Archive for the 'coisas de bebê' Category

18
dez
08

Bebês crescendo, andando e falando…

Li na Crescer, hoje a tarde, sobre essa fase do décimo para o décimo primeiro mês de vida dos nossos bebês:

garotinho de pé em foto da Revista Crescer on line 10 a 11 meses

 O desejo de ficar em pé é incontrolável. Para isso, o bebê precisa de três pontos de  apoio – duas pernas e um braço, dois braços e uma perna ou dois pés e o apoio do  tórax em algum lugar. Ao ficar em pé, a dimensão de mundo da criança se amplia.  Os  olhos de um bebê que engatinha ficam a 22 centímetros do chão. Em pé, a  distância  aumenta para, no mínimo, 50 centímetros, ou a altura dele. Muitos pais  colocam o  filho no andador. “Está errado. A criança poderá ter quedas mais  freqüentes ao andar  porque não fortaleceu como deveria a musculatura da perna”,  avisa Lembo.

 O CJ está exatamente assim… atento a tudo que as novas perspectivas da campo de  visão oferecem. Ele vê o mundo com mais alegria porque, obviamente, agora em pé  enxerga muito mais coisas. Ainda não anda sozinho, mas desde os oito meses  pra cá  está  evoluindo muito bem no quesito passinhos. Agora está dando  passos firmes  enquanto se  apóia nos móveis e assim que sente certa segurança, se  solta… logo  depois, cai! Mas,  está no caminho certo. Em breve, além de sujar o joelhinho das roupas, vai se sujar inteiro, porque, tenho certeza, quando começar a “andar solto” não haverá quem o segure… Aí vamos ver se o OMO limpa mesmo, porque essa mãe aqui vai deixar a criança se sujar à vontade, hehehe.

Nosso pequeno também está falador. Desde os 8 meses tem dito “mamã” pra mim e “dá,dá” quando quer mamar, apenas isso. Mas, recentemente, a linguagem dos bebês tomou conta de nossos dias e rende “conversas animadas” entre o CJ e seus brinquedos, assim como entre ele e os pais, ah… e claro, entre ele e alguns personagens de televisão porque conversar com o desenho favorito ou com alguma atriz de novela, está virando passatempo pra nós.

Mas, enfim, sobre a fala, quando dei uma espiandinha rápida do site da Crescer, eles traziam uma curta materinha dizendo assim:

Como o bebê aprende a falar? 
Ouvindo conversas, tentando imitar os sons, praticando e dando significado a cada palavra. Por isso, não é aconselhável conversar de forma infantilizada com a criança, pois ela ficará sem referência do que é correto. Também não é o caso de corrigi-la a cada tropeço. Basta repetir o que foi dito do jeito certo. 

De que forma evolui a fala? 
Entre 2 e 4 meses, o bebê pronuncia sons guturais. Lá pelo oitavo mês, é capaz de dizer sílabas simples, que só exigem a movimentação dos lábios, como “ma” e “pa”. Com cerca de 10 meses, essas sílabas se tornam mais elaboradas e ganham significado: papá é a comida, por exemplo. Por volta de 1 ano e meio, surgem pequenas frases com duas ou até três palavras. Aos 3 anos, a criança consegue manter uma conversação. Seu vocabulário pode alcançar cerca de 900 palavras. 

Que estímulos são bons? 
O principal é conversar muito com o bebê desde o nascimento. Ler livros para as crianças também é muito importante. As historinhas, além do estímulo que representam à imaginação, aumentam o vocabulário e a curiosidade sobre a linguagem. Cantar é outro bom estímulo. Leva a criança a perceber as sílabas, o ritmo e a entonação das palavras. 

E se a criança demora a falar? 
Se ela não diz nenhuma palavra até os 2 anos, talvez exista algo errado. Um especialista poderá analisar se o problema é apenas físico ou se indica falhas na audição ou nos processos cognitivos do cérebro. Quanto mais rápido for feito o diagnóstico, menores serão os prejuízos para a comunicação.

18
dez
08

11 meses de vida intensa

 

CJ com mamãe Ti e papai Ju Nosso pequeno CJ completou 11 meses hoje. Inacreditável, estamos a  apenas 30 dias do tão sonhado “1 aninho”. Meu Deus, parece que foi  ontem que estava levando-o em meu ventre, reclamando dos inchaços  da gestação e do calor insuportável da cidade do Rio em alto verão…  hoje, começo a dar razão às mães que dizem para aproveitarmos o filho  enquanto bebê, pois realmente eles crescem muito depressa…

 Ainda há pouco, meu marido e eu estávamos nos divertindo, na  companhia do CJ, rindo da esperteza do pequeno, de como ele aprende  fácil a fazer brincadeiras como “sumiu/achou”  e “empurrar a cesta de  brinquedos pela sala” nos provocando para brincar quando, por algum momento, sente-se menos do que o “centro das atenções” da casa e, por isso, decide que uma atitude deve ser tomada. Ah, esse meninão. 

CJ na Lagoa com papai JuDeitado, dormindo, no colinho quando acalentado, ele nos parece o mesmo bebê que tiramos da maternidade 11 meses atrás. Mas, acordado, ativo brincando e sempre com um sorriso estampado no rosto, ele já se mostra um garotão. Grande, com 78 cm e pesando pouco mais de 10 quilos, ele realmente parece um gurizão, forte, alegre, é uma satisfação vê-lo crescendo, se desenvolvendo, feliz.

Aliás, é maravilhoso poder acompanhar isso e ainda saber que essa pessoinha maravilhosa é parte da gente, um pedaço da nossa vida.

Deus abeçôe. Filhotinho, feliz miversário de 11 meses! Beijos da mamãe.

Obs: nas fotos, ele com o papai e a mamãe na Urca, semana passada. E mais abaixo, com o papai na visita à arvore da Lagoa, também semana passada, brincando de morder o pé como passatempo enquanto os adultos admiravam a árvore.

30
nov
08

As últimas do CJ

Passaram alguns dias desde meu último post exclusivo sobre o CJ.

Nesta semana, mais especificamente na terça-feira, ele aprendeu a bater palminhas. Me recordo que conheci uma mãe de encantadora menininha (num dia qualquer aqui do Rio) e ela me disse que a filha de 1 ano havia aprendido a bater palmas com 4 meses, pois foi muito cedo para a creche e lá “eles” estimulam muito a psicomotricidade da criança. Sem comparações porque tenho cosciência de que não se deve comparar o desenvolvimento de bebês, de crianças dum modo geral… mas achei a filha precoce e me preocupei com o CJ.

Quando, nesta semana, as palminhas vieram, quase morri de alegria, meu entusiasmo (comum a todas as novidades dele) foi tão grande que liguei rapidamente para o papai a fim de contar, depois a madrinha carioca e assim por diante… Hoje estava reflexionando e pensei “na terça as palmas foram um encontro desengonçado das mãos, meio sem noção, motivados pela alegria de ter visto close de uma atriz (não recordo o nome) num programa de TV. Passaram-se pouquíssimos dias de lá pra cá e hoje as palmas saem perfeitas, entusiasmadas, carregadas de orgulho, pois ele sabe que está fazendo algo que nos deixa feliz e ocorrem diversas vezes ao dia: quando termina de comer (e comeu tudo), quando fica em pé sozinho ou faz algo diferente, quando quer nos chamar a atenção, entre outros exemplos”. Estou impressionada com a autonomia que ele vai ganhando a cada dia. Nos surpreende e encanta.

Outra novidade foi que aprendeu a fechar portas, com delicadeza e sem barulho. Ele tem entrado nos cômodos, senta, fecha a porta devagarzinho (puxando com um dedinho geralmente) e fica lá… assim que eu apareço e vou abrindo devagar, chamando por ele, ele começa a gargalhar. Parece que está provocando as brincadeiras do “sumiu/achou”. Muito legal.

Nessa fase dos 10 meses e meio ele tem se mostrado muito esperto, com movimentos rápidos e curioso ao extremo. Tudo lhe causa curiosidade, mas nem tudo surpresa. Por alguns desafios, brincadeiras que fazemos para incentivá-lo ou até obstáculos físicos no caminho de sua passagem, ele demonstra mais ou menos surpresa. Isso tb tem sido bem legal de observar. Continua tirando e guardando coisas das gavetas e agora está carregando obejtos escolhidos por ele casa adentro e nos entregando quando não quer mais. Ontem, do nada, ele veio engatinhando e me trouxe o telefone sem fio na cozinha, eu peguei, ele sorriu e voltou faceiro para a sala, onde ficou vendo TV, assim…

Com os brinquedos ele está mais atencioso. Presta muita atenção nos detalhes, mexe, empurra, joga, pega de volta. Ganhou, na segunda, uns blocos de montar – tipo lego grandão – e só deu atenção a eles até conhecer melhor. Também adorou a caixa de papelão que continha as peças… oh… mas isso não foi novidade, que criança não se encanta pelo menos uma vez pela bendiata caixa de papelão?! Na quarta comprei uns bichinhos de borracha para o banho, que vieram a completar a coleção que a Tia Jo deu e, ele se divertia pondo tudo junto no balde de areia/praia. Agora, no momento a maior atração da vez é a Bíblia infantil que a Vovó Ita deu no batizado. Ela já está mordida, com páginas despencando, mas “resiste firmemente” aos puxões e babas. O CJ vira as páginas, aponta os personagens e me chama pra ler, depois fica sentado mordendo… deve ser uma delícia!

Socialmente eu diria que ele está mais carinhoso com quem conhece (como com os padrinhos aqui do Rio, que vibra ao ver de longe) e desconfiado com estranhos. Até os 8 meses ele ria para qualquer um e se oferecia para colos. Eu desabafava, preocupada, com o pediatra. Tinha receio que ele ficasse muito dado, pois quando aprendesse a andar as preocupações aumentariam… sabem como é, criança já tem mania de sair correndo por aí e demoram a aprender que não se deve aceitar coisas e em falar com estranhos… ainda mais crianças fofas e simpáticas. Tinha medo mesmo, ouço cada coisa por aí. Mas, para sorte minha, o CJ está “avaliando” as pessoas antes de sorrir, reagir às brincadeiras e provocações. Está mais seletivo, hehehe.

Nosso pequenino está crescendo. Eu, adorando.

24
nov
08

Amigo Imaginário

sb10068805b-001Neste domingo meu marido e eu tivemos chance de almoçar com alguns amigos que tem filhos pequenos, 1 ano e meio e 2 completos, ou seja, conosco eram 3 casais e 3 garotos bagunçando o coreto… Como é natural entre roda de amigos, especialmente quando o assunto é filho, ficamos conversando sobre os progressos das crianças, comentando em que fase descobriram cada coisa, como estão reagindo aos incentivos das creches (os amiguinhos vão para boas creches aqui do Rio desde os 5 meses) e eis que surgiu o tema “amigo imaginário”.

Uma das mães disse que o filho “começou a ter” um amigo imaginário há alguns dias e conversa com ele, vez ou outra. Muito metódica, excelente mãe e bem consciente das coisas a sua volta, ela acredita ser a imaginação fértil do filho num episódio comum para essa idade, de 1 ano e meio, como inclusive relatam alguns educadores e outros pais. Mas, eu me espantei porque – quase que instintivamente – minha primeira reação foi pensar que se trata de uma demonstração de clarividência, uma questão espiritual. A outra mãe não ficou em cima do muro não, disse que o mesmo já ocorreu com seu filho, em exemplos distintos e ainda que seja recorrente ela entende que pode ser tanto uma coisa quanto a outra, tanto imaginação quanto espiritualidade. E eu coloquei-me a pensar, pois já vi muitas vezes meu pequeno CJ rindo para a parede ou pedindo colo para o nada… mas tinha até evitado comentar, pois achei que acontecera apenas conosco, agora sei que não. Ufa!!

Comentei com meu marido e ele, cético e muito racional, apoiou a idéia de que deve ser uma fase, que é até legal e claro, fã do desenho infantil Charlie e Lola, ainda fez piada das minhas idéias dizendo se tratar do Soren Lorensen. Pra quem não lembra ou não conhece, Charlie é um menino de 7 anos muito espero e querido, cuja maior habilidade (na minha opinião) é sua paciência e o modo como trata a irmã caçula, Lola, de 5 anos. Essa, por sua vez, é especialista em perguntar coisas, se meter em confusões e (ahá) tem um amigo imaginário chamado Soren Lorensen. Lola só consegue falar com ele quando está sozinha e ela ama criar outros mundos para ir se divertir com seu amigo.

De antemão eu me defendo, caso alguém esteja achando que desacredito ou critico os amigos imaginários, pois não se trata disso. Adoro a idéia da magia das histórias, de universos alternativos, da criatividade embalando o sonho e porque não o dia-a-dia das crianças, estimulando suas habilidades de interação social e afetiva além de, possivelmente, estimular o lado intelectual. Mas, também é fato que amigos imaginários são sim questionáveis.

Ao longo de minha jornada até aqui, eu que não sou espírita e sei pouco a respeito, admito, soube de muitos casos em que crianças pequenas e até bebês (como minha irmã mais velha, meu cunhado, minha afilhada) tiveram algum contato com imagens ou vozes de espírito desencarnados. Alguém que tenha estudado o espiritismo saberia explicar melhor isso que tento fazer, mas não entrarei em detalhes… só defendo a idéia de que crianças são puras e tem um coração bom, generoso, algo que naturalmente pode atrair energias (leia-se espíritos tb) boas de verdade, mesmo que apenas poucas vezes e sem intenção pré-determinada. Por isso, acredito eu, alguns bebês riem para o teto branco, para o canto da parede/teto esticando os bracinhos, apontam o dedo e/ou falam com a pessoa – o dito amigo imaginário. Noutras vezes, como inclusive relatou essa amiga cujo filho tem 2 anos e que entende mais de espiritismo do que eu, esses espíritos podem ser até familiares e só estarem “a passeio”, cuidando, protegendo… ou seriam anjos da guarda?! Podem ser. Nós mães não temos o hábito de rezar para o anjo da guarda? Não dizemos “vá ou durma com os anjos, que Deus te proteja”?! Sempre o falamos, quase que automaticamente e não acho que há nada de mal se pararmos para analisar quem seriam esses anjos ou como demonstram sua presença. Admito que o assunto me receia, fico com medo, porque pouco conheço, mas ainda assim, se forem “bons” tudo bem. E é esse tudo bem que a maioria das mães adota ainda que não saiba exatamente como lidar com os amigos imaginários…

Para saber se há relatos assim ou se há alguma orientação profissional (pedagógica/psicológica) sobre os amigos imaginários, busquei no site da Crescer e achei essa pergunta/reposta abaixo, que nem de longe aborda o que pensei, mas que é exata para o raciocínio de meu marido e da mãe do amiguinho que estimulou este post:

O amigo imaginário

‘Ando preocupada com minha filha de 3 anos e 4 meses. Ela fala sozinha, gesticula, ri como se estivesse com alguém.’ (Priscilla Máximo da Silva, São Paulo, SP)

Priscilla, sua filha está mesmo brincando com alguém, um amigo invisível, também chamado de amigo imaginário. ‘É normal nessa idade e tem a função saudável de ajudar a criança a exercitar a convivência com os outros’, diz Silvana Rabello, professora da Faculdade de Psicologia da PUC de São Paulo. Se sua filha se comunica bem com você e com o pai e gosta de brincar com crianças do mundo real, não se preocupe. ‘Se a menina só fala com o amigo imaginário e rejeita o contato com os outros, precisa de ajuda. Pode estar se sentindo sozinha, muito exigida ou querendo se defender. Os pais devem procurar um psicólogo’, orienta.

Se você que leu meu post e já teve alguma vivência assim, quiser nos contar como foi, até quando a experiência do amigo imaginário durou, faça um comentário. Pode ser uma maneira bacana de elucidar as coisas para mim e para outros pais. Um abraço!

18
nov
08

o décimo mês de vida

Ontem a noite recebi esse textinho, do boletim da Crescer, sobre o desenvolvimento de nossos filhos… são dicas de como estimular a brincadeira nessa fase do décimo mês de vida do bebê.

Você é daquelas pessoas que compram diversos brinquedos para o seu filho em busca de diferentes estímulos e de um rápido desenvolvimento? Pois saiba que os brinquedos preferidos dele podem não estar nas lojas. O aprendizado infantil ocorre de maneira natural, por imitação dos adultos e pela interação com o meio em que a criança vive. Isso significa muita interação com os pais e uma curiosidade inata de pegar os objetos que a rodeiam. Mais que encher a casa de brinquedos, sente-se e divirta-se com o seu filho, entrando no mundo de faz-de-conta dele. Faça torres com algum tipo de peça (que podem ser até o que você leva na bolsa, e não brinquedos) e depois desmonte tudo com o bebê. Dance com ele no colo. Encha e esvazie caixinhas. A sua presença e a novidade de mexer com algo diferente dos brinquedos de sempre é que darão prazer ao bebê. 

Pela nossa experiência atual, aqui em casa, devo dizer que as dicas de dançar com nossos pequenos e com eles ficar no chão, horas, brincando de empurrar carrinhos, trens, empilhar blocos ou mesmo fazer um bonequinho andar (daquele jeito que fazemos os bonequinhos saltitarem equanto nós, pais, fazemos caras e bocas) são realmente válidas, especialmente dançar. Já fiz um post aqui, meses atrás, quando o CJ começar a gostar de rock e devo dizer que do sexto mês para o décimo, muita coisa mudou. Agora ele reconhece as diferenças de batidas e instrumentos de cada música, pula, ri e agita os braços muito entusiasmado quando ouve seus estilos favoritos e chora ou ignora o som quando não lhe apetece. E quando convidado por nós, pais, a dançar, ergue os braços rapidamente, sorrindo muito, para curtir, seja conosco amparando seu corpinho para que ele dance em pé (já que ainda não se sustenta sozinho) ou em nossos colos, quando até rodopiamos pela sala, abraçados.

Gosta muito de clássicos do rock’n roll, AC DC (acreditam? a mãe odeia!), baladinhas estilo filme água com açúcar, samba, forró e algumas canções infantis… estamos apresentando Hélio Ziskind e algumas do Palavra Cantada. Tudo gradativamente e é incrível como ele reage muito bem ou muito mal ao que gosta e desgosta.

Ah, outra coisa que começou a ser mais constante com a chegada do décimo mês é o abrir, tirar coisas e fechar das gavetas. Agora mesmo, enquanto escrevo, meu pequeno está tirando suas camisetas da gaveta e jogando no chão. Já posso até prever… fica tudo amassado, ele pisa em cima e feliz da vida fecha a gaveta!

Na cozinha, como isso tb acontece, substituímos os utensílios das gavetas mais baixas por brinquedos de plástico e borracha, assim ele pode abrí-las (já que não adiantaria dizer não) retirar as coisas, morder, brincar, sem machucar-se. E para nossa sorte, ele tb gosta de guardar as coisas de volta… calma, não sou tão sortuda assim… só guarda os brinquedos das gavetas da cozinha, a roupa do quarto é a mãe quem tem que redobrar e guardar novamente. 

Abraços.

 


14
nov
08

Conhecendo as rodas, rodinhas

Meu pequeno está, há alguns dias, começando a mostrar sua percepção sobre o movimento circular das rodas. Percebi que ele começou a virar seus carros, aviões, trens, caminhões e até o andador leãozinho (que é grande e serve justamente para ele se apoiar no ensaio dos primeiros passos, o oposto de estar agora com as rodas pra cima) na intenção de girar e girar as rodas de seus brinquedos. Mesmo os carrinhos de passeio ou a motoca (triciclo) tem sido alvo dessa curiosidade pelas rodas e pneuzinhos. Acho que puxou o gosto do pai…

É claro que ele ainda não é capaz de entender que as rodas ao longo de sua trajetória existencial e funcional, são elementos históricos no desenvolvimento humano e que, principalmente auxiliam na locomoção de objetos, pessoas e outros seres de um ponto de partida até o seu destino final… isso fica para quando tiver uns 5 anos, acredito. Enfim, ele ainda tem muito a aprender, lógico, mas só o fato de vê-lo atento, curioso, mexendo nas rodinhas, capotando os carros intencionalmente para vê-las girarem, buscando “entender” o funcionamento de suas engrenagens… puxa, isso é gratificante.

Em verdade, quando somos mães e/ou pais, cada descoberta de nossos filhos a respeito de coisas do cotidiano ou percepções da vida, nos fazem agradecer por esatrem se desenvolvendo bem e incentivá-los para aprenderem mais e mais.

15
out
08

Dona “Otite”, muito prazer!

É claro que não estamos tendo nenhum prazer em conhecer a dona Otite. Infelizmente ela chegou aqui em casa neste final de semana sem ter sido convidada e está nos dando trabalho, noites mais que mal dormidas e cansaço. Tivemos um sábado maravilhoso, com a companhia de amigos e seus filhos, depois ma visita à feira do Rio Antigo (que comento em outro post), mas no domingo meu queridinho CJ já amanheceu chorando, coçando a orelha e abatido. Como ele é muito querido tentou o quanto pôde se manter firme, sorrindo, por isso, só com a chegada da febre alta na segunda de manhã é que percebemos o problema, indo ao médico… agora ele ficará 10 dias tomando antibiótico, tadinho, mas ao menos podemos recorrer a este recurso e tratá-lo, graças, afinal quantas outras crianças adoecem e seus pais não podem tratá-las?! sad.

Enfim, fiz uma breve pesquisa sobre a dona Otite e apresento-a abaixo:

Existem dois tipos de classificações da otite, variando de acordo com o local afetado. Se a infecção acometer a orelha externa, ou seja, a entrada da orelha até a membrana timpânica (tímpano), ela será chamada de otite externa. A otite interna se verifica quando a infecção está localizada depois da membrana timpânica, onde está a tuba auditiva que liga o ouvido com a região do nariz e garganta. 

A otite externa é uma inflamação da pele do ouvido causada por fungos ou bactérias. Aparece principalmente no verão, quando as crianças ficam muito tempo em piscinas ou mar. O excesso de umidade no local é perfeito para a proliferação de fungos e bactérias, ainda mais se a água estiver contaminada. A natação também provoca otite externa. Normalmente, a otite externa não vem acompanhada de febre, mas dói muito só de encostar no local, e há coceira. Vermelhidão, inchaço, secreção e perda de audição também são comuns. Seu tratamento inclui analgésicos para aliviar a dor, antibióticos e antifúgicos, como medicação tópica (gotas). O calor local ajuda a suavizar a dor e, caso ocorra secreção, a região deve ser limpa com orientação médica.

 

A infecção de ouvido mais comum em crianças é a otite média. Costuma ocorrer durante ou logo após gripes, resfriados, alergias e infecções na garganta ou respiratórias, pois as bactérias ou vírus ascendem pela tuba auditiva e causam acúmulo de secreção dentro da orelha média provocando inflamação que, se não for tratada, pode levar à perda total da audição. Outra causa da otite média é a mamadeira. Isso mesmo, mamãe, a mamadeira. Geralmente as crianças mamam deitadas, principalmente antes do sono chegar. Como os pequenos apresentam a tuba auditiva mais horizontalizada que os adultos, o leite chega ao ouvido médio com mais facilidade e causa a inflamação.

Portanto, a melhor posição para mamar e prevenir a otite média é quando a cabeça da criança está mais levantada que o corpo, isto é, quando a criança está mais sentadinha. Na amamentação, a posição também deve ser a mesma. O tratamento faz uso de antibióticos e analgésicos. A febre costuma desaparecer em três dias, mas a audição pode levar mais tempo para voltar ao normal.

 




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