mais os ânimos, alimentar os sonhos de brasileiros torcedores e encher os estádios de futebol.

 

Mas, desde que o referido campeonato passou a ser de pontos corridos parecia que os clássicos de semi-finais e final, agora inexistentes, tinham deixado a programação dos últimos jogos, com pontos a somar, meio assim, sem brilho. Ano passado, por exemplo, o Tricolor Paulista havia projetado tanta distância em relação aos segundo e terceiro concorrentes que, exceto para a torcida sãopaulina, havia perdido a graça acompanhar os resultados finais do campeonato. Claro, como neste ano, sempre há a curiosidade e interesse pela ordem de classificação dos times , afinal, se não puder ser campeão, pelo menos que o time fique entre os quatro primeiros que conquistam vaga para a Libertadores da América ou então, entre os primeiros 12 que consquistam a chance de estar, futuramente, na disputa da Copa Sul-Americana… e mais ainda, que não estejam, figurando entre os últimos quatro da tabela, que automaticamente caem para a segunda divisão do Campeonato. 

 

Aliás, se é possível falar sobre comoção nacional por causa do futebol, certamente ela é maior quando a torcida se vê diante do indesejado, do fato de seu time estar prestes a cair para a segundona ou mesmo, figurando próximo aos últimos da lista… Creiam, não há temor maior. Mas, para vermos como não é errôneo o dito popular “futebol é uma caixinha de surpresas” neste ano até mesmo o campeão esteve na zona de rebaixamento. Sim, o São Paulo. Desceu na classificação, se manteve mediano na maior parte do campeonato e de repente, já no segundo turno, quando a torcida mais ansiava, eis que o time se reergueu e lutou com bravura rumo ao título. Claro que, dentre a maior parte dos 20 times que participam do campeonato da elite do futebol brasileiro, na verdade, poucos tem a administração centrada, a estrutura técnica/profissional/física, credibilidade, técnico único por todo o campeonato (dando chances e respeitando o profissional) e organização do Tricolor, o que interfere e muito para o sucesso de qualquer equipe.

Aliás, se formos falar em organização, pagamentos em dia, assessoramento profissional para atletas e afins, damos “pano para manga”, pois isso gera polêmica e talvez não seja o local e o momento mais apropriado. Ao contrário, apropriado é falar sobre os times rebaixados: Figueirense, Vasco, Portuguesa e Ipatinga, cuja queda fez jogadores chorarem em público e provocou a tristeza de muitos brasileiros por aí. Neste momento as torcidas vivem a sensação da derrota extrema, da desesperança, da fúria e da ira.  

 

Triste é ver rostos aos prantos, sofrendo pelo rebaixamento, cenas exibidas pelos canais de tv a todo o momento, mais ainda, é constatar a interferência tamanha que o futebol tem na vida de uma pessoa, que levou, por exemplo, torcedor do Vasco da Gama a ameaçar suicídio, pendurado na proteção das arquibancadas em São Januário, na fatídica derrota do Vasco por 2×0 para o Vitória, ontem. Pensem: até onde vai a idolatria, o amor por um time, que leva um torcedor desajuizado a querer tirar a própria vida?! 

 

Sim, times ditos grandes, com mais projeção e tradição no cenário nacional caem para a segundona, mas voltam… vejam exemplos do Vitória, Coritiba, Fluminense (que até para a terceira foi), Grêmio e mais recentemente o Corínthians… Quem não acompanhou  - tá certo que muitos brasileiros “olharam com gosto e apreciação de pimenta no olho do outro é refresco”, mas outros não – a trajetória de queda do “Curinthia” e a desolação da nação corinthiana que, aos prantos, findou o ano de 2007 dizendo: por ti, nunca te abandonarei… algo assim?! As sensações que vivem os torcedores de times rebaixados, a frustração, a vergonha e a ira é tão interessante de ser vista que merecia estudo acadêmico. A forma como trazem para si, refletindo os resultados, orgulho e amor ao time, permitindo que tudo interfira em seus cotidianos, suas atividades é algo surreal. E da mesma forma acontece quando conseguem subir para a primeira divisão ou quando se tem a oportunidade de comemorar um título, como é o caso agora, dos sãopaulinos.

 

Uma sensação de euforia, orgulho, nobreza, conquista pessoal, esperança, prazer, ânimo e gratidão toma conta dos brasileiros torcedores do grande campeão. Posso dizer com propriedade que é assim, pois o time para qual eu torço foi 6 vezes campeão brasileiro, por acaso, 3 vezes consecutivas. E garanto, é de fato um prazer torcer e acompanhar essa que é, pra mim, sem dúvida, a equipe mais preparada do país, não à toa, a que mais participa de campeonatos e encontra-se em evidência constante (por isso também, alvo de tantas críticas, julgo e despeito), mas ainda assim, brilha com luz própria.

 

Lamentável no entanto é que, em meio às muitas entusiasmadas comemorações Brasil afora, hajam práticas de violência ocorrendo por parte de torcedores rivais, torcedores de mesmo time e polícia. Toda rodada do Campeonato foi marcada por violência, provocações e perplexidade, essa é a parte negativa da história, é a parte dispsensável, mas que, infelizmente, deve ser lembrada para buscar reflexão e ações específicas, já que ano que vem os campeonatos recomeçam e a irracionalidade, os crimes e a ignorância que leva estúpidos torcedores a agredir outra pessoa não é restrita ao Brasileirão, mas recorrente nos campeonatos estaduais, regionais, internacionais e até – pasmem – em jogos amistosos.

 

Vamos cobrar, para 2009, mais preparo técnico da Polícia Militar que acompanha os jogos, torcidas nos estádios e arredores. Mais organização de dirigentes, clubes e respeito aos técnicos. Mais serenidade e qualificação p/árbitros.

 

Parabéns São Paulo Futebol Clube. Mais sorte no ano que vem, Grêmio, sem ironias, juro! Só lamento para os demais. 

 

P.S. Estou tb no Nossa Via!! Que legal.

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Virose de novo?

 

73985360Em agosto, o CJ teve sua primeira virose e eu pesquisei um pouquinho sobre o tema para contar aqui no blog. Com o título Virose à vista eu descrevi um trechinho de uma explicação médica para as tais viroses…

De lá pra cá, infelizmente, nosso pequenino já foi acometido por mais 2 viroses, assim como especificado acima, uma foi intestinal (a pior) e a outra respiratória. E o mais engraçado é que a “coisa mais acertada” dos tratamentos segue receita única: uma medida grande de paciência, muito carinho e observação. Essa virose respiratória a que me referi é que estamos vivendo agora, no terceiro dia de febre consecutiva, muito banho frio, antitérmicos e chamego. O CJ está amoado, choroso, não quer brincar como antes e prefere ficar no colo ou muito próximo de nós, mas sem qualquer outro sintoma além da febre. Para nosso desânimo, tanto a madrinha médica, quanto o pediatra que nos acompanha e a equipe do hospital que visitamos hoje, foram ao mesmo tempo enfáticos e evasivos ao dar o diagnóstico que nós pais, assim como nossos amigos que tem filhos, já somos capazes de antever na saída de casa: VIROSE.

Parece piada, mas é certo que quando a criança começa a ter qualquer mal estar, os pediatras sempre vão dizer que é alguma virose…  Parece que estou brincando, mas não, entendo as ressalvas e cuidados necessários com elas, só “lamento” por nós, os pais, nunca ficarmos sabendo exatamente qual vírus causou a dita virose e nem como e quando isso ocorreu. Tratamos e cuidamos dos pequenos na expectativa de que não venham a sofrer de novo, afinal, não há nada mais “triste” do que ver filho doente.

Inclusive, permitam-me um aparte, mas preciso dizer aqui que tenho uma amiga mãe de 4 filhos, de um em especial, que está tratando problema cardíaco, e por isso ela permanece com ele muitos dias em hospital… tendo ainda que dar conta dos outros 3 filhos, casa e marido. Realmente a admiro nesse ponto, pois não é uma situação fácil. Sempre dependentes de nós, quando doentinhos os filhos querem ainda mais colo, ainda mais atenção e carinho… imagine se desdobrar entre 4 filhos e visitas ao hospital?! Jo, está de parabens, mamãe nota 10.

“Há dois tipos de virose: respiratória e intestinal. A primeira é comum no inverno, quando os ambientes fechados favorecem a  circulação dos vírus. Já as viroses intestinais, caracterizadas pela  diarréia, são transmitidas pela água e, por isso, são mais freqüentes  no calor. A única solução é suavizar o desconforto e esperar que o  organismo se recupere gradativamente. Repouso, hidratação,  antitérmicos e, em casos de infecções respiratórias, manter limpo o nariz da criança, bastam num primeiro momento. Identificar o nome do vírus causador da doença em geral não influi no tratamento, pois da próxima vez que contraí-lo o organismo da criança estará imune”.

Outra dica, comentada pela Renata (blog Acontece aqui) na minha postagem anterior sobre viroses, é deixar sair, pôr pra fora, seguindo recomendações da Sonia Hirsch. O que está ruim e incomodando não deve ficar no corpo, deixando sair a gente se libera das toxinas e afins, ficando pronto para outra… as leituras por ela recomendadas foram  ”Deixa sair” e “Atchiiin!” e valem a pena.




 

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