Em agosto, o CJ teve sua primeira virose e eu pesquisei um pouquinho sobre o tema para contar aqui no blog. Com o título Virose à vista eu descrevi um trechinho de uma explicação médica para as tais viroses…
De lá pra cá, infelizmente, nosso pequenino já foi acometido por mais 2 viroses, assim como especificado acima, uma foi intestinal (a pior) e a outra respiratória. E o mais engraçado é que a “coisa mais acertada” dos tratamentos segue receita única: uma medida grande de paciência, muito carinho e observação. Essa virose respiratória a que me referi é que estamos vivendo agora, no terceiro dia de febre consecutiva, muito banho frio, antitérmicos e chamego. O CJ está amoado, choroso, não quer brincar como antes e prefere ficar no colo ou muito próximo de nós, mas sem qualquer outro sintoma além da febre. Para nosso desânimo, tanto a madrinha médica, quanto o pediatra que nos acompanha e a equipe do hospital que visitamos hoje, foram ao mesmo tempo enfáticos e evasivos ao dar o diagnóstico que nós pais, assim como nossos amigos que tem filhos, já somos capazes de antever na saída de casa: VIROSE.
Parece piada, mas é certo que quando a criança começa a ter qualquer mal estar, os pediatras sempre vão dizer que é alguma virose… Parece que estou brincando, mas não, entendo as ressalvas e cuidados necessários com elas, só “lamento” por nós, os pais, nunca ficarmos sabendo exatamente qual vírus causou a dita virose e nem como e quando isso ocorreu. Tratamos e cuidamos dos pequenos na expectativa de que não venham a sofrer de novo, afinal, não há nada mais “triste” do que ver filho doente.
Inclusive, permitam-me um aparte, mas preciso dizer aqui que tenho uma amiga mãe de 4 filhos, de um em especial, que está tratando problema cardíaco, e por isso ela permanece com ele muitos dias em hospital… tendo ainda que dar conta dos outros 3 filhos, casa e marido. Realmente a admiro nesse ponto, pois não é uma situação fácil. Sempre dependentes de nós, quando doentinhos os filhos querem ainda mais colo, ainda mais atenção e carinho… imagine se desdobrar entre 4 filhos e visitas ao hospital?! Jo, está de parabens, mamãe nota 10.
“Há dois tipos de virose: respiratória e intestinal. A primeira é comum no inverno, quando os ambientes fechados favorecem a circulação dos vírus. Já as viroses intestinais, caracterizadas pela diarréia, são transmitidas pela água e, por isso, são mais freqüentes no calor. A única solução é suavizar o desconforto e esperar que o organismo se recupere gradativamente. Repouso, hidratação, antitérmicos e, em casos de infecções respiratórias, manter limpo o nariz da criança, bastam num primeiro momento. Identificar o nome do vírus causador da doença em geral não influi no tratamento, pois da próxima vez que contraí-lo o organismo da criança estará imune”.
Outra dica, comentada pela Renata (blog Acontece aqui) na minha postagem anterior sobre viroses, é deixar sair, pôr pra fora, seguindo recomendações da Sonia Hirsch. O que está ruim e incomodando não deve ficar no corpo, deixando sair a gente se libera das toxinas e afins, ficando pronto para outra… as leituras por ela recomendadas foram ”Deixa sair” e “Atchiiin!” e valem a pena.











Oi Ti!!!
Olha esse assunto de virose, dá páginas e mais páginas viu, aqui por eu ter 4 já vi todos os tipos e especies delas, como Dannynho então e uma coleção, cada vez é uma diferente da outra, e muito obrigada por me considerar uma mãe nota 10, as vezes me acho menos do que isso…rs
Mas esse assunto é muito complicado, pois todas as vezes que fui com alguns deles no médico e escutei essa dita palavra “virose” já me arrepiava, e é como vc mesma disse que não adianta saber quem ela é ou como devemos trata-la, quando ocorrer novamente não será a mesma.
O jeito e ter muita paciência, enche-los de carinho e atenção, pois esse sem duvida nenhuma é o melhor remédio de todos.
Beijos Jô