Archive for the 'coisas de bebê' Category

18
dez
08

Bebês crescendo, andando e falando…

Li na Crescer, hoje a tarde, sobre essa fase do décimo para o décimo primeiro mês de vida dos nossos bebês:

garotinho de pé em foto da Revista Crescer on line 10 a 11 meses

 O desejo de ficar em pé é incontrolável. Para isso, o bebê precisa de três pontos de  apoio – duas pernas e um braço, dois braços e uma perna ou dois pés e o apoio do  tórax em algum lugar. Ao ficar em pé, a dimensão de mundo da criança se amplia.  Os  olhos de um bebê que engatinha ficam a 22 centímetros do chão. Em pé, a  distância  aumenta para, no mínimo, 50 centímetros, ou a altura dele. Muitos pais  colocam o  filho no andador. “Está errado. A criança poderá ter quedas mais  freqüentes ao andar  porque não fortaleceu como deveria a musculatura da perna”,  avisa Lembo.

 O CJ está exatamente assim… atento a tudo que as novas perspectivas da campo de  visão oferecem. Ele vê o mundo com mais alegria porque, obviamente, agora em pé  enxerga muito mais coisas. Ainda não anda sozinho, mas desde os oito meses  pra cá  está  evoluindo muito bem no quesito passinhos. Agora está dando  passos firmes  enquanto se  apóia nos móveis e assim que sente certa segurança, se  solta… logo  depois, cai! Mas,  está no caminho certo. Em breve, além de sujar o joelhinho das roupas, vai se sujar inteiro, porque, tenho certeza, quando começar a “andar solto” não haverá quem o segure… Aí vamos ver se o OMO limpa mesmo, porque essa mãe aqui vai deixar a criança se sujar à vontade, hehehe.

Nosso pequeno também está falador. Desde os 8 meses tem dito “mamã” pra mim e “dá,dá” quando quer mamar, apenas isso. Mas, recentemente, a linguagem dos bebês tomou conta de nossos dias e rende “conversas animadas” entre o CJ e seus brinquedos, assim como entre ele e os pais, ah… e claro, entre ele e alguns personagens de televisão porque conversar com o desenho favorito ou com alguma atriz de novela, está virando passatempo pra nós.

Mas, enfim, sobre a fala, quando dei uma espiandinha rápida do site da Crescer, eles traziam uma curta materinha dizendo assim:

Como o bebê aprende a falar? 
Ouvindo conversas, tentando imitar os sons, praticando e dando significado a cada palavra. Por isso, não é aconselhável conversar de forma infantilizada com a criança, pois ela ficará sem referência do que é correto. Também não é o caso de corrigi-la a cada tropeço. Basta repetir o que foi dito do jeito certo. 

De que forma evolui a fala? 
Entre 2 e 4 meses, o bebê pronuncia sons guturais. Lá pelo oitavo mês, é capaz de dizer sílabas simples, que só exigem a movimentação dos lábios, como “ma” e “pa”. Com cerca de 10 meses, essas sílabas se tornam mais elaboradas e ganham significado: papá é a comida, por exemplo. Por volta de 1 ano e meio, surgem pequenas frases com duas ou até três palavras. Aos 3 anos, a criança consegue manter uma conversação. Seu vocabulário pode alcançar cerca de 900 palavras. 

Que estímulos são bons? 
O principal é conversar muito com o bebê desde o nascimento. Ler livros para as crianças também é muito importante. As historinhas, além do estímulo que representam à imaginação, aumentam o vocabulário e a curiosidade sobre a linguagem. Cantar é outro bom estímulo. Leva a criança a perceber as sílabas, o ritmo e a entonação das palavras. 

E se a criança demora a falar? 
Se ela não diz nenhuma palavra até os 2 anos, talvez exista algo errado. Um especialista poderá analisar se o problema é apenas físico ou se indica falhas na audição ou nos processos cognitivos do cérebro. Quanto mais rápido for feito o diagnóstico, menores serão os prejuízos para a comunicação.

18
dez
08

11 meses de vida intensa

 

CJ com mamãe Ti e papai Ju Nosso pequeno CJ completou 11 meses hoje. Inacreditável, estamos a  apenas 30 dias do tão sonhado “1 aninho”. Meu Deus, parece que foi  ontem que estava levando-o em meu ventre, reclamando dos inchaços  da gestação e do calor insuportável da cidade do Rio em alto verão…  hoje, começo a dar razão às mães que dizem para aproveitarmos o filho  enquanto bebê, pois realmente eles crescem muito depressa…

 Ainda há pouco, meu marido e eu estávamos nos divertindo, na  companhia do CJ, rindo da esperteza do pequeno, de como ele aprende  fácil a fazer brincadeiras como “sumiu/achou”  e “empurrar a cesta de  brinquedos pela sala” nos provocando para brincar quando, por algum momento, sente-se menos do que o “centro das atenções” da casa e, por isso, decide que uma atitude deve ser tomada. Ah, esse meninão. 

CJ na Lagoa com papai JuDeitado, dormindo, no colinho quando acalentado, ele nos parece o mesmo bebê que tiramos da maternidade 11 meses atrás. Mas, acordado, ativo brincando e sempre com um sorriso estampado no rosto, ele já se mostra um garotão. Grande, com 78 cm e pesando pouco mais de 10 quilos, ele realmente parece um gurizão, forte, alegre, é uma satisfação vê-lo crescendo, se desenvolvendo, feliz.

Aliás, é maravilhoso poder acompanhar isso e ainda saber que essa pessoinha maravilhosa é parte da gente, um pedaço da nossa vida.

Deus abeçôe. Filhotinho, feliz miversário de 11 meses! Beijos da mamãe.

Obs: nas fotos, ele com o papai e a mamãe na Urca, semana passada. E mais abaixo, com o papai na visita à arvore da Lagoa, também semana passada, brincando de morder o pé como passatempo enquanto os adultos admiravam a árvore.

30
nov
08

As últimas do CJ

Passaram alguns dias desde meu último post exclusivo sobre o CJ.

Nesta semana, mais especificamente na terça-feira, ele aprendeu a bater palminhas. Me recordo que conheci uma mãe de encantadora menininha (num dia qualquer aqui do Rio) e ela me disse que a filha de 1 ano havia aprendido a bater palmas com 4 meses, pois foi muito cedo para a creche e lá “eles” estimulam muito a psicomotricidade da criança. Sem comparações porque tenho cosciência de que não se deve comparar o desenvolvimento de bebês, de crianças dum modo geral… mas achei a filha precoce e me preocupei com o CJ.

Quando, nesta semana, as palminhas vieram, quase morri de alegria, meu entusiasmo (comum a todas as novidades dele) foi tão grande que liguei rapidamente para o papai a fim de contar, depois a madrinha carioca e assim por diante… Hoje estava reflexionando e pensei “na terça as palmas foram um encontro desengonçado das mãos, meio sem noção, motivados pela alegria de ter visto close de uma atriz (não recordo o nome) num programa de TV. Passaram-se pouquíssimos dias de lá pra cá e hoje as palmas saem perfeitas, entusiasmadas, carregadas de orgulho, pois ele sabe que está fazendo algo que nos deixa feliz e ocorrem diversas vezes ao dia: quando termina de comer (e comeu tudo), quando fica em pé sozinho ou faz algo diferente, quando quer nos chamar a atenção, entre outros exemplos”. Estou impressionada com a autonomia que ele vai ganhando a cada dia. Nos surpreende e encanta.

Outra novidade foi que aprendeu a fechar portas, com delicadeza e sem barulho. Ele tem entrado nos cômodos, senta, fecha a porta devagarzinho (puxando com um dedinho geralmente) e fica lá… assim que eu apareço e vou abrindo devagar, chamando por ele, ele começa a gargalhar. Parece que está provocando as brincadeiras do “sumiu/achou”. Muito legal.

Nessa fase dos 10 meses e meio ele tem se mostrado muito esperto, com movimentos rápidos e curioso ao extremo. Tudo lhe causa curiosidade, mas nem tudo surpresa. Por alguns desafios, brincadeiras que fazemos para incentivá-lo ou até obstáculos físicos no caminho de sua passagem, ele demonstra mais ou menos surpresa. Isso tb tem sido bem legal de observar. Continua tirando e guardando coisas das gavetas e agora está carregando obejtos escolhidos por ele casa adentro e nos entregando quando não quer mais. Ontem, do nada, ele veio engatinhando e me trouxe o telefone sem fio na cozinha, eu peguei, ele sorriu e voltou faceiro para a sala, onde ficou vendo TV, assim…

Com os brinquedos ele está mais atencioso. Presta muita atenção nos detalhes, mexe, empurra, joga, pega de volta. Ganhou, na segunda, uns blocos de montar – tipo lego grandão – e só deu atenção a eles até conhecer melhor. Também adorou a caixa de papelão que continha as peças… oh… mas isso não foi novidade, que criança não se encanta pelo menos uma vez pela bendiata caixa de papelão?! Na quarta comprei uns bichinhos de borracha para o banho, que vieram a completar a coleção que a Tia Jo deu e, ele se divertia pondo tudo junto no balde de areia/praia. Agora, no momento a maior atração da vez é a Bíblia infantil que a Vovó Ita deu no batizado. Ela já está mordida, com páginas despencando, mas “resiste firmemente” aos puxões e babas. O CJ vira as páginas, aponta os personagens e me chama pra ler, depois fica sentado mordendo… deve ser uma delícia!

Socialmente eu diria que ele está mais carinhoso com quem conhece (como com os padrinhos aqui do Rio, que vibra ao ver de longe) e desconfiado com estranhos. Até os 8 meses ele ria para qualquer um e se oferecia para colos. Eu desabafava, preocupada, com o pediatra. Tinha receio que ele ficasse muito dado, pois quando aprendesse a andar as preocupações aumentariam… sabem como é, criança já tem mania de sair correndo por aí e demoram a aprender que não se deve aceitar coisas e em falar com estranhos… ainda mais crianças fofas e simpáticas. Tinha medo mesmo, ouço cada coisa por aí. Mas, para sorte minha, o CJ está “avaliando” as pessoas antes de sorrir, reagir às brincadeiras e provocações. Está mais seletivo, hehehe.

Nosso pequenino está crescendo. Eu, adorando.

24
nov
08

Amigo Imaginário

sb10068805b-001Neste domingo meu marido e eu tivemos chance de almoçar com alguns amigos que tem filhos pequenos, 1 ano e meio e 2 completos, ou seja, conosco eram 3 casais e 3 garotos bagunçando o coreto… Como é natural entre roda de amigos, especialmente quando o assunto é filho, ficamos conversando sobre os progressos das crianças, comentando em que fase descobriram cada coisa, como estão reagindo aos incentivos das creches (os amiguinhos vão para boas creches aqui do Rio desde os 5 meses) e eis que surgiu o tema “amigo imaginário”.

Uma das mães disse que o filho “começou a ter” um amigo imaginário há alguns dias e conversa com ele, vez ou outra. Muito metódica, excelente mãe e bem consciente das coisas a sua volta, ela acredita ser a imaginação fértil do filho num episódio comum para essa idade, de 1 ano e meio, como inclusive relatam alguns educadores e outros pais. Mas, eu me espantei porque – quase que instintivamente – minha primeira reação foi pensar que se trata de uma demonstração de clarividência, uma questão espiritual. A outra mãe não ficou em cima do muro não, disse que o mesmo já ocorreu com seu filho, em exemplos distintos e ainda que seja recorrente ela entende que pode ser tanto uma coisa quanto a outra, tanto imaginação quanto espiritualidade. E eu coloquei-me a pensar, pois já vi muitas vezes meu pequeno CJ rindo para a parede ou pedindo colo para o nada… mas tinha até evitado comentar, pois achei que acontecera apenas conosco, agora sei que não. Ufa!!

Comentei com meu marido e ele, cético e muito racional, apoiou a idéia de que deve ser uma fase, que é até legal e claro, fã do desenho infantil Charlie e Lola, ainda fez piada das minhas idéias dizendo se tratar do Soren Lorensen. Pra quem não lembra ou não conhece, Charlie é um menino de 7 anos muito espero e querido, cuja maior habilidade (na minha opinião) é sua paciência e o modo como trata a irmã caçula, Lola, de 5 anos. Essa, por sua vez, é especialista em perguntar coisas, se meter em confusões e (ahá) tem um amigo imaginário chamado Soren Lorensen. Lola só consegue falar com ele quando está sozinha e ela ama criar outros mundos para ir se divertir com seu amigo.

De antemão eu me defendo, caso alguém esteja achando que desacredito ou critico os amigos imaginários, pois não se trata disso. Adoro a idéia da magia das histórias, de universos alternativos, da criatividade embalando o sonho e porque não o dia-a-dia das crianças, estimulando suas habilidades de interação social e afetiva além de, possivelmente, estimular o lado intelectual. Mas, também é fato que amigos imaginários são sim questionáveis.

Ao longo de minha jornada até aqui, eu que não sou espírita e sei pouco a respeito, admito, soube de muitos casos em que crianças pequenas e até bebês (como minha irmã mais velha, meu cunhado, minha afilhada) tiveram algum contato com imagens ou vozes de espírito desencarnados. Alguém que tenha estudado o espiritismo saberia explicar melhor isso que tento fazer, mas não entrarei em detalhes… só defendo a idéia de que crianças são puras e tem um coração bom, generoso, algo que naturalmente pode atrair energias (leia-se espíritos tb) boas de verdade, mesmo que apenas poucas vezes e sem intenção pré-determinada. Por isso, acredito eu, alguns bebês riem para o teto branco, para o canto da parede/teto esticando os bracinhos, apontam o dedo e/ou falam com a pessoa – o dito amigo imaginário. Noutras vezes, como inclusive relatou essa amiga cujo filho tem 2 anos e que entende mais de espiritismo do que eu, esses espíritos podem ser até familiares e só estarem “a passeio”, cuidando, protegendo… ou seriam anjos da guarda?! Podem ser. Nós mães não temos o hábito de rezar para o anjo da guarda? Não dizemos “vá ou durma com os anjos, que Deus te proteja”?! Sempre o falamos, quase que automaticamente e não acho que há nada de mal se pararmos para analisar quem seriam esses anjos ou como demonstram sua presença. Admito que o assunto me receia, fico com medo, porque pouco conheço, mas ainda assim, se forem “bons” tudo bem. E é esse tudo bem que a maioria das mães adota ainda que não saiba exatamente como lidar com os amigos imaginários…

Para saber se há relatos assim ou se há alguma orientação profissional (pedagógica/psicológica) sobre os amigos imaginários, busquei no site da Crescer e achei essa pergunta/reposta abaixo, que nem de longe aborda o que pensei, mas que é exata para o raciocínio de meu marido e da mãe do amiguinho que estimulou este post:

O amigo imaginário

‘Ando preocupada com minha filha de 3 anos e 4 meses. Ela fala sozinha, gesticula, ri como se estivesse com alguém.’ (Priscilla Máximo da Silva, São Paulo, SP)

Priscilla, sua filha está mesmo brincando com alguém, um amigo invisível, também chamado de amigo imaginário. ‘É normal nessa idade e tem a função saudável de ajudar a criança a exercitar a convivência com os outros’, diz Silvana Rabello, professora da Faculdade de Psicologia da PUC de São Paulo. Se sua filha se comunica bem com você e com o pai e gosta de brincar com crianças do mundo real, não se preocupe. ‘Se a menina só fala com o amigo imaginário e rejeita o contato com os outros, precisa de ajuda. Pode estar se sentindo sozinha, muito exigida ou querendo se defender. Os pais devem procurar um psicólogo’, orienta.

Se você que leu meu post e já teve alguma vivência assim, quiser nos contar como foi, até quando a experiência do amigo imaginário durou, faça um comentário. Pode ser uma maneira bacana de elucidar as coisas para mim e para outros pais. Um abraço!

18
nov
08

o décimo mês de vida

Ontem a noite recebi esse textinho, do boletim da Crescer, sobre o desenvolvimento de nossos filhos… são dicas de como estimular a brincadeira nessa fase do décimo mês de vida do bebê.

Você é daquelas pessoas que compram diversos brinquedos para o seu filho em busca de diferentes estímulos e de um rápido desenvolvimento? Pois saiba que os brinquedos preferidos dele podem não estar nas lojas. O aprendizado infantil ocorre de maneira natural, por imitação dos adultos e pela interação com o meio em que a criança vive. Isso significa muita interação com os pais e uma curiosidade inata de pegar os objetos que a rodeiam. Mais que encher a casa de brinquedos, sente-se e divirta-se com o seu filho, entrando no mundo de faz-de-conta dele. Faça torres com algum tipo de peça (que podem ser até o que você leva na bolsa, e não brinquedos) e depois desmonte tudo com o bebê. Dance com ele no colo. Encha e esvazie caixinhas. A sua presença e a novidade de mexer com algo diferente dos brinquedos de sempre é que darão prazer ao bebê. 

Pela nossa experiência atual, aqui em casa, devo dizer que as dicas de dançar com nossos pequenos e com eles ficar no chão, horas, brincando de empurrar carrinhos, trens, empilhar blocos ou mesmo fazer um bonequinho andar (daquele jeito que fazemos os bonequinhos saltitarem equanto nós, pais, fazemos caras e bocas) são realmente válidas, especialmente dançar. Já fiz um post aqui, meses atrás, quando o CJ começar a gostar de rock e devo dizer que do sexto mês para o décimo, muita coisa mudou. Agora ele reconhece as diferenças de batidas e instrumentos de cada música, pula, ri e agita os braços muito entusiasmado quando ouve seus estilos favoritos e chora ou ignora o som quando não lhe apetece. E quando convidado por nós, pais, a dançar, ergue os braços rapidamente, sorrindo muito, para curtir, seja conosco amparando seu corpinho para que ele dance em pé (já que ainda não se sustenta sozinho) ou em nossos colos, quando até rodopiamos pela sala, abraçados.

Gosta muito de clássicos do rock’n roll, AC DC (acreditam? a mãe odeia!), baladinhas estilo filme água com açúcar, samba, forró e algumas canções infantis… estamos apresentando Hélio Ziskind e algumas do Palavra Cantada. Tudo gradativamente e é incrível como ele reage muito bem ou muito mal ao que gosta e desgosta.

Ah, outra coisa que começou a ser mais constante com a chegada do décimo mês é o abrir, tirar coisas e fechar das gavetas. Agora mesmo, enquanto escrevo, meu pequeno está tirando suas camisetas da gaveta e jogando no chão. Já posso até prever… fica tudo amassado, ele pisa em cima e feliz da vida fecha a gaveta!

Na cozinha, como isso tb acontece, substituímos os utensílios das gavetas mais baixas por brinquedos de plástico e borracha, assim ele pode abrí-las (já que não adiantaria dizer não) retirar as coisas, morder, brincar, sem machucar-se. E para nossa sorte, ele tb gosta de guardar as coisas de volta… calma, não sou tão sortuda assim… só guarda os brinquedos das gavetas da cozinha, a roupa do quarto é a mãe quem tem que redobrar e guardar novamente. 

Abraços.

 


14
nov
08

Conhecendo as rodas, rodinhas

Meu pequeno está, há alguns dias, começando a mostrar sua percepção sobre o movimento circular das rodas. Percebi que ele começou a virar seus carros, aviões, trens, caminhões e até o andador leãozinho (que é grande e serve justamente para ele se apoiar no ensaio dos primeiros passos, o oposto de estar agora com as rodas pra cima) na intenção de girar e girar as rodas de seus brinquedos. Mesmo os carrinhos de passeio ou a motoca (triciclo) tem sido alvo dessa curiosidade pelas rodas e pneuzinhos. Acho que puxou o gosto do pai…

É claro que ele ainda não é capaz de entender que as rodas ao longo de sua trajetória existencial e funcional, são elementos históricos no desenvolvimento humano e que, principalmente auxiliam na locomoção de objetos, pessoas e outros seres de um ponto de partida até o seu destino final… isso fica para quando tiver uns 5 anos, acredito. Enfim, ele ainda tem muito a aprender, lógico, mas só o fato de vê-lo atento, curioso, mexendo nas rodinhas, capotando os carros intencionalmente para vê-las girarem, buscando “entender” o funcionamento de suas engrenagens… puxa, isso é gratificante.

Em verdade, quando somos mães e/ou pais, cada descoberta de nossos filhos a respeito de coisas do cotidiano ou percepções da vida, nos fazem agradecer por esatrem se desenvolvendo bem e incentivá-los para aprenderem mais e mais.

15
out
08

Dona “Otite”, muito prazer!

É claro que não estamos tendo nenhum prazer em conhecer a dona Otite. Infelizmente ela chegou aqui em casa neste final de semana sem ter sido convidada e está nos dando trabalho, noites mais que mal dormidas e cansaço. Tivemos um sábado maravilhoso, com a companhia de amigos e seus filhos, depois ma visita à feira do Rio Antigo (que comento em outro post), mas no domingo meu queridinho CJ já amanheceu chorando, coçando a orelha e abatido. Como ele é muito querido tentou o quanto pôde se manter firme, sorrindo, por isso, só com a chegada da febre alta na segunda de manhã é que percebemos o problema, indo ao médico… agora ele ficará 10 dias tomando antibiótico, tadinho, mas ao menos podemos recorrer a este recurso e tratá-lo, graças, afinal quantas outras crianças adoecem e seus pais não podem tratá-las?! sad.

Enfim, fiz uma breve pesquisa sobre a dona Otite e apresento-a abaixo:

Existem dois tipos de classificações da otite, variando de acordo com o local afetado. Se a infecção acometer a orelha externa, ou seja, a entrada da orelha até a membrana timpânica (tímpano), ela será chamada de otite externa. A otite interna se verifica quando a infecção está localizada depois da membrana timpânica, onde está a tuba auditiva que liga o ouvido com a região do nariz e garganta. 

A otite externa é uma inflamação da pele do ouvido causada por fungos ou bactérias. Aparece principalmente no verão, quando as crianças ficam muito tempo em piscinas ou mar. O excesso de umidade no local é perfeito para a proliferação de fungos e bactérias, ainda mais se a água estiver contaminada. A natação também provoca otite externa. Normalmente, a otite externa não vem acompanhada de febre, mas dói muito só de encostar no local, e há coceira. Vermelhidão, inchaço, secreção e perda de audição também são comuns. Seu tratamento inclui analgésicos para aliviar a dor, antibióticos e antifúgicos, como medicação tópica (gotas). O calor local ajuda a suavizar a dor e, caso ocorra secreção, a região deve ser limpa com orientação médica.

 

A infecção de ouvido mais comum em crianças é a otite média. Costuma ocorrer durante ou logo após gripes, resfriados, alergias e infecções na garganta ou respiratórias, pois as bactérias ou vírus ascendem pela tuba auditiva e causam acúmulo de secreção dentro da orelha média provocando inflamação que, se não for tratada, pode levar à perda total da audição. Outra causa da otite média é a mamadeira. Isso mesmo, mamãe, a mamadeira. Geralmente as crianças mamam deitadas, principalmente antes do sono chegar. Como os pequenos apresentam a tuba auditiva mais horizontalizada que os adultos, o leite chega ao ouvido médio com mais facilidade e causa a inflamação.

Portanto, a melhor posição para mamar e prevenir a otite média é quando a cabeça da criança está mais levantada que o corpo, isto é, quando a criança está mais sentadinha. Na amamentação, a posição também deve ser a mesma. O tratamento faz uso de antibióticos e analgésicos. A febre costuma desaparecer em três dias, mas a audição pode levar mais tempo para voltar ao normal.

 

08
out
08

Fralda de jeans é kawaii!

Kawaii pra quem não fala japonês significa amável, amoroso, pequenino, atraente e/ou simpático. Quando a gente vê algo muito fofo, bonitinho, aquelas coisas que a gente faz biquinho quando vê e vai apontar para alguém próximo olhar tb, já fazendo menção de que gostamos… nessas horas podemos dizer que a “coisa” é kawaii. Eu falo muito quando estou próxima da minha irmã Samantha, a mais velha e que manja do idioma mais que todos lá em casa (onde a família é de japoneses e alemães). Wathever… 

Recebi ontem aqui no blog a visita da Francine, responsável pela divulgação da nova campanha da marca Huggies, da linha de produtos de higiênie para bebês, onde o tema envolve moda e cuidados com a pele macia dos nossos pequenos bebês. Ela indica através do site da campanha que experimentemos as novas fraldas de jeans (pasmem) para deixarmos nossos filhos sequinhos e antenados, usando conforto e moda ao mesmo tempo. Adorei a idéia. Acho que vou comprar um pacote, por ora, para saborear (com meus ávidos olhos) o desenho e a estampa e checar se elas valem a pena.

Novidade sempre é bom, né?! Especialmente para essa mãe, assumidamente, consumidora. Êpa, consumista, mas consciente!!

Fiquem com o vídeo da divulgação. Olhem que lindo!!! Confessem, é kawaii !!

P.S. esse não é um post patrocinado.

30
set
08

Doe leite, a vida agradece!

Eu simpatizo com a atriz Camila Pitanga e fiquei feliz hoje ao saber que ela é a nova madrinha da Campanha de Doação de Leite, promovida pelo Ministério da Saúde. Ela aparece no material de divulgação com sua filha, de 4 meses, Antonia, cuja imagem poucas pessoas tinham visto já que a mãe protege a filha do assédio da imprensa. Enfim… a causa é nobre, acho que por isso, mostrar o rosto da filha e expor-se na intenção de sensibilizar outras mulheres a, além de amamentar, ainda doar o leite materno aos bancos de plantão, pareceu a coisa certa a fazer. Parabéns a ela e às muitas mulheres mães que tendo leite em excesso tomaram essa iniciativa bonita e sincera de doar a quem precisa. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E lembrem, o Dia Nacional de doação de leite humano é comemorado nesta quarta-feira, 1º de outubro.

E caso tenham um tempinho, falando sobre amamentação e em especial a doação, lembrei de um post muito bacana que minha irmã escreveu em A vida como a vida quer, contando sua experiência pessoal quando foi mãe e se envolveu com essa causa. Abraços.

29
set
08

Bom dia Sling querido.

Faz muitos dias que não usamos o sling aqui em casa. Logo que o comprei, no primeiro mês do CJ, usei algumas vezes, mas não nos adaptamos muito. Ele chegou pelo Correio aqui em casa (nada de gaivota não, veio através de compra com a Sampa Sling), mas um amigo teve que levá-lo para Curitiba, onde eu estava passando alguns dias e quando chegou por lá vivemos dias frios que desanimaram um pouco, pelo excesso de casacos…

Aqui no Rio quando não saímos de carrinho, nós usamos muito bem o Canguru. No canguru nosso pequeno se adaptou a passear em lugares onde o carrinho dificulta as coisas, além de usarmos o metrô, fazermos compras e coisas do gênero. Ele é muito seguro e deixa o CJ colado em mim. Enquanto eu penso isso, muitas mães e pais pensam e dizem o mesmo dos slings.

Aí hoje eu assisti no programa matinal Mais Você, de Ana Maria Braga, uma reportagem sobre Slings… hehehehe e naturalmente lembrei do nosso. Agora estou teclando aqui vestida com ele e CJ dormindo no colo, enroladinho. Como não estamos “acostumados” ele relutou por uns 5 min em ficar dentro, além é claro, disso ser natural na fase do engatinhado, onde tudo é mais interessante no chão, ao acesso das mãos e boca…

A reportagem apenas apresentava a idéia de usar um sling para manter mãe ativa e filho feliz, não tinha objetivo de convencer ninguém, mesmo que o uso dos slings ja seja hoje uma tendência de estilo de maternidade. Basta começar a pesquisar sobre o produto para perceber isso. Como diz em seu site e repetiu na entrevista, Analy Uriarte, uma das pessoas que confecciona e vende slings (dona do Sampa Sling), “lugar de criança é no colo” pois ela acha que mãe e bebê merecem ficar juntos, já que isso estimula o desenvolvimento do bebê e a interação com a mãe. Taí, concordo com isso. Nos primeiros anos de vida acho que é válida qualquer iniciativa que tenhamos para fazer coisas juntos e nos matermos próximos dos pequenos, isso eliminará qualquer sensação de insegurança que possa um dia abater nossos filhos adolescentes e/ou adultos.

Apesar da tendência, acho que aqui em casa o Sling continuará nosso amigo querido no armário. Desenvolvi um certo carinho por ele e pela “filosofia”, além do meu ter uma estampa linda :), mas acho que me adaptei melhor ao canguru mesmo!! OBS: nem tudo é regra, pra quem gostou da idéia, sugiro comprar e tentar. Você e seu bebê podem curtir muito! Abraços.

Pelo site do Sampa Sling vi que eles tem um blog, entra lá.

25
set
08

A Favorita

O CJ está apaixonado pela música de abertura de A Favorita, novela do horário nobre da Rede Globo. Já tinha ouvido falar de bebês que gostam de música, de assistir TV desde muito cedo, coisas assim… me lembro até que o afilhado de minha irmã, Kauã, gostava das galinhas de uma novela das sete recentemente. E, se não me engano, Enzo, meu sobrinho, gostava da abertura de O Cravo e a Rosa… será que isso é moda entre os bebês?

Todos os dias, ele dorme no início da novela, mas nos intervalos e encerramento, caso ainda esteja em nosso colo, na sala, ele abre os olhos, observa atentamente as imagens dos personagens na abertura e quando acaba, ele fecha os olhos e volta a dormir. Se está acordado ainda, ele dança animadamente e olha para nós (os pais) sorrindo, demonstrando que gosta mesmo do som e das imagens. Curiosos para saber se ele entretia-se apenas com as imagens, o Ju deixou que ele escutasse apenas a música e a reação foi incrível, ele parou de brincar, prestou atenção no som e procurava algo olhando para os lados. Uma graça!

Agora estamos tentando filmar essas gracinhas dele para mostrar a todos. Abraços.

18
set
08

O oitavo mês…

Li na Crescer:

O poder de compreensão ganha contornos mais concretos. O bebê pára uma atividade quando lhe dizem “não”. Entende o significado dos gestos e dos atos. Percebe, principalmente, que é um ser separado da mãe, mas ainda precisa se assegurar de que quando ela some não deixou de existir. As brincadeiras de esconder  (isso me lembra o post que escrevi ontem sobre o achou!sumiu!) o ajudam nessa fase, em que demonstrações de estranhamentos com outras pessoas são comuns. Assim como quando estão no cadeirão e jogam um objeto no chão. É outro reforço no entendimento de que as coisas vão e voltam, além de experiências em que a criança aprende sobre distância, som e força. Sua musculatura está mais dura e o equilíbrio, melhor. Ela senta sem apoio e pega objetos próximos sem cair.

Aqui em casa estamos entrando neste oitavo mês com o quarto dente já nascendo, agora são 3 embaixo e 1 solitário, em cima. O CJ já engatinha pela casa toda, adora ficar em pé apoiado nos móveis e dá passinhos num curto espaço apoiando-se nos mesmos, às vezes caindo sentado e noutras vezes abaixando lentamente até ficar de joelhos quando cansa de estar em pé. Ainda não há um sono ritmado a noite, sem interrupções, aliás elas ainda são muitas… (ó, coitada da mãe), mas o peso, a altura, os sorrisos, o carinho, a receptividade para com brincadeiras, conversas, sons, o retorno que ele oferece soltando grunidos, sílabas (não programadas, mas acertadas), o apetite, as gargalhadas, a coordenação motora, a curiosidade, tudo indica que ele está se desenvolvendo maravilhosamente bem e por isso estamos mais felizes do que nunca! Como é bom ver um filho saudável! “Benza” Deus.
E que venham as novidades de mais um mês de vida pós barriga da mamãe…

17
set
08

Cadê? Sumiu!! Achei! Sumiu!!

Há uns 2 ou 3 meses, logo que retornei ao Rio após minha estada em Curitiba com o CJ pequenino, a Bárbara, uma amiga nossa mãe de um garotão de 1 ano e 4 meses, me disse que haveria uma fase em que o “bebê” buscaria pela presença da mãe o tempo todo, chorando quando a perdesse de vista, reclamando, querendo colo ou a companhia e que até para ir ao banheiro teríamos que “correr” e ainda assim, escutar o choro do filho, apenas porque sumimos do campo de visão dele, nada de machucados, medo, dor, somente porque a gente sumiu! Pensei nisso durante um tempão e por vezes achei que tínhamos entrado nessa fase, mas nessas outras vezes me enganei… No entanto, isso chegou agora beirando o oitavo mês.

Para aliviar a frustração e o medo de “perder” a mãe de vista, a Bárbara me recomendou brincar de “sumiu! Achou!” aquela brincadeira básica que todo mundo conhece, seja tampando o rosto com as mãos ou se escondendo da criança porta adentro, porta afora… achei a dica bárbara, com o perdão do trocadilho. E me ocorreu que meu sogro, muitas vezes, faz isso. Ele, talvez instintivamente ou talvez pela experiência de ter criado 3 filhos e adorar crianças, faz isso com nosso pequeno. Ele faz repetidamente a brincadeira, assim como o aceno de mão dando tchau (que não é o tema aqui, mas que ele anseia em ensinar para o CJ o quanto antes). Para confirmar que todos estão certos e me estimular mais ainda a exercitar o “sumiu/achou”, acreditam que li no livro Como estimular a inteligência do seu filho – um guia prático para dar a seu filho o melhor começo na vida (um apanhado de ensinamentos da Seleções) comentário exatamente sobre essa brincadeira:

“Achou!”

“A brincadeira de esconder é muito importante para o desenvolvimento da criança. É uma ferramenta exploratória para crianças na fase pré-verbal aprenderem como as coisas podem aparentemente desaparecer e depois reaparecer. A brincadeira também as ajuda a entrar em contato com a idéia da constância dos objetos – se a pessoa não consegue ver um objeto ou uma pessoa não significa que eles não existam. Numa pesquisa, 64% dos pais afirmaram que a brincadeira de se esconder, aparecer e dizer “achou!” era a forma mais eficiente de fazer seus filhos rirem. Essa é mais uma prova de que os bebês são predispostos a brincadeiras e à interação social”. (pg. 109)

04
set
08

Melhores brinquedos do ano, segundo pesquisa…

Lendo a revista Crescer on line, pude ver que sairam novas pesquisas sobre o gosto da criançada… quero dizer, sobre os brinquedos que mais caíram no gosto delas… muitos deles já vi nas lojas ou em casas de amigos e claro, um ou dois temos aqui em casa, até me espantei, pois o CJ tem tantos brinquedos que achei que ele teria mais destes que foram indicados… Enfim. A pesquisa da crescer está em sua 3ª edição e para tal foram testados mais de 500 novos produtos, a partir de um grupo “crítico” de 32 crianças. 70 foram selecionados, mas eu colo abaixo apenas dos 10 que se referem a bebês de zero a 1 ano de idade. Mais, no site linkado acima.

1. BOSS, O DINOSSAURO AZUL (esse não conhecia, parece ótimo) 
É uma piscina com 60 bolinhas, que ficam dentro do bicho. As bolas fazem sucesso entre os bebês e servem como mordedor. A criança experimenta várias texturas com os gomos que ficam nas costas do bicho – ao apertá-los, sai um som que parece celofane amassado – e as laterais têm furos para brincar de cavalinho. K’s Kids, Brasbaby, R$ 299,90.

2. TUBUIU
É um chocalho que muda de forma e possibilita muitos movimentos. A criança exercita o raciocínio ao reagrupar as partes. As texturas em diferentes cores e os volumes chamam a atenção. Primo, R$ 19,90.

3. ANDADOR LEÃOZINHO (andei olhando e mexendo nas lojas, vi umas crianças brincando no condomínio, achei que funciona bem e vou comprar em breve, assim que os passinhos ensaiados agora na beira do sofá, estejam mais firmes, com coluninha idem) 
Você pode levantar o banco do leão e travá-lo. O carrinho se transforma em andador e a criança o empurra quando está ensaiando os primeiros passos. Se ela cansar, pode se sentar no leão e andar com ele. O focinho tem som e luzes, que podem ser desligados. Fisher-Price, R$ 249,99.

4. BOLA AO CESTO 
Pode ser pendurado no berço, no carrinho ou até em cadeiras. Como é leve, a criança não tem dificuldade para manejá-lo. O tecido macio do cesto e o das bolas (que funcionam como chocalho) são atrativos para mãos e boca. Dá para carregar na bolsa. Trenzinho, R$ 36.

5. JOGO DE EMPILHAR COM BOLAS (esse todo bebê tem que ter) 
As argolas que ficam em volta do cone em forma de galinha são macias (com exceção de uma, que é um mordedor) e ajudam a criança a aprender a empilhar. Três bolas acompanham o brinquedo e, quando são jogadas no cone, acionam um sensor que emite sons. Tiny Love, Brasbaby, R$ 114,90.

6. CARRO MALUCO DO JOJÔ
Quando o carro anda, as rodas giram tortas e parecem crianças aprendendo a andar. É um estímulo para que engatinhem, já que costumam seguir o carro. O coelho Jojô serve de mordedor. Se o nariz do veículo bate em algo, o coelho fala “ops” e é lançado do carro. As cores poderiam ser mais atrativas. Estrela, R$ 99,90.

7. MINHA PRIMEIRA BONECA (hehe :) essa não queremos)
Não é o barulho que sai da barriga dela que atrai a atenção das crianças, mas o design simples e a cor (rosa). Ela também é macia o suficiente para ser abraçada por um bebê de 8 meses, que não vê a boneca como a “filha” das brincadeiras de casinha, e sim como um brinquedo com que pode trocar afeto. Estrela, R$ 59,90.

8. PÔNEI TROTTER MUSICAL (temos genéricos desse, funcionam bem e são agradáveis) 
De material macio, o bicho de pelúcia tem patas que fazem barulho; é comum encontrar as crianças o mordendo. Quando você o balança, faz um som como se estivesse trotando e relincha. Com isso, a criança desenvolve a relação sensorial de pegar e escutar. Lamaze, Girotondo, R$ 100.

9. 1, 2, 3 INDIOZINHOS
O sucesso dessa luva depende de um adulto. Se ele não a usar e contar uma história, a criança não vai percebê-la. É também um modo atraente de levar música para o universo infantil. Cada dedo da luva tem um índio e todos ficam na parte da palma da mão. O outro lado é um jacaré. Seria melhor se os olhos dos índios fossem costurados, e não colados. O folheto da música acompanha a luva. Abracadabra Brasil, R$ 25.

10. GYMINI MONKEY ISLAND (nossa ilha é de outro modelo, mas é maravilhosa e estimula muito, pelas cores, música, texturas, formas dos bichos… o CJ usa desde o segundo mês e agora, engatinhando quase a destrói, no bom sentido)
O tapete tem um travesseiro que deixa o bebê confortável para brincar com os objetos pendurados nas alças sobre ele (os botões que unem as alças poderiam ser mais resistentes). Os estímulos variam: o macaco acende luz e “canta”, o leão é um chocalho, a baleia vibra e o mordedor é em formato de folhas. Só o sol, com um miniespelho no centro, fica encostado no chão. Tiny Love, Brasbaby, R$ 299,90. tem 60 bolinhas dessas dentro dele! você levanta o banco e o leão vira um andador

31
ago
08

Mamíferas

Nesta semana vi no blog da Renata a indicação de um outro blog, o Mamiferas, escrito a várias mãos e cujos temas são a mulher e a maternidade… li e me identifiquei. As autoras parecem ter muita opinião, os textos são muito bem escritos e sinceramente, não sei se há está intenção, mas de tão verdadeiros alguns depoimentos chegam a ser bem humorados.

Gostei especialmente dos textos de Kalu sobre a Vitamina S e de Tatá sobre amamentar em público  (esse faço questão de comentar num outro post). Kalu começa o texto dela dizendo: “Quando bebê, Miguel mamava demais e sempre regurgitava. Aquela roupinha cheirosa ficava com um cherinho de queijo que até já sinto saudades. Não só a roupa dele, como por vezes a minha também. No começo trocava toda a roupa, sempre tinha uma blusa minha para trocar também. Depois disso, só quando a roupa dele ficava super, mega molhada e fedida é que eu trocava. Daí ele começou a engatinhar. Ficava naquele dilema: quando colocar no chão? Levava um paninho com Álcool para limpar a mãozinha dele que ia direto para boca. Recomendação da vovó que dizia que mão suja causava dor de garganta. Devo ter feito isso algumas vezes e depois desencanei. Lavava a mãozinha dele de vez enquando, principalmente antes das refeições ou de brincar com o cachorro”.

Lendo isso parece que escutei a mim mesma, sabe?! Parece que pude me ver na mesma situação correndo atrás do Caio para limpá-lo e ajeitar tudo em que possa tocar e experimentar sem que fique sujo em demasia, sem que ele suje as coisas e assim por diante. Antes dele chegar, meu marido e eu ficávamos olhando os filhos dos outros, na rua, nos restaurantes e mercados (nossa, em mercado a gente vê cada coisa!), analisando e epois debatíamos: isso nunca vamos deixar um filho fazer… isso é feio, que falta de pulso dos pais… como pode aquilo?… ui, nossa, vc viu?… olha a criança pondo coisa suja na boca!… e por ai vai. Lembro bem de uma situação muito específica, que agora, acredito estar prestes a viver, foi ano passado: uma menininha brincando de esconder-se do pai, num bar/restaurante, agaichada debaixo da mesa e depois rolando de alegria no chão (frio de cimento), rindo, toda suja. A gente se olhou, interagiu com ela, foi testemunha daquele momento feliz e depois comentamos que ela estava naquele chão sujo de Rio de Janeiro, encostando o corpinho (que pelo horáio demoraria um pouco para ver um banho) onde tantos respingos de cerveja e comida já tinham caído… a gente pensou em como, quando chegasse nossa vez, agiríamos… e confesso, ainda pensamos, prestes a acontecer cenas assim, ainda ficamos no dilema: deixar a criança limpa/protegida/impecável ou deixar sujar-se e viver feliz? 

Na verdade, como eu e meu querido marido somos muito frescos com sujeira talvez a gente até exagere, mas além de tirarmos (e pedirmos que todos que entrem em casa tirem) os calçados na porta, nós tb temos tentando manter o chão o mais limpo possível, na tentativa de manter um piso limpo para o Caio engatinhar. Isso porque, quem tem filho sabe, a criança não engatinha sempre com a cabecinha erguida, às vezes pára, lambe o chão, pára, senta, põe as mãozinhas na boca, prova coisas que  achou pelo caminho e assim por diante. Ou seja, ficam expostas ao mundo exterior e toda a sua sujeira, mesmo contra a nossa vontade, aí a preocupação (e muitas vezes um olhar de contrariedade são inevitáveis.  É nesta hora que, acredito, nós (pais e demais cuidadores) devamos afastar o excesso de sujeira assim como o perigo, mas sem privar os pequenos da experiência de tocar, lamber, mexer e aprender com o chão, com seus movimentos e o universo ao seu redor.

A gente sonha, idealiza filhos limpinhos, retratos de propagandas (e os temos até uns 15 min depois do banho) para brincarem felizes e tudo sair perfeito, mas a verdade é que temos que dar liberdade a eles, controlar as neuroses e deixar rolar. E olhem que quando digo isso, o faço com a consciência e auto-crítica de mãe que todos os dias sofre ao ver as mãos melecadas de papinha subirem ao rosto, sujarem babador, roupa, cabelo e cadeirão na hora das refeições…  

P.S. não, meu post não teve patrocínio de OMO! hahaha :)

E pra finalizar, tenho que considerar a frase que mais me chamou a atenção no post da Kalu: seu filho está exposto a vitamina S de Sujeira, mas tb vitamina S de sorriso. Adorei!

28
ago
08

Pediatria Radical – clube de mães

Comprei este livro há duas semanas e ainda estou na parte do sono… horários, esquemas para dormir, cama compartilhada, etc e tal… estou achando muito bacana. Toda vez que o pego lembro das reuniões de idéias/dúvidas e espaço para discussão do Desabafo de Mãe, assim como das comunidades que sei que minha irmã faz parte, no orkut.

Neste livro, a pediatra Thelma B.Oliveira, reuniu uma série de dicas para os cuidados das crianças, que começa com o bebê no útero, depois com o bebê no colo e com as demais etapas do processo de crescimento e desenvolvimento da criança.

O livro é uma produção coletiva da comunidade Pediatria Radical, do site de relacionamentos Orkut, que tem por objetivo interagir e cooperar na busca da saúde integral da criança, servindo às mães que se interessam por temas de pediatria, educação e psicologia da criança.

Nem a comunidade nem o livro têm por objetivo a divulgação de temas médicos para profissionais. São informações genéricas e trocas de experiências que não deverão ser utilizadas como substituto de diagnóstico ou tratamento médico, cabendo a quem dela participa reportar-se a seu próprio clínico ou pediatra. A comunidade é mantida pela livre participação de pediatras e mães.

Valor médio: 59,90 Pediatria Radical - pediatria para as mães (Editora Senac)

27
ago
08

Gripe ou resfriado?

Na dúvida, pesquisei e achei em Crescer/arquivos

Tanto a gripe quanto o resfriado são causados por vírus, mas de espécies diferentes, portanto não são a mesma enfermidade.
A gripe é causada pelo vírus influenza A e B, que sofre mutações anuais. Por conta disso, adultos e idosos precisam repetir a vacina todos os anos. Já o resfriado é causado pelo rinovírus, em 70% dos casos. E são mais de 100 tipos, daí a dificuldade de se desenvolver uma vacina. Ambos são bastante contagiosos, sendo transmitidos até por gotículas de saliva. Estudos norte-americanos mostraram que a principal via de transmissão dos vírus do resfriado e da gripe é manual. A criança espirra sobre um brinquedo e, minutos depois, uma outra toca no lugar e leva a mão ao nariz ou à boca. Contágio feito.

Sintomas

Na grande maioria dos casos o resfriado afeta nariz, ouvido ou garganta, provocando coriza, irritação das mucosas, tosse, espirros e, às vezes, leve elevação da temperatura corporal. No caso das gripes, os sintomas costumam ser mais intensos e incluem febre alta, dores musculares, cansaço e dificuldade para respirar, situação em que a criança deve ser levada ao médico para verificar se existem outras doenças associadas.

Como tratar

O tratamento no caso de gripes e resfriados tem como objetivo aliviar os sintomas, pois em geral a cura é espontânea. É importante incentivar a criança a tomar mais líquido. É possível que o apetite diminua durante a enfermidade. Deve-se fazer lavagens nasais com solução fisiológica e estimular a criança a assoar o nariz várias vezes ao dia. Se necessário coloque um umidificador de ar no quarto para facilitar a respiração da criança. No caso de febre, controlar com banhos ou antitérmicos. Não se deve administrar descongestionantes, antiinflamatórios ou xaropes para aliviar a tosse, sem antes consultar um médico.

Outras doenças associadas

A gripe e o resfriado em geral duram cerca de quatro dias, mas a enfermidade pode também ser a porta de entrada para outras viroses e doenças mais sérias. “O vírus quando atinge o sistema respiratório pode causar um desequilíbrio na resistência da criança, diminuindo sua imunidade e predispondo-se a infecções por bactérias”, afirma o pediatra Joaquim Rodrigues.

Como conseqüência, essas bactérias, principalmente o pneumococo e o hemófilo, podem atingir órgãos como os pulmões, os ouvidos e os seios da face e daí causarem, respectivamente, pneumonia, otite e sinusite.

26
ago
08

Primeiros dentinhos

Recebi o boletim da Crescer e morri de rir, pois olhem a matéria que veio… sobre os dentinhos… bem no dia que vi o primeiro dente do meu pequeno, despontando e dando o ar de sua graça. Adorei!!!

Os primeiros dentes podem aparecer por volta dos 7 meses. Em geral, os dois da frente, na gengiva de baixo, são os primeiros a despontar. Daí até os 9 meses é a vez dos incisivos superiores. Quando completar um ano, a criança já conta com oito dentes. Dessa fase até os 17 meses, vêm os primeiros molares. Os caninos aparecem junto com os segundos molares até os dois anos e meio de vida. A criança terá então 20 dentinhos.
Ao nascerem os primeiros dentes, alguns bebês podem ficar com uma febre baixa e passageira. Esse é o momento ideal para a primeira consulta ao dentista. Ele vai recomendar cuidados com a alimentação e o uso de uma escova de dente pequena e macia. A pasta de dentes só é necessária por volta de um ano e meio de idade.
Você sabe identificar quando um dentinho está querendo nascer? Na verdade, é bem simples perceber. O bebê fica irritado, perde o apetite e quer levar tudo à boca para aliviar a coceira na gengiva. E baba muito. Além desses sintomas, o mais clássico é a gengiva bem vermelha e levemente inchada. Basicamente, uma fase caótica.
Os mordedores de borracha podem ser muito úteis nessa época, justamente para aliviar essa coceira. Mas existem os bebês que brincam de jogar o mordedor longe, apenas. Se ele deixar, tente massagear a gengiva inchada com o dedo (o seu dedo), limpo. No começo o bebê se irrita, mas, como toda massagem, essa também traz alívio e conforto.

14
ago
08

Pra fechar o dia com fotos…

Recebi um e-mail com estas fotos de bebês japoneses, em referência ao centenário da imigração japonesa no Brasil, comemorado este ano…  claro, foi uma prima japonesa que me enviou… posto aqui porque os bebês são muito fofos mesmo!!! Vale um destaque. 

Um beijo.

12
ago
08

Virose à vista

Recebi a newsletter da Crescer por e-mail agorinha e colo abaixo o texto, exatamente como veio. Achei perfeito porque na semana passada os filhos de amigos nossos aqui do Rio, de idade entre 1 e 2 anos e meio, estiveram com VIROSES… e este tema sempre chama-nos atenção porque por enquanto o nosso pequeno não frequenta creches nem escolinha e por ora, está imune, sem ter sido ainda refém das benditas viroses… aliás, espero que continue assim, fortinho e saudável, sem problema nenhum por muiiiiiiito tempo!

Virose à vista

Este é o diagnóstico que você mais vai ouvir do pediatra, principalmente se o seu filho freqüenta um berçário. Ao escutar essa frase, a primeira sensação é de desconfiança. Afinal, por que os médicos quase nunca sabem o nome do vírus e os medicamentos específicos a serem administrados? Porque é assim mesmo. Apesar da dúvida que causa nos pais, sintomas como mal-estar, febre, dor no corpo, vômito, coriza e diarréia estão freqüentemente associados à chamada infecção viral.
É mais comum em crianças a partir dos 6 meses – tempo médio de amamentação da maioria das mulheres – e duram de três a oito dias. Há dois tipos de virose: respiratória e intestinal. A primeira é comum no inverno, quando os ambientes fechados favorecem a circulação dos vírus. Já as viroses intestinais, caracterizadas pela diarréia, são transmitidas pela água e, por isso, são mais freqüentes no calor.
Apesar de algumas doenças provocadas por vírus contarem com vacinas, não existe propriamente cura para a maioria delas. A única solução é suavizar o desconforto e esperar que o organismo se recupere gradativamente. Repouso, hidratação, antitérmicos e, em casos de infecções respiratórias, manter limpo o nariz da criança, bastam num primeiro momento. Identificar o nome do vírus causador da doença em geral não influi no tratamento, pois da próxima vez que contraí-lo o organismo da criança estará imune.




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